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Educação infantil e registro de práticas





 
  O livro procura evidenciar as possibilidades da prática do registro no processo de formação contínua e em serviço de educadores, lançando luz sobre a importância da narrativa como espaço de construção de memória, identidade, autoria e produção de conhecimento. Traz à tona a perspectiva dos professores como produtores de saberes e a experiência – tomada, ao mesmo tempo, como objetivo e fundamento da reflexão – como palco do desenvolvimento profissional do educador. A obra constitui um incentivo os educadores que já registram ou desejam registrar suas práticas e aos profissionais da educação que exercem a mediação pedagógica em programas de formação de educadores.             


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FICHA DO LIVRO
Peso: 300 g 

ISBN:  9788524915468


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Educação infantil - muitos olhares





 
  Este livro contribui para subsidiar projetos pedagógico-educacionais através do relato de pesquisas e experiências de professores que trabalham diretamente com a criança ou com a formação dos profissionais que com elas atuam.


FICHA DO LIVRO

Título: Educação infantil - muitos olhares
Autora: Zilma Ramos de Oliveira (Org.)
 
Editora : Cortez
Páginas : 208
Peso: 255 g 

ISBN:  9788524916601



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Educação infantil - fundamentos e métodos




 
  Destaca elementos para a construção de uma proposta pedagógica por parte das instituições infantis com base no desenvolvimento como processo sociocultural que envolve a criança como um todo na interação com parceiros diversos em ambientes simbolicamente estruturados.



FICHA DO LIVRO

Título: Educação infantil - fundamentos e métodos
Autora:
Zilma Ramos de Oliveira
 
Editora : Cortez
Páginas : 264
Peso: 400 g 

ISBN:  9788524915741


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Educação estética para jovens e adultos

Autora: Sonia Carbonell.

  A estética habita a escola de jovens e adultos. Ensinar e aprender com jovens e adultos é um processo que se funda em um território sensível que embeleza e dignifica quem dele participa. Pensar a EJA sob os paradigmas da estética implica selecionar conteúdos e metodologias que se orientam para a essência e para as práticas sociais dos conhecimentos produzidos. Ao reconhecer e legitimar os alunos como sujeitos históricos, a Educação Estética se revela como um meio de reafirmar o protagonismo desses homens e mulheres que, na condição de oprimidos, traçam bravas trajetórias de conquistas e de lutas. Fundamentos na Fenomenologia e nos estudos do filósofo Maurice Merleau-Ponty, este livro traz à luz uma compreensão da estética tangível a todas as áreas do conhecimento humano e dimensiona, sob uma perspectiva filosófica, um currículo estético para jovens e adultos. É uma obra relevante para os estudiosos - iniciantes e iniciados - da Educação de Jovens e Adultos.

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FICHA DO LIVRO

Título: Educação estética para jovens e adultos
Autora:
Sonia Carbonell
 
Editora : Cortez
Páginas : 128
Peso: 166 g 

Gênero: Educação - Arte

ISBN: 9788524915970


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Educação escolar


 Políticas, estrutura e organização.
  
  Este livro proporciona aos futuros professores e gestores dos sistemas de ensino e das escolas bases conceituais para uma análise dos aspectos sociopolíticos, históricos, legais, pedagógicos-curriculares e organizacionais da educação escolar brasileira e da organização e gestão da escola, possibilitando uma visão crítico-compreensiva dos contextos em que os profissionais da educação exercem suas atividades. Com esse conteúdo, acredita-se que tais profissionais possam: Situar o sistema escolar brasileiro no contexto das transformações em curso na sociedade contemporânea; Conhecer e analisar as políticas educacionais, as reformas do ensino e os planos e diretrizes, tendo como foco a construção da escola pública brasileira; Conhecer a estrutura e organização do ensino brasileiro; Desenvolver conhecimento e competências para atuarem, de forma eficiente e participativa, nas práticas de organização e de gestão da escola e na transformação dessas práticas.



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FICHA DO LIVRO
Peso: 757 g 

Gênero: Educação

ISBN:  9788524918605


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Diversidade do campesinato: expressões e categorias - V.I


 Expressões e categorias.


 O Tomo IV da Coleção História Social do Campesinato no Brasil, intitulado Diversidade do campesinato: expressões e categorias, é dedicado à apresentação da diversidade sociocultural das configurações camponesas no Brasil e suas estratégias de reprodução social, e está composto por dois volumes. O primeiro, dedicado às construções identitárias e sociabilidades, e o segundo, às estratégias de reprodução social. Os artigos apresentados em ambos os volumes são estudos de situações contemporâneas e em sua maioria contemplam descrições etnográficas, demonstrando a plasticidade das formas camponesas e como estas respondem às transformações que ocorrem na sociedade maior e às orientações políticas e jurídicas oriundas do próprio Estado. Este volume reúne artigos que aliam discussão teórica à apresentação de um contexto empírico concreto e dados etnográficos, e está subdividido em duas partes: Cultura e Sociabilidades e Identidades e Territorialidades.

 


FICHA DO LIVRO


Editora: Unesp
Páginas: 336
Edição: 1ª
Ano: 2009
Peso: 506 g

Gênero: História - Questão Agrária

ISBN: 9788571399556


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Diversidade do campesinato: expressões e categorias - V.II


 Expressões e categorias.

 Consoante com os propósitos da Coleção História Social do Campesinato no Brasil, o Tomo IV intitulado Diversidade do campesinato: expressões e categorias, parte da idéia de que é necessário compreender as formas de organização econômica, social e cultural do campesinato, considerando diferentes espaços sociais e contextos históricos. Nesse sentido, o primeiro volume foi dedicado às construções identitárias e sociabilidades, e este segundo contempla as estratégias de reprodução social, apresentando a diversidade das formas com que o campesinato se objetiva e se expressa nas diversas regiões brasileiras. Analisar tanto os processos históricos de formação das categorias sociais quanto as transformações mais recentes são igualmente importantes para se compreender as diversas configurações do campesinato no Brasil.

FICHA DO LIVRO


Editora: Unesp
Páginas: 332
Edição: 1ª
Ano: 2009
Peso: 492 g

Gênero: História - Questão Agrária

ISBN: 9788571399686


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As distintas margens da escrita literária



  Este livro traz uma coletânea de dezessete ensaios da autora Maria Heloísa Martins Dias, sendo que catorze deles já foram veiculados em periódicos do Brasil e de Portugal, e três são inéditos. Juntos eles compõem uma ampla visão dos estudos literários atuais. Os textos, que analisam separadamente autores da Literatura luso-brasileira, têm como tema geral o diálogo das obras consigo mesmas, numa tentativa de desvendar a “aventura da linguagem”.

Assim, estão contemplados aqui escritores como João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Fernando Pessoa, António Nobre, Almada Negreiros, Teolinda Gersão, Carlos Drummond de Andrade, entre outros. Todos são vistos sobre o viés da autorreflexividade, com a autora buscando fugir dos já clássicos estudos literários que procuram entender como determinado autor foi lido à sua época, ou as circunstâncias culturais na qual este autor estava inserido no momento de sua produção. Para escapar dessas e de outras análises, Maria Heloísa Martins Dias busca o caminho puro e simples da contemplação da obra para tirar dela os seus significados.


FICHA DO LIVRO


Editora: Unesp
Páginas: 284
Edição: 1ª
Ano: 2011
Peso: 342 g

Gênero: Crítica Literária

ISBN: 9788539301324


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Direito, ética e biossegurança


 
 O objetivo deste livro é analisar a obrigação do Estado em face do direito ao genoma humano, consdierando as novas e distintas formas de manipulação genética humana, com destaque para as técnicas de alteração do código genético humano e de clonagem humana (reprodutiva e terapêutica). Pretendemos: buscar na Constituição Federal as normas que fundamentam e delineiam a mencionada obrigação do Estado de proteger o genoma humano; distinguir e compreender as técnicas especificadas, analisando riscos e benefícios de cada uma, e ponderando as implicações éticas delas advindas; contextualizar as técnicas da clonagem humana e da alteração do código genético humano no ordenamento jurídico vigente, analisando as normas constitucionais e infraconstitucionais aplicáveis à matéria; destacar a importância da participação da sociedade civil no processo de tomada de decisões sobre a manipulação do genoma humano, como pressuposto para a própria legitimidade das medidas políticas e legislativas a serem tomadas pelo Estado; refletir sobre a emergência desse novo direito humano - ao genoma humano -- , indagando sobre seu conteúdo, alcance e sua inserção nas gerações de direitos humanos, para, então, refletir sobre o surgimento de uma 4ª geração de direitos humanos, oriunda das revoluções biológica e biomédica.

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FICHA DO LIVRO


Editora: Unesp
Páginas: 228
Edição: 1ª
Ano: 2009
Peso: 279 g

Gênero: Filosofia - Direito

ISBN: 9788571398603


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Direito e Poder


 
 Este livro mostra como Kelsen ocupa um lugar fundamental não só no estudo de direito de Bobbio, mas também em sua teoria política. O filósofo italiano confessa que deve a ele ser um defensor da chamada concepção processual da democracia, vinculada à idéia proposta por Schumpeter de como a competição entre as elites as leva a tomarem o poder por meio de eleições livres. Formulada pelo jurista austro-norte-americano Hans Kelsen, a idéia de Teoria Pura do Direito, que exclui do Direito quaisquer referências estranhas, especialmente aquelas de cunho sociológico e axiológico (os valores), consideradas áreas de estudo da Sociologia e da Filosofia, é discutida neste livro pelo historiador do pensamento político Norberto Bobbio (1909-2004). Considerado o principal representante da chamada Escola Positivista do Direito, Kelsen, foi perseguido pelo nazismo e emigrou para os Estados Unidos, onde viveu até seus últimos dias, exercendo o magistério na Universidade de Berkeley. Recebeu duras críticas tanto de fascistas como de comunistas, mas seu pensamento é hoje base para muitas das instituições jurídicas que sustentam o Estado Democrático de Direito.

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FICHA DO LIVRO

Título: Direito e Poder

Editora: Unesp
Páginas: 304
Edição: 1ª
Ano: 2008
Peso: 378 g

Gênero: Filosofia - Direito

ISBN: 9788571398511


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Cansaço, a longa estação






 Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.

Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.”

O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar.

As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez. 

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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 96


ISBN: 978-85-7559-192-5



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A rima na escola, o verso na história



 Inspirada no diário de viagens de Mario de Andrade pelo norte e nordeste do Brasil, Maíra Soares Ferreira apresenta em seu novo livro, A rima na escola, o verso na história, a luta pela preservação da cultura popular afro-indígena e sertaneja e sua transmissão às novas gerações, em comunidades como a da favela do Real Parque, na capital paulista, formada por migrantes descendentes da aldeia Pankararu (PE). Este livro resultou de sua pesquisa-intervenção em torno da criação poética, desenvolvida em sala de aula com professores e alunos do 8º ano do ensino fundamental.

A obra, ganhadora do prêmio Patativa do Assaré (MinC, 2010), rastreia o processo de subjetivação de um coletivo de trabalhadores afro-indígenas sertanejos que, após ter sido trazido para São Paulo na década de 1950 como mão de obra da construção do estádio do Morumbi, ocupou um terreno à beira da marginal Pinheiros.

Ali, uma comunidade se formou à moda dos aldeamentos forçados, observados desde o Brasil Colônia e a abolição da escravatura nas mais diversas regiões do país, que obrigavam negros, indígenas e homens brancos “livres” pobres a viver juntos e aprisionados como parte da política de miscigenação e apagamento de seus traços étnicos e culturais para gerar homens “sem vínculos”. Por outro lado, como parte da resistência a essas mesmas imposições e modalidades de dominação, surgiram as mais diversas formas de hibridismos culturais.

A partir das dificuldades de inserção dessa comunidade na única escola pública de ensino fundamental da região, a jovem pesquisadora foi buscar o verso e a poesia popular remanescentes no Nordeste, reaquecidos pelas formas híbridas de composição poética e musical contemporâneas, no caso, entre o tradicional repente e o rap. Maíra ressalta o potencial crítico e transformador dessa confluência, formas que a seu ver expressam uma reinvenção da cultura popular nordestina ao apropriar-se do novo combinando-o com o velho. Nesse sentido, a autora não apenas nos oferece um método de trabalho em sala de aula, como nos permite compreender a cultura como forma de resistência.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 240

Gênero: Educação - Cultura - Letras

ISBN: 978-85-7559-211-3


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Do marxismo ao pós-marxismo?

 

 Planejado como um mapa e uma bússola, Do marxismo ao pós-marxismo?, do sociólogo sueco Göran Therborn, é uma tentativa de entender as mudanças sociais e intelectuais entre os séculos XX e XXI. Não tem a pretensão de ser uma história das ideias, mas apresenta propósitos bem claros: situar os espaços de pensamento e as práticas da esquerda; analisar a trajetória do marxismo no século XX; antecipar seu legado para o pensamento radical no século XXI.

Radicado em Cambridge, Therborn é conhecido pela desenvoltura com temas diversos, que vão do alto nível de especialização exigido pelas estatísticas demográficas até os desdobramentos contemporâneos do pensamento crítico. “Estamos diante de um sociólogo vocacionado para a pesquisa conceitual, mas que não renuncia ao diálogo com os dados empíricos”, afirma Ruy Braga ao distinguir Therborn de outros teóricos sociais. “Num ambiente universitário cada dia mais especializado, este livro relembra-nos uma antiga lição do marxismo clássico: o contato com audiências extra-acadêmicas enriquece o pensamento crítico.”

Aqueles que conhecem o sociólogo apenas por Sexo e poder, seu memorável estudo das transformações da instituição familiar no século XX, possivelmente se surpreenderão com Do marxismo ao pós-marxismo?, publicado pela primeira vez em português pela Boitempo.

A pergunta que norteia este livro conciso e panorâmico é: o marxismo ainda é relevante? Para Therborn, o marxismo pode ter um futuro incerto, mas sua principal fonte ainda tem muito a oferecer para a nossa época: “É bastante provável que Marx seja redescoberto muitas vezes no futuro; novas interpretações serão feitas e novas inspirações serão encontradas – embora pouco propícias a identificações ismo-ista. (...) a impressão que tenho é que ele está amadurecendo, como um bom queijo ou um vinho de safra – não recomendável para festas dionisíacas ou pequenos goles na frente de batalha. Ele é, de preferência, uma companhia estimulante para o pensamento profundo sobre os significados da modernidade e da emancipação humana”, afirma o autor, para quem a história da filosofia tende a produzir sempre novas técnicas de leitura.

Estimulante para o especialista e acessível ao público em geral, o livro assume uma visão planetária que observa a economia global, faz o balanço dos sucessos da "esquerda" no século XX e lamenta o que o autor chama de "a guerra de Bush contra o mundo". Depois de apresentar uma breve história do marxismo no século XX, o terceiro e talvez mais impressionante ensaio analisa o espectro de intelectuais de esquerda na virada do século XXI, abordando Habermas, Derrida, Hardt e Negri, entre outros. Suas observações afiadas alcançam as mais recentes tendências da filosofia contemporânea, como a retomada teológica da crença defendida por Alain Badiou e Slavoj Žižzek e o utopismo de Fredric Jameson e David Harvey.

Em uma declaração provocativa, Therborn diz que a esquerda precisa redescobrir um senso de diversão e prazer. “O compromisso da esquerda com o trabalho, com os direitos humanos socialmente significativos e com a não violência deveria cogitar também uma sociedade universal de prazer e diversão. A alegria sensual tem sido uma das contribuições brasileiras mais importantes aos Fóruns Sociais Mundiais e à possibilidade de um mundo diferente.”

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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 160


ISBN: 978-85-7559-166-6




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O socialismo jurídico

 

 Planejado por Friedrich Engels e Karl Kautsky, o artigo “O socialismo jurídico” foi publicado sem assinatura na revista da social-democracia alemã, Neue Zeit, em 1887. O objetivo era dar uma resposta aos ataques à teoria econômica de Karl Marx, assim como elaborar uma crítica ao reformismo jurídico e combater a sua influência no movimento operário.

“À época da escrita deste livro, os reformistas, em combate às idéias revolucionárias de Marx, apontavam para uma transição controlada, objetivando ganhos por meio do aumento de direitos, sem transformar plenamente as contradições da exploração capitalista”, afirma na orelha do livro o professor da Faculdade de Direito da USP, Alysson Leandro Mascaro, para quem O socialismo jurídico é uma das obras clássicas do marxismo sobre a relação entre o direito e o capitalismo.

“Engels e Kautsky dedicam esta obra justamente a combater o socialismo dos juristas – ou o socialismo por meio do direito. O direito é, irremediavelmente, uma forma do capitalismo. Assim sendo, é a revolução – e não a reforma por meio de instituições jurídicas – a única opção realmente transformadora das condições das classes trabalhadoras”, conclui Mascaro.

O texto é também uma crítica ao livro O direito ao produto integral do trabalho historicamente exposto, do sociólogo e jurista burguês austríaco Anton Menger, publicado em 1886, e que vinha obtendo grande repercussão. Em tal obra, Menger tentou provar que a teoria econômica de Marx fora plagiada dos socialistas utópicos ingleses da escola ricardiana, especialmente William Thompson. Essas afirmações, bem como a falsificação da essência da teoria marxiana efetuada por Menger, não poderiam passar despercebidas a Engels, que decidiu interceder.

Além do artigo que dá título ao livro, este volume agora publicado pela Boitempo – traduzido do alemão por Lívia Cotrim e Márcio Bilharinho Naves, filósofo do direito brasileiro e autor do livro Marxismo e direito: um estudo sobre Pachukanis (Boitempo) – traz ainda duas cartas de Engels a Laura Lafargue (filha de Marx) escritas em Londres, em 1886, que também tratam do tema.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 80


ISBN: 978-85-7559-210-6



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Mais Trabalho!

Autor: Sadi Dal Rosso.





 A quem serve o aumento da carga de trabalho no mundo contemporâneo? Quem se beneficia da intensificação da produtividade e do ritmo dos trabalhadores? Com certeza não são os próprios, que sofrem com os efeitos da dinâmica capitalista de elevar qualitativa e quantitativamente a produção a qualquer custo.

A partir dessa constatação, a obra Mais trabalho!, de Sadi Dal Rosso, analisa situações cruciais para a expansão do capitalismo no início do século XXI. Com argumentos consistentes e investigação rigorosa, Sadi desafia aqueles que acreditam no fim da centralidade do trabalho e no surgimento de uma nova sociedade sem trabalhadores.

O foco de sua pesquisa é a realidade de Brasília, cidade sem tradição de trabalho industrial, que serviu perfeitamente como objeto de observação dos fenômenos globais, que se pretendem modernos sem ser. Sadi Dal Rosso apresenta as conseqüências negativas do excesso de trabalho, onde a cobrança por resultados e a exigência de versatilidade cobram custos altíssimos da saúde física e emocional dos trabalhadores.

Publicado pela Boitempo dentro da coleção Mundo do trabalho, a obra desenvolve conceitos como intensidade do trabalho, a relação deste fenômeno com os trabalhadores e as conseqüências deste para a sociedade. Chegando a conclusões originais, Mais trabalho! demonstra empiricamente a atualidade da luta de classes, apontando quais segmentos sociais ganham com o enfraquecimento e a fragmentação das forças sociais do trabalho. Apresentação de Antonio David Cattani e orelha de Ricardo Antunes, coordenador da coleção.


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FICHA DO LIVRO

Título: Mais Trabalho!

Editora: Boitempo
Ano
: 2008
Páginas: 248


ISBN: 978-85-7559-119-2


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