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Os Camponeses e a Práxis da Produção Coletiva

Autores: Valéria de Marcos e João Edmilson Fabrini

 
Esse livro traz à tona  um debate histórico no interior do marxismo: as contradições entre a práxis camponesa e a proposta da produção coletiva como alternativa para a construção de uma sociedade socialista, incluindo também o debate sobre o anarquismo e, sobretudo, as formas de produção coletiva e comunitária  e as muitas formas e usos da terra no Brasil.


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FICHA DO LIVRO


Páginas: 152
Peso: 261

Gênero: Geografia

ISBN
:
978-85-7743-142-7
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Cultura e Sociedade no Brasil


 Ensaios Sobre Ideias e Formas


  Uma das principais características que marca a produção itelectual de Carlos Nelson Coutinho é a vinculação de suas reflexões teóricas (a crítica filosófica e literária) e a análise histórico-política (especialmente da formação social brasileira) às lutas sociais do povo brasileiro. Essa vinculação é também marcante em Cultura e sociedade no Brasil, uma reunião de diversos ensaios, escritos ao longo de mais de 40 anos – o primeiro deles data de 1965 e o mais recente é de 2006.São vários os aspectos que trazem unidade a este livro: a perspectiva marxista adotada na análise dos diferentes temas; a preocupação em compreender os diferentes aspectos da dinâmica da formação social brasileira, e seus reflexos tanto na cultura – através do trato de romancistas brasileiros e também do papel intelectual em uma sociedade como a brasileira – quanto na análise política, ao traçar relexões sobre três importantes intérpretes marxistas da realidade brasileira. A compreensão de que forma e conteúdo constituem uma unidade, assim com oa de que a sociedade deve ser sempre analisada a partir do ponto de vista da totalidade é algo presente ao longo de todo o livro. Nesse sentido, pode-se perceber a marcada influência de dois pensadores marxistas: György Lukács e Antonio Gramsci, "que nos ensinam a ver nas formas e nas ideias algo mais do que as leis da escrita ou a coerência do discurso: formas e ideias são também expressão condensada de constelações sociais, meios privilegiados de reproduzir espiritualmente as contradições reais e, ao mesmo tempo, de propor um modo novo de enfrentá-las e superá-las."

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FICHA DO LIVRO

Título: Cultura e Sociedade no Brasil
Autor: Carlos Nelson Coutinho

Editora: Expressão Popular
Páginas: 256
Peso: 200 g

Gênero
: Ciências Socias - Marxismo - Filosofia

ISBN
: 978-85-7743-187-8
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A Águia e a Cruz


 O Império Romano frente ao Cristianismo dos séculos I e II D.C.

  Como os cristãos eram vistos pelos romanos? No que diz respeito à religião os romanos suspeitavam de inovações e identificavam os cristãos como uma superstição, e como tal, era uma prática que afastava as pessoas da sociedade e que não usava a inteligência para pensar sobre os deuses. Para combater esta visão, as imagens distorcidas dos romanos e objetivando estabelecer a identidade cristã, os apologistas cristãos se esmeraram na elaboração de seus escritos. Seguindo pistas, como as expostas acima, este livro analisa a existência de uma identidade cristã no final do século I e início do século II d.C., a visão que os romanos tinham dos cristãos no mesmo período e o surgimento de um precedente para uma legislação anticristã nos séculos posteriores.




FICHA DO LIVRO


Editora: Paco Editorial
Páginas: 224
Ano: 2011

Formato: 16 x 23 cm 


GêneroHistória - Religião

ISBN: 99788563381507

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Guerra e Cinema

Autor: Paul Virilio.

Logística da Percepção.

Este não é um livro sobre filmes de guerra. Vai muito além disso. Se para o lendário diretor de cinema Samuel Fuller, ele mesmo um ex-soldado, “O cinema é como um campo de batalha”, Paul Virilio nos mostra que a guerra também tem muito de cinema. Ele analisa o desenvolvimento, surpreendentemente paralelo, dessas duas técnicas – desde a invenção dos irmãos Lumière e da Primeira Guerra Mundial –, concluindo que a real vitória em uma guerra, a dos “corações e mentes”, passa tanto pelo campo de batalha quanto pelo das imagens.

Virilio esmiúça a evolução histórica do cinema e da arte militar no século XX, principalmente nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria, estudando temas como o aprimoramento da técnica cinematográfica para o reconhecimento das áreas de combate e as relações entre a indústria do audiovisual e a indústria bélica.

Lançado pela coleção Estado de Sítio, coordenada pelo filósofo Paulo Arantes, e traduzido por Paulo Roberto Pires, o livro trata, entre outras abordagens inovadoras do autor, do uso e fascínio dos nazistas pelas imagens como propaganda (Leni Riefenstahl e O triunfo da vontade) até Guerra nas estrelas, filme e projeto bélico da era Reagan; da participação de cineastas nos conflitos de trincheira na Primeira Guerra (Griffith) até o apocalipse nuclear do Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick. Virilio explora as tênues fronteiras e o diálogo constante entre a realidade dos conflitos armados e as suas representações.

Na era da multiplicação de telas e imagens no cotidiano, do terrorismo transmitido via satélite, em que a “guerra sem fim” de Bush é um reality show sangrento, um espetáculo midiático – envolvendo a ficção das armas de destruição em massa, o vilão Saddam Hussein e a ameaça terrorista –, nada mais oportuno que este lançamento. Nestes tempos, em que a veiculação das imagens dos horrores bélicos cumpre papel protagonista, este livro, publicado em francês na década de 1980, é uma arma poderosa.


FICHA DO LIVRO

Título: Guerra e Cinema
Autor: Paul Virilio

Editora: Boitempo
Ano: 2005
Páginas: 208

Peso: 270 g

Gênero: Cinema - História
 
ISBN: 85-7559-076-6
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A Organização do Trabalho no Século 20



 O livro de Geraldo Augusto Pinto vem suprir uma importante lacuna para aqueles que querem ter uma melhor compreensão do que significam os termos fordismo, taylorismo e toyotismo. Escrito de modo bastante didático, mas sem perder a qualidade necessária, o autor mostra quais são os principais elementos que identificam e diferenciam o taylorismo e seu controle do tempo, o fordismo e sua produção em série e o toyotismo e sua produção flexível, todas acarretando, entretanto, enormes perdas para os trabalhadores e trabalhadoras.




FICHA DO LIVRO


Título: A Organização do Trabalho no Século 20
Autora
: Geraldo Augusto Pinto

Editora
: Expressão Popular
Páginas: 88

Peso: 122 g

Gênero
: Ciências Sociais, Trabalho

ISBN:
978-85-7743-028-4

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A Sagrada Família


A sagrada família, ou A crítica da Crítica crítica contra Bruno Bauer e consortes, foi escrita por dois autores ainda jovens e em gritante desacordo com o pensamento dominante na Berlim da época e analisa as conseqüências políticas do neo-hegelianismo, polemizando ferozmente com Bruno Bauer e seu irmão Edgar, editores da Gazeta Geral Literária, publicada em Charlottemburgo, que preconizava uma política liberal elitista.

Ao mesmo tempo panfletário e com reflexões teóricas densas, o texto revela a unidade interna do pensamento de Marx e Engels, tanto no que diz respeito à política, quanto à filosofia. Diferente de obras anteriores, onde a percepção dialética supera a observação empírica da contradição denunciada, em A sagrada família, essa contradição é apresentada através de recurso metodológico que situa a determinação material nas oposições internas de nossa vida cotidiana, através, inclusive, de exemplos concretos.

A obra foi concebida a partir do segundo encontro entre os dois pensadores, em agosto de 1844, em Paris. A contribuição de Marx, bem maior que a de Engels, reúne suas anotações relativas aos Manuscritos econômico-filosóficos e à Revolução Francesa. É o único escrito filosófico publicado com a intervenção direta dos autores; outras obras escritas em conjunto por Marx e Engels, como Os manuscritos de Paris, Sobre a crítica do Estado hegeliano ou, até mesmo, A ideologia alemã, foram publicadas apenas postumamente.

Engels escreveu os três primeiros capítulos, o primeiro e o segundo parágrafo do capítulo IV e o item 2b do capítulo VII. Marx escreveu o restante da obra, que é composta de um prefácio escrito por ambos e nove capítulos.

A presente edição traz ilustração inédita de Loredano, orelha assinada por Leandro Konder e tradução de Marcelo Backes. Completa o volume um índice onomástico e outro de personagens literárias, bíblicas e mitológicas, além de uma relação de obras citadas e outra de periódicos e artigos e uma cronobiografia resumida.


FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2003
Páginas: 280
Peso: 450 g


ISBN: 85-7559-032-4


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Comunicação e Cultura: As Ideias de Paulo Freire


 Trinta anos após sua primeira edição, o que justificaria a republicação de Comunicação e Cultura: as ideias de Paulo Freire, um livro que explora o pensamento e a prática do educador brasileiro no período anterior à dissolução do chamado socialismo real; anterior às eleições que levaram ao poder vários governos populares na América Latina, na contramão da nossa tradição histórica; anterior à revolução digital que dá origem às imensas transformações tecnológicas nas comunicações? O que a prática e a reflexão posteriores de Freire – produtivo até sua morte em 1997 – acrescentaram sobre comunicação e cultura? O que pensam os pesquisadores, sobretudo os brasileiros, a respeito da contribuição de Freire para os estudos de comunicação?
 
FICHA DO LIVRO


Editora: Perseu Abramo
Páginas: 190
Ano: 2011
Edição: 1ª 
Peso: 240g



ISBN: 9788576430988
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Mídia - Crise Política e Poder no Brasil


  Em Mídia: Crise política e poder no Brasil, o professor e jornalista Venício A. de Lima aborda a relação entre mídia e política, onde analisa a cobertura da crise política, recheado de casos gerais de omissão, saliências e distorções e exemplos de coberturas específicas de veículos como Veja, Época, Jornal Nacional, O Globo e Folha de S.Paulo. O livro trata ainda da concentração da mídia brasileira e discute provocativamente a velha questão sobre qual dos dois veículos é mais importante para a formação da opinião pública no Brasil: o jornal ou a TV.



FICHA DO LIVRO


Editora: Perseu Abramo
Páginas: 176
Ano: 2006
Edição: 1ª 
Peso: 230g



GêneroCultura - Comunicação 

ISBN: 8576430282
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Trabalho Imaterial


  Marx e o Debate Contemporâneo

 O trabalho imaterial tornou-se um dos mais relevantes temas do debate social-teórico e político contemporâneo, envolvendo autores das mais diferentes filiações teóricas e ideológicas. Embora se trate de um debate originado no contexto europeu e norte-americano, ele chegou ao Brasil com muita força, animando diversas pesquisas acadêmicas. Henrique Amorim foi um dos primeiros pesquisadores brasileiros a estudar este tema e o fez brilhantemente, explorando de forma crítica o elo que muitos dos autores contemporâneos estabelecem entre o debate atual sobre o imaterial com o conceito marxiano de “general intellect”, conceito que se tornou umas das principais referências deste debate contemporâneo. Além de ser um dos primeiros estudos sobre o assunto, o livro de Amorim é certamente umas das mais importantes contribuições ao debate brasileiro sobre o imaterial. (Josué Pereira da Silva)

 

FICHA DO LIVRO
 
Título: Trabalho Imaterial
Autor: Henrique Amorim

Editora: Annablume
Ano
: 2009
Páginas: 162

Gênero: Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7419-969-6
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Brecht: A Estética do Teatro

Autor: Gerd Bornheim.

 Neste livro, Gerd Bornheim propõe uma nova abordagem da obra brechtiana. Baseando-se tanto nas peças como no Diário de trabalho e nos escritos teóricos de Brecht, o autor faz uma leitura criativa da trajetória e da obra deste inovador teatrólogo alemão, evitando cientificismos. O livro desenvolve-se ao longo de três eixos: o estético, o social e o especificamente teatral.



FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Ano: 1992
Páginas: 384
Formato: 14x21cm

Gênero: Teatro

ISBN: 8570380380
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Dialética do Concreto

Autor: Karel Kosik.

  Kosik analisa as mistificações "da pseudoconcreticidade", que é o mundo da "reificação", das aparências enganadoras, dos preconceitos, da "práxis fetichizada". Para não se perder em face dos múltiplos aspectos fenomênicos da realidade que a autêntica práxis vai desvendando, o conhecimento humano precisa discernir no real, a cada passo, a unidade dialética da essência e do fenômeno. Por isso, Kosik insiste no caráter necessariamente totalizante do conhecimento

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FICHA DO LIVRO
Edição:  2º - 1976
Reimpressão - 8 ª 2010
Páginas: 248
Peso: 300 gramas

Gênero: Filosofia

ISBN: 9788577531127
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O Negro e o Socialismo



Desde nossa colonização até os dias atuais, a questão racial e a questão nacional têm relação direta com a discriminação – velada ou explícita – sofrida pelos negros em diversos âmbitos. Nas palavras de Octavio Ianni, trata-se de uma questão que “sempre foi, tem sido e continuará a ser um dilema fundamental da formação, conformação e transformação da sociedade brasileira”. Neste volume da coleção Socialismo em Discussão é abordada a relação nem sempre tranqüila entre as esquerdas e a questão racial, e como isso afeta os partidos e o movimento negro.

FICHA DO LIVRO


Editora: Perseu Abramo
Páginas: 84
Edição: 1ª
Ano: 2005
Peso: 100 g

Gênero:
Raça e Etnia - Ciências Sociais

ISBN: 8576430118
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Classes Sociais em Mudança e a Luta pelo Socialismo


 Este volume da coleção Socialismo em Discussão debate a questão das classes sociais e seu papel na luta pelo socialismo hoje. A partir de questões como a perda da centralidade da classe operária no movimento sindical e dos partidos de esquerda, analisam-se novas perspectivas de transformação social.


FICHA DO LIVRO


Editora: Perseu Abramo
Páginas: 60
Edição: 1ª
Ano: 2000
Peso: 80 g

Gênero: Ciências Sociais - Política

ISBN: 8586469394
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O Escravismo Colonial


O estudo de uma formação social deve começar pelo estudo do modo de produção que lhe serve de base material. As formações sociais podem conter um único modo, o que lhes atribuirá homogeneidade estrutural. Podem conter, no entanto, vários modos, dos quais o dominante determinará o caráter geral da formação social. Comumente, os próprios modos de produção não são puros, mas encerram categorias insuficientemente desenvolvidas ou decadentes, que representam embriões ou sobrevivências de modos de produção diferentes.

O objeto desta obra é o modo de produção escravista colonial. Somente o fundamento da formação social escravista, e não toda ela. Uma vez que o autor tem consciência da distinção entre modo de produção e formação social, seria descabido imputar-lhe a deformação economicista na abordagem de um objeto do domínio da economia política. O que se deu foi, aliás, algo bem diverso, conforme constatarão o leitor: a abordagem do modo de produção sob o tríplice enfoque da economia política, da ciência histórica e da sociologia, que resultou num profundo estudo subordinado ao conhecido rigor metodológico de Jacob Gorender, marxista que participou ativamente, no Brasil, das lutas sociais e políticas do século XX.

Escrito nos primeiros anos de 1970, “O Escravismo Colonial”. marcou a historiografia e ressurge, três décadas depois, pela Editora Fundação Perseu Abramo. Traz valoroso prefácio de Mário Maestri, homenageia a trajetória do autor, contextualiza o cenário político central da obra e nos coloca diante de um tema sempre atual, o debate sobre a construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

FICHA DO LIVRO


Editora: Perseu Abramo
Páginas: 632
Edição: 5ª
Ano: 2011
Peso: 900 g

Gênero: História -
Raça e Etnia

ISBN: 9788576430827
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História & Gênero



  Como as relações de gênero vêm se estabelecendo na história é o fio condutor deste livro que, segundo a autora, se guia por uma abordagem que ressalta a natureza relacional da construção social das definições de feminino e masculino. Por meio de uma pesquisa sobre a escravidão, Andréa Lisly Gonçalves se deparou com um elemento que se despontou como importante instrumento para a compreensão dos processos históricos: o gênero. A autora faz um balanço do caminho percorrido pela história das mulheres e do gênero desde a década de 1960 aos dias atuais. Se a reflexão sobre essa temática sugere desafios para os estudiosos do tema, para homens e mulheres deve despertar interesse em se enxergarem além de suas diferenças biológicas e convenções já enraizadas na sociedade.





FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Páginas: 160
Ano: 2006


ISBN: 8575261924
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História da Escravidão


 Em A história da escravidão, o autor francês Olivier Pétré-Grenouilleau analisa não só a organização produtiva desse sistema, mas as raízes deixadas pela escravidão na maneira da humanidade conceber e interagir com o mundo.

A obra busca responder a três questões que podem parecer simples, mas delineiam uma investigação sobre a história da humanidade a partir das marcas deixadas por tal sistema: o que é realmente escravidão? Por que "apareceu" e como evoluiu? Como, afinal, conseguimos aboli-la por toda parte, ao menos oficialmente, embora muitas vezes ela ainda resista de forma clandestina? Com um texto acessível e didático, o autor resgata as origens da escravidão e seus desdobramentos ao longo da história para mostrar o desafio colocado nos dias atuais por alguns de seus legados, como o racismo e as segregações.

FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano: 2009
Páginas: 152
Peso: 210 g.


ISBN: 978-85-7559-152-9
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Vovó Nagô e Papai Branco



  Usos e abusos da África no Brasil.
 Neste livro desmistificador, polêmico e iconoclasta, a autora mostra que a configuração das religiões afro-brasileiras se dá no confronto das posições ideológicas dos vários atores sociais: senhores, escravos, políticos, policiais, poderosos homens de negócio, padres, pais e mães-de-santo, psiquiatras etc.

Obs: Livro da primeira edição, de 1988. Apresenta sinais de envelhecimento.



FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Páginas: 262
Ano: 1988
Peso: 300 g



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Comunidade

Autor: Zygmunt Bauman.

  A busca por segurança no mundo atual.
 O mundo que habitamos é cada vez menos capaz de oferecer segurança; mas há um paraíso onde estamos a salvo das ameaças externas, um “lugar aconchegante”: a comunidade. Ao mesmo tempo em que oferece proteção, a vida em comunidade apresenta um dilema, com suas restrições à liberdade individual.
Por isso, a comunidade é um conceito-chave para a compreensão da natureza e o futuro das sociedades. Para Zygmunt Bauman, trata-se de um paraíso perdido, provavelmente longe de ser alcançado. Nesse livro, o sociólogo se volta para o tema da busca por segurança em detrimento da liberdade individual, analisando como conciliar a preservação dos direitos do indivíduo e a vida em comunidade.
FICHA DO LIVRO

Título: Comunidade
Autor:
Zygmunt Bauman

Editora: Zahar
Ano
: 2003
Páginas: 144

Peso: 184 g

GêneroCiências Sociais

ISBN:
9788571106994
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O Trabalho Duplicado


 A divisão sexual no trabalho e na reprodução - um estudos ds trabalhadores do telemarketing.

O eixo central do estudo é o questionamento acerca da existência ou da inexistência de uma divisão mais igualitária do trabalho na sociedade capitalista. Portanto, esse livro oferece elementos importantes para responder a essa questão e, desse modo, apresentar um panorama de como a divisão sexual do trabalho, tanto na esfera produtiva quanto na reprodutiva, das mulheres trabalhadoras vem ocorrendo, a partir do estudo das trabalhadoras do telemarketing. Como diz nossa nota de Apresentação do livro, “O Trabalho Duplicado, de Claudia Mazzei Nogueira, tem uma dupla originalidade: articula analiticamente as categorias do Trabalho e Reprodução, partindo do referencial marxista de Lukács, para melhor compreender a relevante temática da divisão sócio-sexual do trabalho. Dada a enorme feminização do mundo do trabalho, a autora realiza uma incursão empírica que lhe permite explicitar, de maneira pioneira, alguns traços constitutivos da dupla jornada de trabalho que caracteriza o cotidiano feminino. E o faz através do estudo das trabalhadoras do telemarketing, caracterizado tanto pela exploração existente no mundo produtivo dos call center, quanto pela opressão estampada no espaço reprodutivo. O que configura o que a autora sugestivamente denomina como Trabalho Duplicado”.




FICHA DO LIVRO


Páginas: 240


ISBN
: 9788587394989
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Os Prazeres da Noite

Autora: Margareth Rago.

 Prostituição e Códigos da Sexualidade Feminina em São Paulo (1980-1930).

 A segunda edição, revista e ampliada, de Os prazeres da noite reconstrói o cenário e o ambiente da sociedade paulistana no período de 1890 a 1930 e sua relação com a prostituição. Considerada um clássico na área, a obra é resultado de vasta pesquisa e foi tese de doutorado defendida no departamento de História na Unicamp, empreendida por Margareth Rago. 



FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Páginas: 364
Ano: 2008
Edição: 2ª Ampliada 
ISBN: 9788577530595

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Práticas e Representações Femininas


 Do Catolicismo à Cultura Letrada.

 
Na transição do século XIX para o século XX, interesses divergentes competiam para determinar os rumos do Brasil que deixava de ser império e passava a república. Se, por um lado, o Estado que se formava tinha uma forte tendência para o racionalismo e a qualidade de laico, a elite dominante era altamente influenciada pelos moldes europeus de uma sociedade baseada nas crenças católicas. Envolvida nesse contexto, a realidade feminina também se tornou contraditória. Se, por um lado, foi oferecida às mulheres a oportunidade da formação educacional, por outro, os ensinamentos da escola impunham um modelo que muito se afastava dos conceitos de liberdade e independência. O Colégio Nossa Senhora de Lourdes, rigidamente comandado pelas irmãs francesas da Congregação das Irmãs de São José, passou a funcionar em Franca no dia 1° de novembro de 1888 e, com ele, ficou garantida a educação das meninas sob os moldes do conservadorismo católico. Entre aulas de Doutrina Cristã, Caligrafia, História Sagrada e Canto, as meninas viviam um cotidiano construído em todos seus detalhes de acordo com o ideal de mulher como mãe amorosa, esposa dedicada ao lar e subordinada à autoridade do marido. Práticas e representações femininas faz dos fatos históricos uma compreensão da posição feminina na sociedade no passado e no presente. Assim como ocorreu com a autora Patrícia Martins, a obra propõe que mulheres se reconheçam e a sociedade reflita sobre dogmas e posturas que poderiam ser mudadas na construção de uma realidade mais igualitária.






FICHA DO LIVRO


Editora: Paco Editorial
Páginas: 204
Ano: 2011
ISBN: 9788563381743




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