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Dialética e Direito


 Linguagem, sentido e realidade. 

 A estrutura do livro teve como fundamento os princípios e as diretrizes que nortearam o autor no desenvolvimento da ideia de unificar, em grandes linhas, a metodologia dialético-realista com as dimensões semiótica e hermenêutica no que respeita à criação, à interpretação e à aplicação do direito, visando à sua melhor compreensão no âmbito de uma sociedade extremamente desigual e conflitiva como a nossa. 

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FICHA DO LIVRO

Título: Dialética e Direito
Autor:
Alaôr Caffé Alves


Editora: Manole
Páginas: 544

Ano: 2010
Formato: 15,5 x 22,5 cm


Gênero: Direito  - Filosofia

ISBN: 9788520427446
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Agricultura Familiar: Multifuncionalidade e desenvolvimento territorial no Brasil

Autor: Ademir A. Cazella, Philippe Bonnal e Renato S. Mal.
  
 Coletânea de textos sobre Agricultura Familiar, relativos ao projeto "Pesquisa e ações de divulgação sobre o tema da multifuncionalidade da agricultura familiar e desenvolvimento territorial no Brasil, executado no período 2006-2008 com apoio do Nead/IICA.

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FICHA DO LIVRO

Editora: Mauad
Páginas:304

ISBN978-85-7478-292-8
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Teatro de Arena

 Um dos momentos mais criativos da cultura brasileira, o final dos anos 1950 e início dos 60 deixou na memória coletiva muito mais a Bossa Nova e o Cinema Novo do que o teatro - talvez porque as imagens e os sons possuem maior capacidade de se reproduzir ao longo do tempo. Mas naqueles anos em que emergiam para a vida política e cultural novas gerações de estudantes e de trabalhadores, o teatro desempenhou um papel tão importante quanto a música e o cinema.

Até o surgimento do Arena, a tendência dominante no teatro brasileiro era o rigor formal, quase solene, da mesma forma que a política era coisa de adultos. Foi através de Glauber, Tom, Guarnieri, José Renato e Boal, entre tantos outros que faziam teatro com o vigor de quem busca transformar o mundo, que esse círculo estreito foi rompido e novas dimensões do Brasil foram reveladas pela arte aberta aos sentimentos populares.

Rompendo o fosso entre atores e espectadores, na arena do teatro da rua Teodoro Baima aprendia-se concretamente o que dizia Brecht sobre a relação entre arte e revolução, entre política e cultura, entre música e teatro. De Eles não usam black-tie a Arena conta Zumbi, de Chapetuba Futebol Clube a Arena conta Tiradentes, o público era convidado a compreender e a protagonizar a história brasileira. Esses vínculos essenciais só foram rompidos, à força de baionetas, pela ditadura militar.



FICHA DO LIVRO

Título: Teatro de Arena

Editora: Boitempo
Ano: 2004
Páginas: 160
Peso: 240 g.

GêneroTeatro

ISBN: 85-7559-043-X
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A Crise Completa

Autor:Lauro Campos.

 A Economia Política do Não.

 A crise econômica mundial, especialmente após o fracasso das políticas neoliberais em várias partes do mundo, está permitindo a busca de novas interpretações sobre o modo de produção capitalista, suas contradições e crises. Nesse sentido, o livro do professor Lauro Campos, A crise completa: a economia política do não, traz uma importante contribuição para quem quer discutir a fundo a natureza desse sistema e o sentido histórico de suas contradições.

O trabalho busca compreender as transformações dos fenômenos sócio-econômicos do capitalismo. As relações polarizadas que constituem a infra-estrutura da economia capitalista revelam as contradições que, por meio de auges e de depressões sucessivas, produzem a história econômica e a história do pensamento econômico capitalista. Sob o aparente desenvolvimento, se produz e desenvolve a crise. Ao lado do trabalho produtivo, que traz lucro e desenvolve as forças produtivas, cresce e se avoluma o trabalho não produtivo, se afirmam as não-mercadorias, não-valores de uso e não-valores em que o trabalho não produtivo se materializa.


FICHA DO LIVRO

Autores: Lauro Campos

Editora: Boitempo
Ano: 2001
Páginas: 346
Peso: 530 g.


ISBN: 85-85934-73-5
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Uma Hermenêutica para o Programa Constitucional do Trabalho Rural

 
  Enxergar o Direito através da política, e a política através do Direito. Revelada no cotidiano da luta social, esta relação é o que dá sentido à práxis jurídica e a este livro. De fato, este é o sentido que os movimentos sociais vêm ensinando aos que atuam na esfera do direito.

O ponto de partida é a realidade social. Busca-se verificar como a questão agrária foi incorporada à Constituição de 1988, para então traçar como a Constituição determina que o Estado e a sociedade devam atuar para erradicar a pobreza, a marginalidade e as desigualdades sociais. Trata-se de utilizar taticamente a Constituição na construção de uma estratégia histórica que a transcenda.
(...)

Assim, o livro apresenta uma análise integrada da teoria da Constituição com o método hermenêutico adequado a uma práxis jurídico-transformadora. A intenção é trabalhar sob a perspectiva de um Direito Agrário constitucional.


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FICHA DO LIVRO

Título: Uma Hermenêutica para o Programa Constitucional do Trabalho Rural
Autor: Antônio Escrivão Filho


Editora: Expressão Popular
Páginas: 192
Peso: 315 g.


Gênero: Direito - Questão Agrária


ISBN: 9978-85-7743-181-6
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O Capital: Livro 1 - O Processo de Produção do Capital (Vol. 1)

Autor: Karl Marx.



 O Processo de Produção do Capital.

 Malgrado o impacto que teve e continua a ter, com todos os méritos, nos debates da chamada “ciência econômica”, O CAPITAL — que não por acaso tem como subtítulo CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA — não é simplesmente um livro de economia. Graças ao emprego do método dialético, que privilegia o ponto de vista da totalidade, a obra tem como objeto a reconstrução das principais determinações da vida social global dos homens. Quando, numa carta a Engels, Marx chamou o seu livro de “um todo artístico”, não fazia com isso uma simples metáfora: buscava indicar o princípio metodológico que orienta seu trabalho e que lhe possibilita atingir aquela profunda unidade sistemática de conceitos que reproduz, no plano do pensamento, a unidade do próprio ser social na riqueza explicitada e concreta de todas as suas determinações.


Por isso, os conceitos que Marx elabora em O CAPITAL — mercadoria, capital, mais-valia, lucro e juro, renda fundiária, reprodução simples e ampliada etc. — não são simples enunciados de “fatos” econômicos: são categorias que expressam relações sociais histórico-concretas, o modo pelo qual — numa determinada etapa de sua evolução — os homens dominam a natureza e criam novas e cada vez mais complexas formas de sociabilidade. A “crítica” anunciada por Marx, no subtítulo de sua obra-prima, tem por objetivo dissolver dialeticamente a pretensa autonomia dos “fatos” econômicos na totalidade social onde ganham seu verdadeiro sentido. Para ele, o capital não é (ao contrário do modo como se apresenta imediatamente e é apresentado pelos seus ideólogos) uma “coisa”, um “fetiche”, um “fato natural”, mas é uma relação histórico-social entre os homens. Para demonstrar isso, Marx examina a dinâmica do capital, sua gênese histórica e suas contradições imanentes, o que lhe permite enunciar a possibilidade concreta de que o modo de produção capitalista venha a ser superado por novas e mais ricas formas de sociabilidade, às quais deu o nome de “socialismo” ou “comunismo”.


A observação de Georg Lukács — “a ortodoxia em matéria de marxismo diz respeito somente ao método” — indica como O CAPITAL deve ser relido hoje: buscando-se nele não a veracidade positivista desta ou daquela afirmação, mas o sentido profundo do método crítico-dialético com o qual opera. Se fizermos isso, veremos que O CAPITAL continua a fornecer o mais eficiente instrumento para dissipar o véu fetichista com que os atuais teóricos do neoliberalismo e da “pós-modernidade” pretendem encobrir as novas e dramáticas contradições do capitalismo “globalizado”.


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FICHA DO LIVRO
Edição: 28°
Páginas: 574
Formato: 16 x 23 cm 
Peso: 960 g.

Gênero : Ciências Sociais - Economia - Filosofia

ISBN:  8520004679
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A Música como Instrumento de Poder

Autora: Daisy Oliveira.

Villa-Lobos foi um visionário que tomou para si como missão, em sua época, transformar a educação de crianças e jovens pela música. Não há limites para as lições em diferentes aspectos que podemos descobrir em sua trajetória empolgante. O trabalho de investigação da autora imerge no impacto histórico, político e pedagógico-musical do Canto Orfeônico, com grande sensibilidade, aliada a sua vasta e rica experiência como professora de educação musical e musicista. O caminho da pesquisa encaminha-se num envolvimento crescente com o estudo das questões que aliam música, educação, política e poder, além de suas representações simbólicas. Para a trajetória da Educação Musical deste século, a autora reflete sobre processos mais socializantes, mais inclusivos, diante do multiculturalismo da época atual, muito embora destaque a importância das diferenças que fazem parte da construção das identidades.


FICHA DO LIVRO

 
Título: A Música como Instrumento de Poder
Autor: Daisy Oliveira

Editora: Paco Editorial
Páginas: 196
Ano: 2011
Edição: 1ª

Gênero: História - Música - Política

ISBN: 9788564367135
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A escuta singular de Pixinguinha

Autora: Virgínia de Almeida Bessa.

História e música popular no Brasil dos anos 1920 e 1930.

A obra A escuta singular de Pixinguinha, de Virgínia Bessa, procura desvendar alguns intricados aspectos da trajetória de Pixinguinha. Reconstruindo o painel cultural e musical da capital republicana nas primeiras décadas do século XX, a historiadora procura compreender a multiplicidade de caminhos que se apresentam ao músico e explicita as escolhas feitas por ele nesse rico e aberto painel de tempos e possibilidades históricas. Como boa parte dos músicos populares do período, "Pixinguinha desenvolveu uma escuta aberta, incorporando em seu repertório os novos ritmos e timbres" presentes na época. Para Virgínia Bessa, essa escuta era ainda parte de uma estratégia de sobrevivência, já que possibilitava sua atuação profissional e a decorrente ascensão social. São justamente alguns elementos dessa escuta singular, revelada nas composições, interpretações e arranjos de Pixinguinha, que ela privilegia como objeto e examina em seu trabalho. Essa não é uma tarefa simples, pois nesse longo processo o compositor incorporou à sua obra não só a "misturada de gêneros" que, segundo Mário de Andrade, caracterizava a música popular da época, mas também elementos do folclore, influências jazzísticas, discursos da música erudita e até as necessidades das nascentes indústrias fonográfica e radiofônica, já que delas tirava sua sobrevivência. 



FICHA DO LIVRO

Título: A escuta singular de Pixinguinha
AutorA
: Virgínia de Almeida Bessa.

Editora: Alameda
Páginas: 366
Ano: 2010
Edição: 1ª

Gênero: História - Música - Cultura

ISBN: 857939063X

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István Mészáros e os desafios do tempo histórico

Autores: Ivana Jinkings e Rodrigo Nobile (orgs).

Em homenagem à trajetória intelectual de um dos maiores pensadores marxistas da atualidade, a Boitempo publica István Mészáros e os desafios do tempo histórico, coletânea de ensaios de renomados intelectuais do Brasil e do exterior sobre os escritos fundamentais do filósofo húngaro. O livro traz as reflexões que resultaram da última visita de István Mészáros ao país, em 2009, quando foi tema do III Seminário Internacional Margem Esquerda e palestrou em universidades de oito cidades brasileiras, com público estimado de 4 mil pessoas. Figuram na lista 22 articulistas convidados a revelar o arcabouço intelectual mészáriano, de militância e comprometimento absoluto com uma mudança social radical da sociedade.

Organizados em dezoito mesas de debate que refletiram temas diversos (meio ambiente, educação, trabalho, alienação, financeirização, indústria bélica, entre outros) – sempre sob a perspectiva marxista e o legado de Mészáros –, intelectuais como Afrânio Mendes Catani, Brett Clark, Edmilson Costa, Emir Sader, François Chesnais, Giovanni Alves, Jesus Ranieri, John Bellamy Foster, Jorge Beinstein, Jorge Giordani, Maria Orlanda Pinassi, Miguel Vedda, Osvaldo Coggiola, Plínio de Arruda Sampaio Jr., Ricardo Antunes, Ricardo Musse, Roberto Leher, Rodrigo de Souza Dantas, Valério Arcary e Wolfgang Leo Maar desenvolveram discussões acerca da ideologia, do sistema do capital, de sua crise estrutural e sua necessária superação, alguns dos temas que compõem a presente obra. 



FICHA DO LIVRO

Autores: Ivana Jinkings e Rodrigo Nobile (orgs).

Editora: Boitempo
Ano: 2011
Páginas: 280
Peso: 445 g.


ISBN: 978-85-7559-177-2

Textos de: Afrânio Mendes Catani, Bellamy Foster, Brett Clark, Edmilson Costa, Emir Sader, François Chesnais, Giovanni Alves, Jesus Ranieri, Jorge Beinstein, Jorge Giordani, Maria Orlanda Pinassi, Miguel Vedda, Osvaldo Coggiola, Plínio de Arruda Sampaio Jr., Ricardo Antunes, Ricardo Musse, Rodrigo Dantas, Roberto Leher, Valério Arcary e Wolfgang Leo Maar. 
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Atualidade histórica da ofensiva socialista


 Em Atualidade histórica da ofensiva socialista – uma alternativa radical ao sistema parlamentar o marxista húngaro István Mészáros propõe um enfrentamento aos “graves problemas de nossa ‘política democrática’” como forma de responder à indagação: o que continua irremediavelmente errado no que se refere às genuínas expectativas socialistas? Fugindo de explicações simplistas que apontam “traições” no momento da chegada ao poder, Mészáros aponta para a necessidade de uma crítica profunda da concepção que vê na disputa dentro do sistema parlamentar um cenário de construção de transformações sociais.  
 Segundo ele, o discurso político tradicional proclama o sistema parlamentar como “o centro de referência necessário de toda mudança legítima”, tratando como tabu qualquer crítica que sugira algo além de pequenas mudanças em seu funcionamento. O autor de Para além do capital propõe que a alternativa necessária a esse sistema estaria ligada à “questão da verdadeira participação”, definida por ele nos termos de “autogestão plenamente autônoma da sociedade pelos produtores livremente associados em todos os domínios, muito além das restritas mediações do Estado político moderno”. 


FICHA DO LIVRO

Título: Atualidade histórica da ofensiva socialista

Editora: Boitempo
Ano: 2010
Páginas: 208
Peso: 280 g.

Gênero: Ciências Sociais,

ISBN: 978-85-7559-159-8
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Estrutura social e formas de consciência vol. I


A partir de uma minuciosa investigação, Mészáros combate o mito da ciência enquanto empreendimento puramente teórico e neutro, desvinculado de qualquer relação com os interesses de classes, e mostra os limites impostos pelo modo de reprodução social à formulação teórica. Mészáros se debruça sobre as fases de grande continuidade no desenvolvimento do sistema capitalista, voltando seu olhar para a metodologia de diferentes pensadores inseridos num mesmo terreno social, orientado pela reprodução do capital.

Os legados de Descartes, Kant, Hegel, Marx, Husserl, Sartre, Lévi-Strauss, Foucault e Hannah Arendt são alguns dos pontos revisitados por Mészáros nesta investigação. Entre outros aspectos, o autor desfaz a ilusão de que a tradição intelectual burguesa representa “o interesse universal da sociedade” e demonstra que, ao contrário, tais correntes filosóficas buscam referendar o capital como a única alternativa viável, desconsiderando de maneira conveniente sua dimensão histórica.

A obra desvenda, assim, as “características identificáveis de forma nítida” que circunscrevem os parâmetros metodológicos durante a era do capital, mesmo que sob as significativas inovações teóricas e metodológicas particulares ocorridas em diferentes fases do desenvolvimento socioeconômico. Resgatando o legado de Marx, Mészáros mostra que “a superação dessa perspectiva metodológica implicaria a superação do próprio capital, visto que há uma conexão insolúvel entre esses dois momentos”, segundo Ivo Tonet, que assina a orelha da obra. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano: 2009
Páginas: 312
Peso: 490 g.

Gênero: Ciências Sociais,

ISBN: 978-85-7559-140-6

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Filosofia, ideologia e ciência social

 Filosofia, ideologia e ciência social traz ensaios que voltados para temas e problemáticas distintas como filosofia, análise literária e ciências sociais, explorados de maneira rica e complexa, a partir de seus contextos históricos e de uma perspectiva crítica. 
 A preocupação fundamental de Mészáros nesta obra é o esclarecimento do poder da ideologia e de seu papel no processo dos ajustes estruturais. Segundo o autor, as condições de dominação estão estreitamente ligadas à intervenção de poderosos fatores de ordem ideológica. Esta questão perpassa o livro, atuando como elo entre os textos que tratam de assuntos diversos. 
 A partir da análise de autores como Weber, Parsons, Keynes, Kant e Hegel, Mészáros procura identificar as configurações ideológicas presentes nas diferentes expressões de conscientização do conflito social. Trata-se de um esforço de investigação das características essenciais das várias formas de ideologia – religião, política e arte – rejeitando assim um suposto confronto positivista entre ciência e ideologia.

FICHA DO LIVRO
 
Título: Filosofia, ideologia e ciência social

Editora: Boitempo
Ano: 2008
Páginas: 238
Peso: 380 g.

Gênero: Ciências Sociais - Filosofia

ISBN: 978-85-7559-126-0
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Sustentabilidade em questão: economia, sociedade e meio ambiente


Este livro tem como objetivo fazer uma análise teórica sobre sustentabilidade, esta sobre a perspectiva ambiental, social e econômica, procurando desmitificar o conceito axiomático e pouco compreensível do “desenvolvimento sustentável”. Partindo do pressuposto de que as discussões sobre sustentabilidade não devem mais ficar restritas às questões ecológicas, mas sim e muito especialmente a uma análise socioeconômica. Neste contexto a questão ambiental é entendida como as formas de uso dos recursos naturais que o sistema social e econômico das relações produtivas da economia capitalista (e de certa forma também do socialismo real), impôs a sociedade contemporânea. O livro tem também a prerrogativa de discutir o caráter interdisciplinar que a problemática ambiental possui, considerando que as soluções só poderão surgir do entrelaçamento efetivo de todas as áreas do conhecimento. De outra forma, considera-se que todos as áreas do conhecimento humano devem perpassar a problemática ambiental contemporânea.


FICHA DO LIVRO

 

Editora: Paco Editorial
Páginas: 168
Ano: 2011
Edição: 1ª

Gênero: Meio Ambiente - Economia - Ciências Sociais

ISBN:
9788564367074


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Processo de Inclusão Ilusória

Autor: Maria Aparecida Marques da Rocha.

 A Condição do Jovem Bolsista Universitário

 

 Maria Aparecida afirma que o sistema de ensino superior brasileiro preconiza e defende que o jovem bolsista, por ter uma bolsa de estudos, tem assegurada a sua total inclusão na universidade comunitária. Constata-se isso na realidade acadêmica? Não seria um processo de inclusão ilusória essa condição do jovem bolsista universitário? Essas questões são abordadas no livro, que transformou um fato social em um fato científico. E aqui me refiro ao fato exclusão/inclusão social do jovem universitário com bolsa de estudo, como a Bolsa Filantropia e o Programa Universidade para Todos – PROUNI.




FICHA DO LIVRO

 
Título: Processo de Inclusão Ilusória
Autor:
Maria Aparecida Marques da Rocha.

Editora: Paco Editorial
Páginas: 264
Ano: 2011
Edição: 1ª

Gênero: Educação

ISBN:
9788563381774
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Privatização da Cultura

Autora: Chin-Tao Wu.

  A intervenção corporativa nas artes desde os anos 80.

 O crescente papel das grandes empresas e seus interesses privados no mundo das artes, na produção, circulação e nas instituições culturais no mundo, submetendo-a aos seus interesses, sob a ótica do marketing, do investimento em ativos ou da diplomacia de negócios. Este é o delicado e pouco explorado tema deste livro inovador da autora taiwanesa Chin-tao Wu, a partir de sua pesquisa na Universidade de Londres sobre as mudanças ocorridas nos sistemas de apoio às artes nos Estados Unidos e Reino Unido no final do século XX. 

Lançada no Brasil em uma co-edição do SESC com a Boitempo Editorial, a obra analisa os efeitos das políticas para o setor dos governos de Ronald Reagan e Margaret Thatcher, que estabeleceram marcos como a redução dos investimentos governamentais diretos e do controle público, e o crescimento dos incentivos fiscais, fundações privadas, do marketing cultural e dos institutos de empresas atuando no setor. A cultura deixa de ser uma área de enriquecimento do espírito, para se tornar mais um setor que tem que “se sustentar”, como “negócios privados”, mas que seguem, ainda que de forma às vezes dissimulada, subsidiados pelo poder público. 

A partir desta mudança na postura dos governos e sociedades em relação à influência do mundo dos negócios na arte, Chin-tao explora o peso das empresas e seus dirigentes nos conselhos curadores, inclusive de instituições públicas como a Tate Gallery, e as crescentes coleções privadas, em poder das próprias empresas. Como estas fazem da arte, também, seu negócio financeiro e de imagem, e como os próprios museus se tornam cada dia mais orientados e parecidos com empresas - como no caso estudado no livro das “franquias” do museu Guggenheim, que hoje já possui até uma filial dentro de um cassino em Las Vegas.   

FICHA DO LIVRO

Título: Privatização da Cultura
Autora: Chin-Tao Wu


Editora: Boitempo
Ano
: 2006
Páginas: 408

Gênero: Ciências Sociais -  Cultura

ISBN: 85-7559-088-X


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A teoria da alienação em Marx


 Escrito por István Mészáros na Inglaterra, em 1970, A teoria da alienação em Marx é um profundo estudo sobre os Manuscritos econômico-filosóficos do pensador alemão. Nele, Mészáros analisa com rigor a obra onde o então jovem Marx estabeleceu as bases do seu sistema filosófico.

Nesse sentido, as conclusões do autor vão contra aqueles que dividem Marx entre o "jovem" e o "velho", mostrando a unidade da sua reflexão e seu projeto intelectual, que une a economia política e filosofia na sua crítica e a necessidade de aliar-se análise e prática política para a superação do capital. Para este objetivo, o autor analisa um conceito fundamental do pensamento marxista: a alienação. 

Mészáros, no seu trabalho, retoma e desdobra os vários tipos de alienação do sistema capitalista. Seus aspectos econômicos, políticos, ontológicos, morais e estéticos, nas relações com o trabalho, na separação entre teoria e prática, entre o homem e a natureza, e considerações sobre a sua superação, além do que o autor chama de ordem sócio-metábolica do capital. O livro traz ainda um capítulo que trata especificamente da crise da educação e sua relação com a alienação.

FICHA DO LIVRO
 

Editora: Boitempo
Ano: 2006
Páginas: 296
Peso: 460g.


ISBN: 85-7559-080-4
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O Século XXI: Socialismo ou Barbárie?


 Nesta obra, Mészáros parte do diagnóstico de que a obra de Marx permaneceu inacabada, e que, portanto, cabe levar adiante o espírito que presidiu sua elaboração, continuando o que ficou por fazer. Seu livro acabou por se tornar uma reavaliação sólida e lúcida de O Capital para os dias de hoje, tarefa que o próprio Lukács chegou a se propor e que não pôde executar.  

 Como afirma o professor Ricardo Antunes em texto publicado na orelha dessa edição, “se Para além do capital é a obra maior de István Mészáros, quase sem paralelos pela envergadura e pela densidade, neste início do século XXI, em que alguns dos nexos essenciais do capital dos nossos dias foram exaustiva e abundantemente tematizados e demolidos pelo autor, este pequeno livro agora publicado pela coleção Mundo do Trabalho com o título O século XXI: socialismo ou barbárie? é seu corolário político de combate”. 

 Mészáros denuncia a falsidade da idéia de que chegamos ao fim do imperialismo e da era dos impérios, apresentando uma crítica corajosa e contundente que demonstra a agressividade da política norte-americana em um mundo onde a globalização se caracteriza pela degradação ambiental, pela desvalorização do trabalho, pelos massacres dos povos, pela perda dos sentidos e dos valores de humanidade e de vida social, impondo ao mundo uma política de destruição próxima de seu limite último. 


FICHA DO LIVRO

Título: O Século XXI: Socialismo ou Barbárie?

Editora: Boitempo
Ano: 2003
Páginas: 120
Peso: 190 g.


ISBN: 85-7559-025-1

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Sambas, batuques, vozerias e farsas públicas

Autora: Clarissa Nunes Maia.

O controle social sobre os escravos em Pernambuco no século XIX (1850/88).

Utilizando as posturas municipais, documentação policial e jornais de época, Clarissa Maia mostra como as autoridades do Recife – políticos, policiais e religiosos – tentaram ordenar a cidade e controlar a vida dos segmentos sociais tidos como os mais perigosos: os escravos e os livres pobres.

Ao longo do trabalho, entretanto, a autora evidencia como esta ordem foi apenas idealizada. Escravos, libertos e livres pobres conseguiam encontrar brechas para a construção de solidariedades e identidades nas suas festas, autos do boi, casas de batuque, bandas de música e tavernas. Apesar das inúmeras proibições, a população negra e pobre renovava antigas tradições culturais, e as transformava nas novas identidades da própria cidade, como o frevo e o maracatu. 



FICHA DO LIVRO

Título: Sambas, batuques, vozerias e farsas públicas
Autora: Clarissa Nunes Maia

Editora: Annablume
Páginas:142
Formato: 14x21 cm

Gênero: História - Música

ISBN: 978-85-7419-838-5
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Noel Rosa - Poeta da Vila, cronista do Brasil


Se ainda estivesse entre nós, Noel Rosa completaria em 2010 cem anos de vida. A importância do Poeta da Vila para a música e para cultura popular brasileira pode ser avaliada pelas inúmeras homenagens a que o compositor – precocemente falecido em 1937 – faz jus. Noel foi eleito, inclusive, o tema central do desfile carnavalesco da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, tradicional agremiação do bairro carioca onde o artista nasceu, viveu e morreu.
 Velho admirador do músico, o escritor, tradutor e professor Luiz Ricardo Leitão elaborou um estudo sobre o poeta-cronista Noel, inserindo-o na expressiva galeria dos poetas e prosadores que, por meio de sua obra, têm contribuído de forma decisiva para desvelar o singular processo de formação socioespacial do Brasil. Assim, o ensaio ora publicado, além de tecer breves observações sobre a biografia do artista, associa a sua criação musical à obra de escritores como Gregório de Matos, Machado de Assis e Lima Barreto, todos eles mestres na arte de interpretar o sentido e a formação do Brasil. O livro é dividido em duas partes: a primeira recapitula a vida e a obra musical do Poeta da Vila; a segunda é uma longa digressão sobre os motes explorados por Noel em suas canções, desde os motivos da metafísica amorosa até os prosaicos dilemas da vida cotidiana e as contradições da imprevisível política da nossa Bruzundanga.

FICHA DO LIVRO

Títul
o: Noel Rosa - Poeta da Vila, cronista do Brasil
Autor: Luiz Ricardo Leitão

Editora: Expressão Popular
Páginas
: 200

Gênero
: Biografia - Música

ISBN
: 978-85-7743-127-4
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Latinoamericana


Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe.

 A Latinoamericana: enciclopédia contemporânea da América Latina e do Caribe foi escolhida Livro de não-ficção do ano pelo 49º Prêmio Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro, o Jabuti é o prêmio mais tradicional e importante do setor editorial brasileiro.

No discurso de agradecimento, Emir Sader, em nome dos coordenadores e autores da obra, disse que esse era o "reconhecimento da importância da América Latina, do trabalho coletivo e da pequena grande editora que é a Boitempo".

Na cerimônia de entrega, na Sala São Paulo, a Latinoamericana também recebeu o Jabuti de primeiro lugar na categoria Ciências Humanas.

A enciclopédia, coordenada por Emir Sader, Ivana Jinkings, Carlos Eduardo Martins e Rodrigo Nobile, consumiu três anos de trabalho. Uma obra de dimensões únicas, com 980 verbetes, 1.040 fotos em cor, 95 mapas e 136 tabelas exclusivas, 21 gráficos e fichas com dados gerais atualizados sobre cada país da região. Um conjunto de quase 1.400 páginas, escritas por autores de cerca de 20 países, tratando da América Latina que emerge como um conjunto por meio de instituições e ações próprias. Um esforço editorial de coordenação, conteúdo e qualidade, na criação de um material inédito e de referência sobre a nossa região.

Um trabalho que reúne, entre os 123 autores que assinam os ensaios e verbetes, alguns dos mais expressivos intelectuais latino-americanos: Álvaro García Linera, Ana Esther Ceceña, Anibal Quijano, Atilio Boron, Chico de Oliveira, Fernando Martínez Heredia, Flávio Aguiar, Gerardo Caetano, Héctor Alimonda, Iná Camargo Costa, Luiz Alberto Moniz Bandeira, Marcio Pochmann, Marco Gandásegui, Mike Davis, Néstor García Canclini, Ricardo Antunes, Theotonio dos Santos, Tomás Moulian, Vivian Martínez Tabares, Wilson Cano e muitos outros.

Recuperar a riqueza cultural e propiciar o intercâmbio de conhecimentos produzidos na América Latina são alguns dos méritos da Latinoamericana.




FICHA DO LIVRO

Título: Latinoamericana

Editora: Boitempo
Ano: 2007
Páginas: 1344
Peso: 3.720 g.


ISBN: 85-7559-084-7



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