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A prática do serviço social



 Cotidiano, formação e alternativas na área da saúde.



  Este livro não apresenta munição apenas para os assistentes sociais, estudantes, pesquisadores, professores de Serviço Social para o exercício da profissão na perspectiva crítica. É também uma contribuição fundamental para todos os demais profissionais que buscam a garantia dos direitos sociais e a ampliação da democracia política, social e econômica na dinâmica contraditória das instituições sociais.

Maria Inês Bravo
Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 560
Peso: 800 g  
Formato : 16x23cm


Gênero : Serviço Social

ISBN: 9788524919930

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Serviço social, política social e trabalho



 Desafios e perspectivas para o século XXI.



  A coletânea tem como objeto as transformações societárias que afetam o conjunto da vida social e suas repercussões tanto no trabalho quanto na política social. Os autores expressam claramente o compromisso com valores como: defesa da justiça social, da democracia, dos direitos sociais, da construção de uma sociedade sem exploração de classe, gênero e etnia que conformam o projeto burguês.


FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 304
Peso: 460 g Formato : 16x23cm


Gênero : Serviço Social

ISBN: 9788524912603

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A globalização e as ciências sociais

Autor: Boaventura De Sousa Santos (Org).




 Este livro analisa o impacto da globalização neoliberal nas sociedades se-miperiféricas e nas diferentes ciências sociais que produziram a identidade econômica, política, social e cultural dessas sociedades.


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FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 572
Peso: 885 g


ISBN: 9788524908354

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O Capital - Livro I


Autor: Karl Marx.
 
 O clássico de Marx foi originalmente publicado na Alemanha em 1867 e é considerado a mais profunda investigação crítica do modo de produção capitalista. O capital, da Boitempo, é o décimo sexto volume da Coleção Marx e Engels e conta com introduções de Jacob Gorender, José Arthur Giannotti e Louis Althusser, além de texto de orelha de Francisco de Oliveira.

O capital é uma contribuição basilar ao pensamento anticapitalista, em especial a tradição marxista, que de certo modo se consolida com este livro. O objetivo de Marx era, por meio de uma crítica da economia política, compreender como o capitalismo funciona. Diante desse desafio, ele desenvolveu um aparato conceitual e metodológico para entender toda a complexidade do capitalismo, as categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e a relação direta entre acumulação de capital e a exploração da força de trabalho. 

Compre aqui: http://pueblolivraria.com.br/o-capital-livro-i.html

FICHA DO LIVRO

TítuloO Capital - Livro I
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2013

Edição: 1ª
Páginas: 856

Gênero: Ciências Sociais - Economia - Marxismo

ISBN
978-85-7559-320-2



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Para entender O capital

Autor: David Harvey.

Livro I.
 Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David Harvey em universidades ao redor do mundo, Para entender O capital é uma obra ao mesmo tempo sintética e densa, uma introdução para a compreensão de O capital, que chega em momento oportuno, de uma renovação do interesse pela análise das obras de Marx, em busca de um melhor entendimento das origens da falência econômica e dos nossos problemas atuais.

Apesar de os últimos trinta anos, mais particularmente desde a queda do muro de Berlim e do fim da Guerra Fria, não terem sido um período muito favorável ou fértil para a economia política marxiana, este livro ajuda a abrir a porta para que uma geração mais jovem, pouco familiarizada com esse pensamento, explore por sua própria conta o legado de Marx.


Harvey também aconselha àqueles que tenham lido apenas excertos ou resumos d’O capital – não importa quão estrategicamente escolhidos – ou alguma exposição teórica das crenças políticas de Marx, a ler o livro como um texto integral. “Lendo O capital como um todo, é quase certo que você chegará a uma concepção bastante diferente do pensamento de Marx”, afirma.

O Livro I de O capital analisa o modo de produção capitalista do ponto de vista da produção, não do mercado nem do comércio global, mas exclusivamente da produção. Na época, Marx revelou uma grande compreensão daquilo que faz o capitalismo crescer do modo como cresce. “Para Marx, um conhecimento novo surge do ato de tomar blocos conceituais radicalmente diferentes, friccioná‑los uns contra os outros e fazer arder o fogo revolucionário. E é o que ele faz n’O capital: combina tradições intelectuais divergentes para criar uma estrutura completamente nova e revolucionária para o conhecimento”, conclui o professor.
 
FICHA DO LIVRO

Autor: David Harvey.

Editora: Boitempo
Ano
: 2013
Páginas: 335  
Peso: 526 g


ISBN: 978-85-7559-322-6

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Para uma ontologia do ser social I




  

  György Lukács é um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX e Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada uma das mais importantes obras do filósofo húngaro, concebida no curso dos anos 1960, a Ontologia (como se tornou conhecida) significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.

O primeiro volume de um dos centrais projetos editoriais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras com primorosa apresentação de José Paulo Netto e tradução direta do alemão por Mario Duayer e Nélio Schneider, acrescida da tradução de Carlos Nelson Coutinho, introdutor de Lukács no Brasil e profundo conhecedor de sua obra, baseada na edição italiana. O texto contou também com uma minuciosa revisão técnica de Ronaldo Vielmi Fortes, auxiliado por Ester Vaisman e Elcemir Paço Cunha.

A tomada de posição ontológica marxiana tem início nos anos 1930, quando o filósofo segue da Hungria para Moscou. No Instituto Marx-Engels-Lenin faz um mergulho definitivo nos Manuscritos econômico-filosóficos do jovem Marx. Mas, se a guinada ontológica de Lukács acontece ainda na juventude, marcando todos os seus escritos dos quarenta anos seguintes, é na maturidade, nos anos de 1950, que lhe ocorre a necessidade de desenvolver uma sistematização categorial das reflexões que vinha fazendo sobre arte e literatura. Retira-se então da vida política para dedicar-se à elaboração dos volumes que compõem a Estética.

Sua finalização aponta para o projeto de uma Ética; antes, porém, era preciso definir o sujeito capaz de assumir um comportamento verdadeiramente ético. Vêm daí as motivações que impeliram Lukács a trabalhar tão arduamente, ao longo de toda a década de 1960, nos manuscritos de Para uma ontologia do ser social.

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FICHA DO LIVRO
 

Título: Para uma ontologia do ser social I
Autor: György Lukács

Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 128

Peso: 640 g



ISBN: 978-85-7559-301-1

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Rituais de sofrimento

Autor: Silvia Viana.


  Professora de sociologia na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutora pela USP, Silvia Viana leva a sério o aparente escárnio da designação “reality show” em Rituais de sofrimento, novo livro da coleção Estado de Sítio a ser publicado pela Boitempo.

“Não lidamos aqui com um ritual como outro qualquer, não se trata de uma festa ou do consumo, ambos cerimoniais oferecidos aos deuses do prazer. Trata-se de algo mais perturbador, pois o que se vê nos reality shows é a proliferação de rituais de sofrimento”, afirma a pesquisadora no primeiro capítulo.

Silvia Viana analisa tais rituais e mecanismos de dominação em vários produtos televisivos da indústria cultural brasileira, com especial atenção ao maior deles, o Big Brother Brasil, no ar há treze anos. O estudo também abrange programas e filmes de Hollywood que perpetuam a mesma lógica brutal. Assim como no BBB, o assassino Jigsaw da franquia Jogos Mortais, por exemplo, não almeja a morte/eliminação de suas vítimas: ele quer que elas sobrevivam. Mais que isso, que sobrevivam a qualquer preço.

Quais são as molas que movem esse lado fake e nem por isso menos real do mundo em que vivemos? Onde estão as roldanas que dirigem as cordas, quem são as figuras que elas agitam, como o conjunto se fecha sobre si mesmo sem deixar lacunas? Silvia reflete sobre essas questões em um relato clínico, com traços firmes e finos, sem poupar nada nem ninguém. Segundo o sociólogo e professor da USP Gabriel Cohn, a fatura desse livro parece seguir uma regra básica: quanto mais o tema se revela repugnante, tanto mais refinada deve ser a sua exposição. O resultado é uma escrita em que não cabe o gesto banal da indignação moral nem a repulsa à má qualidade estética – ambas provocações já programadas no espetáculo –, mas algo mais fundo. 

FICHA DO LIVRO

Título: Rituais de sofrimento
Autor: Silvia Viana

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7559-309-7


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A política do precariado

Autor: Ruy Braga

Do populismo à hegemonia lulista.

 Em seu novo livro, o sociólogo e professor da Universidade de São Paulo, Ruy Braga, utiliza os instrumentos teóricos da sociologia marxista crítica a fim de propor uma leitura inovadora da história social do Brasil – do populismo fordista ao atual lulismo hegemônico –, tendo como vetor analítico a “política do precariado”. Definido como o proletariado precarizado, o conceito de “precariado” situa esse grupo como parte integrante da classe trabalhadora, enfatizando a precariedade como inevitável no processo de mercantilização do trabalho.

Neste livro ambicioso, Braga se coloca diante da tarefa de decifrar a relação entre o proletariado precarizado e a hegemonia lulista. Uma das inspirações do autor são as análises afiadas de Francisco de Oliveira, que priorizaram a reflexão sobre a “formação do avesso” ao demonstrar a despolitização da classe trabalhadora como consequência do governo petista e das políticas públicas federais que alimentaram na última década o mito da superação da crise por meio do aumento constante do consumo popular. Em um trabalho de intensa acumulação crítica, Braga também dialoga com André Singer e Jessé Souza em suas leituras do fenômeno lulista. O livro é dividido em quatro capítulos, seguidos por uma coletânea de artigos escritos ao longo de 2011 e 2012. Tais “intervenções” indicam de maneira privilegiada o movimento de reflexão engajada de um pensador profundamente atento às dinâmicas históricas de seu tempo e às manifestações fragmentadas do processo de precarização em marcha.

O estudo de Ruy Braga procura dar conta tanto dos processos econômicos estruturais (o fordismo periférico, sua crise, a passagem ao pós-fordismo financeirizado) como da dimensão subjetiva do proletariado precarizado (a angústia dos subalternos, a inquietação operária, a pulsão plebeia ou classista dos explorados).


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FICHA DO LIVRO

Título: A política do precariado
Autor: Ruy Braga

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 264

Gênero: Ciências Socias - Polítca

ISBN: 978-85-7559-298-4


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Margem Esquerda n.20

Autor: Vários.



A revista semestral Margem Esquerda chega à sua vigésima edição com uma entrevista exclusiva com Fernando Martínez Heredia, considerado o mais importante intelectual cubano da atualidade, tendo dirigido a revista Pensamento Crítico nos anos 1960. Consagrada pela profundidade de suas análises e unidade editorial - conta com um conselho composto por nomes do calibre de István Mészáros Francisos de Oliveira, Micheal Löwy, Slavoj Žižek, Leandro Konder, Emir Sader, Ricardo Antunes, entre outros -, a revista também reúne nesta edição um dossiê sobre mídia, com reflexoes de João Brant, Gilberto Maringoni, Altamiro Borges, Ana Paula Amorin e Natalia Viana; na sessão "Clássico", cartas de Engels inéditas em português. O número traz ainda artigos de David Harvey, Antonio Carlos Mazzeo, Maria Orlanda Pinassi, e Celso Frederico, e poema e desenhos de Oscar Niemeyer, o homenageado da edição. Margem esquerda 20 traz ainda correspondência inédita de Caio Prado Jr., com texto de apresentação do historiador Luiz Bernardo Pericás.
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FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-20


Sumário


ENTREVISTA

Fernando Martínez Heredia
EMIR SADER

DOSSIÊ

Muita reticência e pouca vontade política
JOÃO BRANT

A crise do jornalismo industrial e os novos modelos de produção
NATALIA VIANA

A mídia e a disputa pela hegemonia
ALTAMIRO BORGES

A disputa pela regulação das comunicações na América Latina
GILBERTO MARINGONI

Liberdade de expressão como bandeira em disputa
ANA PAOLA AMORIM

ARTIGOS

Valores de uso, valores de troca e valores
DAVID HARVEY

O conceito de Virtus como legitimação do igualitarismo burguês
ANTONIO CARLOS MAZZEO

Nas sombras do obscurantismo
MARIA ORLANDA PINASSI

Os marxistas e a literatura: roteiros de leitura – Parte 2
CELSO FREDERICO

DOCUMENTO

Caio Prado Júnior: “Carta a Correligionários do PCB” (1932) e “Telegrama para a Embaixada da União Soviética” (1968)
LUIZ BERNARDO PERICÁS

CLÁSSICO

Engels e as cartas sobre a concepção materialista da história
PAULO DOUGLAS BARSOTTI

Cartas de Friedrich Engels sobre a concepção materialista da história
FRIEDRICH ENGELS

HOMENAGEM

Oscar Niemeyer, arquiteto do Brasil
LUIZ RECAMÁN

RESENHAS

Subdesenvolvimento, dependência e a revolução brasileira
MATHIAS SEIBEL LUCE

Para aprender a operar o método dialético: o legado de Lenin para Lukács
MARCELO BRAZ

NOTA DE LEITURA

O socialismo jurídico
PEDRO HENRIQUE NEVES DE CARVALHO

POESIA

Poema da curva
OSCAR NIEMEYER

 

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Menos que nada

Autor: Slavoj Zizek.

Hegel e a sombra do materialismo dialético.


 A filosofia ocidental tem se desenvolvido à sombra de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, de cuja influência cada novo pensador tenta, em vão, escapar. Seu idealismo absoluto tornou-se, assim, uma espécie de bicho-papão, obscurecendo o fato de ele ser o filósofo dominante da histórica transição à modernidade – período com o qual nosso tempo ainda guarda espantosas semelhanças. Hoje, à medida que o capitalismo global se autodestrói, iniciamos uma nova transição.

Slavoj Žižek, um dos filósofos mais ambiciosos da atualidade, defende neste livro que é imperativo não apenas voltar a Hegel, mas repetir e exceder seus triunfos, superar suas limitações e ser ainda mais hegeliano que o mestre em si. Tal abordagem permite que o autor, sempre à luz da metapsicologia de Jacques Lacan, diagnostique nossa condição atual e trave um diálogo crítico com as principais vertentes do pensamento contemporâneo – Martin Heidegger, Alain Badiou, o realismo especulativo, a física quân tica e as ciências cognitivas. Obra-prima de Žižek, Menos que nada retoma o legado hegeliano e apresenta um desenvolvimento sistemático de sua filosofia. 


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FICHA DO LIVRO

Título: Menos que nada
Autor: Slavoj Zizek

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 653
Peso: 565 g

Gênero: Filosofia - Psicologia
 
ISBN: 978-85-7559-316-5

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A dialética do trabalho II

Autor: Ricardo Antunes (Org).

 Escritos de Marx e Engels.

 "[...] começamos essa nova coletânea tratando de uma questão central do movimento operário e da luta mais geral de toda classe trabalhadora: a luta pela regulamentação (e redução) da jornada de trabalho, contraposição decisiva ao capital que sempre procura prolongá-la ao limite. As indagações aqui são: como se constitui a jornada de trabalho, como se contrapõem capital x trabalho na batalha decisiva pelo controle do tempo de trabalho? A apresentação magistral de Marx (que aqui só pode ser parcialmente publicada) é de leitura imprescindível para a compreensão efetiva da noção de tempo e de exploração para o capital. Por isso começamos essa coletânea com o texto “A jornada normal de trabalho” (itens 1, 2, 5 e 6), extraídos do excepcional do capítulo 8 do livro I d’O Capital. [...]" (Ricardo Antunes).


FICHA DO LIVRO

Título: A dialética do trabalho I – escritos de Marx e Engels
Autora: Ricardo Antunes (Org.)

Editora: Expressão Popular

Páginas: 232
Peso: 275 g

Gênero: Marxismo - Sociologia

ISBN: 978-85-7743-216-5

Sobre o Autor: Ricardo Antunes é professor titular de sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho (Cortez) entre outros.

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