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Prolegômenos para uma ontologia do ser social

Autor: György Lukács.

 Questões de princípios para uma ontologia hoje tornada possível.

 Após a publicação da primeira parte de sua Estética, em 1963, o filósofo húngaro György Lukács começou a trabalhar no ambicioso projeto de uma Ética que sintetizaria sua longa trajetória intelectual. Em suas investigações, porém, notou a “necessidade de uma elaboração prévia: a determinação histórico-concreta do modo de ser e de reproduzir-se do ser social”, como aponta José Paulo Netto, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Esses esforços são concluídos em 1969 e publicados postumamente com o título de Para uma ontologia do ser social. Com o objetivo de explicar melhor alguns conceitos apresentados, no início dos anos 1970 Lukács passa a trabalhar no manuscrito do que seriam os Prolegômenos para uma ontologia do ser social: questões de princípios para uma ontologia hoje tornada possível, publicados também postumamente, em 1984, e agora traduzidos pela primeira vez para o português pela Boitempo Editorial.

Um dos pensadores marxistas mais importantes de todos os tempos, Lukács tinha como objetivo ao escrever sua Ontologia reexaminar passo a passo as categorias fundamentais do pensamento de Marx, “iniciando pela retomada das considerações marxianas acerca do trabalho como complexo central decisivo do ser social, passando pelo problema da reprodução, da ideologia, e culminando no tratamento da alienação”, como explicam Ester Vaisman, professora de filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais, e Ronaldo Vielmi Fortes, especialista na obra lukacsiana, responsáveis respectivamente pela supervisão editorial e pela revisão técnica da obra, além de autores da completa apresentação à edição brasileira.


FICHA DO LIVRO


Título: Prolegômenos para uma ontologia do ser social
Autor: György Lukács

Ano: 2010
Edição: 1ª

Peso: 640 g



Gênero: Filosofia

ISBN: 978-85-7559-116-1

Sobre o autor: Nascido em 13 de abril de 1885 em Budapeste, Hungria, György Lukács é um dos mais influentes filósofos marxistas do século XX. Doutorou-se em Ciências Jurídicas e depois em Filosofia pela Universidade de Budapeste. No final de 1918, influenciado por Béla Kun, aderiu ao Partido Comunista e no ano seguinte foi designado Vice-Comissário do Povo para a Cultura e a Educação. Em 1930 mudou-se para Moscou, onde desenvolveu intensa atividade intelectual. O ano de 1945 foi marcado pelo retorno à Hungria, quando assumiu a cátedra de Estética e Filosofia da Cultura na Universidade de Budapeste. Estética, considerada sua obra mais completa, foi publicada em 1963 pela editora Luchterhand. Já seus estudos sobre a noção de ontologia em Marx, que resultariam oito anos depois na Ontologia do ser social, iniciaram-se em 1960. Faleceu em sua cidade natal, em 4 de junho de 1971.

Prefácio: Ester Vaisman e Ronaldo Vielmi Fortes.
Posfácio: Nicolas Tertulian.
Tradução: Lya Luft e Rodnei Nascimento.
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Adam Smith em Pequim


Origens e fundamentos do século XXI.

O mundo se volta para a China: palco dos próximos Jogos Olímpicos, potência econômica mundial. Lançado quase simultaneamente no Brasil e em dezenas de países, Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI, do sociólogo italiano Giovanni Arrighi, se torna uma referência inescapável para todos os que querem entender o fenômeno chinês. O livro também aborda a preocupação do governo dos Estados Unidos e suas tentativas de conter a expansão chinesa, originada do crescimento econômico ocorrido nos anos 1990.

Arrighi, professor de Sociologia da Universidade Johns Hopkins (EUA), rejeita análises simplistas e investiga as causas e as conseqüências do crescimento da China. Ele prevê ameaças de enfrentamentos futuros, a decadência da hegemonia dos Estados Unidos e a criação de uma nova ordem internacional.

A obra tem como duplo objetivo interpretar a transferência do epicentro da economia política mundial da América do Norte para a Ásia oriental, à luz da teoria de desenvolvimento econômico de Adam Smith, e apresentar uma releitura do clássico A riqueza das nações a partir dessa transferência. No fim do século XVII, Adam Smith, o pai do liberalismo econômico, previu uma equalização de poder entre os impérios do Ocidente e o Oriente colonizado.

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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Páginas: 430
Ano: 2008
Edição: 1ª
Gênero: Sociologia - Economia

ISBN: 978-85-7559-112-3


Mais informações:

Prefácio: Theotonio dos Santos.

Sobre o autor: Giovanni Arrighi é doutor em Economia. Nascido na Itália, atualmente é professor do Departamento de Sociologia da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, Estados Unidos. Fez pesquisas nas áreas de mercado e desenvolvimento econômico na África e na Europa. Dedica-se ao estudo das origens e transformações do sistema capitalista global.
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Hegemonia às avessas

Autores: Francisco de Oliveira, Ruy Braga e Cibele Rizek (Orgs).

  Economia, política e cultura na era da servidão financeira.

 Decifra-me ou te devoro!’, ameaçava a Esfinge os viajantes amedrontados, antes de recitar o mais famoso enigma da história. Na verdade, a hegemonia ‘lulista’ representa nossa incontornável esfinge barbuda”, aponta Ruy Braga, um dos organizadores de Hegemonia às avessas: economia, política e cultura na era da servidão financeira, lançado agora pela Boitempo. Nascido a partir do artigo homônimo, de Francisco de Oliveira incluído nesta edição o livro resulta de seminário promovido pelo Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania da Universidade de São Paulo (Cenedic), no qual buscou-se analisar os fundamentos econômicos, políticos e culturais “dessa forma sui generis de dominação social que se enraizou no país”, como define Braga na apresentação.

Em seu artigo, Oliveira apontava como, em mundo marcado pela crise capitalista e pelo colapso ambiental, o presidente brasileiro atingiu enorme prestígio ao absorver “transformisticamente” forças sociais antagônicas dentro do Estado, desmobilizando as classes subalternas e os movimentos sociais. Carlos Nelson Coutinho segue a provocação do sociólogo para percorrer o caminho de seu diagnóstico, que verifica nesta conjuntura uma “hegemonia da pequena política”, “quando a política deixa de ser pensada como arena de luta por diferentes propostas de sociedade e passa, portanto, a ser vista como um terreno alheio à vida cotidiana dos indivíduos, como simples administração do existente”. A apatia torna-se um fenômeno de massa, inclusive teorizada como um fator positivo para a conservação da “democracia”.

Como sintetiza Braga, Oliveira “adiantou sua conjectura: no momento em que a ‘direção intelectual e moral’ da sociedade brasileira parecia deslocar-se no sentido das classes subalternas, tendo no comando do aparato de Estado a burocracia sindical oriunda do ‘novo sindicalismo’, a ordem burguesa mostrava-se mais robusta do que nunca. A esse curioso fenômeno em que parte ‘dos de baixo’ dirige o Estado por intermédio do programa ‘dos de cima’ Chico chamou ‘hegemonia às avessas’”.


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FICHA DO LIVRO



Editora: Boitempo
Páginas: 400
Ano: 2010
Edição: 1ª
Peso: 480 g

Gênero: Sociologia - Política

ISBN: 978-85-7559-164-2
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Além dos mapas: os monumentos no imaginário urbano contemporâneo

Autora: Cristina Freire.

"Com este livro, Cristina Freire contribui para desvendar o quanto da cidade está em nós e o quanto de nós perde-se na pátina que vai se depositando nas paredes dos prédios, na imperceptível maceração que os nossos passos impõem nas calçadas de pedras. Seu objeto de estudo é a análise de dois monumentos da cidade de São Paulo, o monumento a Ramos de Azevedo e o prédio do monumento MASP. Utilizando-os como exemplo, ela lança sobre esta malha geométrica e previsível do traçado urbano uma outra malha cujo desenho plasma-se em ruas, prédios e monumentos, que guardam dentro de si a lembrança de um tempo anterior e que são capazes de alimentar a memória da percepção." (Agnaldo Farias)

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Título: Além dos mapas: os monumentos no imaginário urbano contemporâneo
Autora: Cristina Freire

Editora: Annablume
Páginas: 320
Formato: 14x23 cm
Ano: 2003

Gênero: Arte

ISBN: 85-85596-88-0
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Reconstruindo Cajueiro Seco

Autor: Diego Beja Inglez de Souza.

Reconstruindo Cajueiro Seco: arquitetura, política social e cultura popular em Pernambuco (1960-64)

A experiência habitacional de Cajueiro Seco, realizada em Pernambuco durante o curto governo de Miguel Arraes, entre 1963 e 1964 é analisada e reconstruída neste livro. Freqüentemente considerada um paradigma nacional de participação popular e aproximação entre o moderno e o vernacular na arquitetura, a experiência é aqui analisada como parte da história social, política e cultural do período.
É o tempo de Arraes e também de João Goulart e das Reformas de Base, dos conflitos no campo, do Seminário de Habitação e Reforma Urbana, das vitórias da revolução cubana, de Kennedy e da Aliança para o Progresso. Ao mapear os diversos atores envolvidos na formulação, concretização e interrupção da experiência, este trabalho ultrapassa as referências autorais do projeto da taipa pré-fabricada, de modo a repensar o lugar dos processos coletivos na historiografia da arquitetura.

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FICHA DO LIVRO


Título: Reconstruindo Cajueiro Seco
Autor: Diego Beja Inglez de Souza

Editora: Annablume
Páginas: 418
Formato: 14x21 cm
Ano: 2010

Gênero: Arquitetura

ISBN: 978-85-391-0117-7
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Entre campos: nações, culturas e o fascínio da raça

Autor: Paul Gilroy.

Por que ainda dividimos a humanidade em diferentes grupos de identidade com base na cor da pele? Por que tudo que se alcançou de bom com o Movimento dos Direitos Civis e a descolonização do Terceiro Mundo tem hoje um efeito tão pequeno?

Neste livro provocativo, Paul Gilroy mostra que o pensamento de raça distorceu as melhores promessas da democracia moderna. Ele nos leva a perceber que o fascismo foi a principal inovação do século XX – e que o seu poder de sedução não morreu num bunker em Berlim. Será que não estamos a apelar para os mesmos recursos empregados pelos nazistas em seus filmes e sua publicidade quando montamos um espetáculo em torno de nossas identidades e diferenças?

Gilroy examina os modos como a mídia e a cultura de mercado tornaram-se preeminentes em nossas vidas desde os anos 1960 e em especial nos anos 1980, época da emergência do hip-hop e outras militâncias. Ele nos mostra que com essa tendência uma grande parte do que havia de valioso na cultura negra tem sido sacrificada a serviço dos interesses empresariais e de novas formas de expressão cultural ligadas às tecnologias visuais. Para ele, o triunfo da imagem leva à morte da política e reduz as pessoas a meros símbolos.

Em seu âmago, Entre campos é um projeto utópico que conclama à renúncia da raça. Gilroy assume a defesa de um novo humanismo, global e cosmopolita, oferecendo uma nova linguagem política e visão moral para aquilo que se chamou de ‘anti-racismo’.


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FICHA DO LIVRO

Título: Entre campos: nações, culturas e o fascínio da raça
Autor: Paul Gilroy

Editora: Annablume
Páginas: 416
Formato: 16 X 23 cm
Ano: 2007

Gênero: Antropologia

ISBN: 978-85-7419-736-4

Mais informações:

Sumário sintetizado

Capítulo 1 Observância Racial, Nacionalismo e Humanismo
A Crise da “Raça” e da Raciologia
Modernidade e Infra-humanidade
Identidade, Pertencimento e a Crítica da Similitude Pura

Capítulo 2 Fascismo, Corporificação e Conservadorismo Revolucionário
Hitler Vestia Cáqui: Ícones, Propaganda e Política Estética
“Depois que o Amor se foi”: Biopolítica e o Declínio da Esfera Pública Negra
As Tiranias do Unanimismo

Capítulo 3 O Negro para o Futuro
“Tudo sobre as Benjamins”: Negritude Multicultural/Empresarial, Comercial e Oposicionista
“Raça”, Cosmopolitismo e Catástrofe
“A Terceira Pedra do Sol”: Humanismo Planetário e Universalismo Estratégico
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Governança das metrópoles – Conceitos, experiências e perspectivas

Autor: Jeroen Klink (Org).

Este livro procura agregar valor à literatura existente sobre a questão metropolitana a partir de um prisma conceitual que valorize uma compreensão mais precisa das interdependências entre as dinâmicas sócio-econômicas e tecnológicas mais amplas que ocorrem no estágio atual da economia internacional, de um lado, e as novas formas de planejamento e gestão dos territórios que emergem, de outro. Neste sentido, a coletânea reúne tanto contribuições conceituais quanto textos com um perfil mais empírico, com insights sobre os limites, potencialidades e complexidades do planejamento e gestão dos territórios metropolitanos no atual estágio de reestruturação do sistema internacional. O livro não adota um recorte territorial exclusivamente focado no Brasil, mas procura enriquecer o panorama com análises de realidades geopolíticas diferenciadas, como as de Canadá, África do Sul e China.


FICHA DO LIVRO

Autor: Jeroen Klink (Org)

Editora: Annablume
Páginas: 298
Formato: 16x23 cm

Gênero: Economia - Política

ISBN: 978-85-391-0201-3
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Chocolate, piratas e outros malandros: ensaios tropicais

Autor: Kenneth Maxwell.

O autor, considerado um importante historiador da Inconfidência Mineira (autor de A devassa da devassa e Marquês de Pombal), reúne artigos sobre suas primeiras impressões a respeito do Brasil e elabora uma análise atenta sobre a atualidade política no país.

Tradução de Irene Hirsch e Lólio Lourenço de Oliveira.


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FICHA DO LIVRO

Título: Chocolate, piratas e outros malandros: ensaios tropicais
Autor: Kenneth Maxwell

Editora: Paz e Terra
Páginas: 472
Ano: 1999
Edição: 1ª
Formato: 14x21 cm

Gênero: História

ISBN: 8521903332
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A Era dos Impérios - 1875-1914

Autor: Eric J. Hobsbawm.


Este livro faz uma análise dos anos que definiram o século XIX, lançando as pesquisas e teorias do autor sobre a expansão capitalista e a dominação europeia, fatos que marcaram um período de paz, mas que desencadearam um período de guerra e crise.

Tradução de Siene Maria Campos e Yolanda Stidel de Toledo.


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FICHA DO LIVRO

Título: A Era dos Impérios - 1875-1914
Autor: Eric J. Hobsbawm


Editora: Paz e Terra
Edição: 13ª Edição Revista
Páginas: 608
Formato: 16x23 cm
Peso: 880 g.

Gênero: História

ISBN: 9788577531011
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A Era do Capital - 1848-1875


A Era do Capital é a história do triunfo global do capitalismo. Neste volume o autor discorre sobre o conceito das sociedades de massa, impulsionadas pela noção de progresso, em um período repleto de contradições que deram origem à modernidade do século XX.

Edição Revista.

Tradução de Luciano Costa.


FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Edição: 15ª Edição Revista
Páginas: 540
Formato: 16x23 cm
Peso: 780g

Gênero: História

ISBN: 9788577531004



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Coisas ocultas desde a fundação do mundo

Autor: René Girard.

Neste livro, René Girard aprofunda as teorias apresentadas em A violência e o sagrado (Paz e Terra, 2008, 3ª edição). Na forma de conversações com os psiquiatras franceses Guy Lefort e Jean-Michel Oughourlian, o autor retoma os principais temas de sua obra: o papel fundador da violência, a função reguladora do sagrado, a potência constitutiva da mimésis. Polêmico, Girard elabora seu pensamento a respeito da violência na Humanidade e sua perpetuação cultural, atribuindo suma importância aos textos evangélicos do Antigo Testamento e apresentando-nos uma leitura crítica da Bíblia.

Tradução de Martha Gambini.

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FICHA DO LIVRO

Título: Coisas ocultas desde a fundação do mundo
Autor: René Girard

Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Ano: 2009
Páginas: 512
Formato: 16x23cm

Gênero: Filosofia - Antropologia

ISBN: 9788577530762
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O petróleo: uma história mundial de conquistas, poder e dinheiro

Autor: Daniel Yergin.

Vencedor do prêmio Pulitzer, este livro traça a abrangente história do combustível mais importante do mundo. Colocando-o no centro das decisões mais importantes do século XX, o especialista Daniel Yergin, referência internacional no assunto, mostra de que maneira o petróleo influenciou guerras, suscitou transformações tecnológicas e gerou as maiores riquezas do planeta. Nesta edição revista, ampliada e ilustrada, povoada por nomes como Churchill, Hitler, Stálin e Saddam Hussein, o leitor brasileiro poderá encontrar também um epílogo com informações essenciais sobre o contexto brasileiro e as perspectivas do pré-sal.

Edição revista e ampliada.



FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Edição: 2ª - Revista e ampliada
Páginas: 1096
Formato: 17x24

Gênero: Economia - História

ISBN: 9788577531295
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O chocalho de Brás Cubas

Autor: Paul Dixon.

Uma leitura das Memórias Póstumas

Este livro examina, analisa e interpreta um dos romances mais importantes e mais complexos de Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas. O autor, Paul Dixon, é um pesquisador experiente, estudioso de Machado (e do Brasil) há muitos anos, tendo publicado livros e ensaios diversos sobre nosso escritor maior. Dixon é também conhecedor atualizado e atento da vasta produção crítica já existente sobre a obra de Machado.
Com esse cabedal e essas credenciais o crítico segue caminhos novos para enfrentar as Memórias Póstumas. Seu instrumental teórico principal se apoia na Fenomenologia, o que lhe exige compreender e revelar as múltiplas conexões internas organizadas no romance, em busca das suas características de obra de arte, da riqueza de sua mensagem e dos valores humanos ali presentes.
Dixon alinha-se com Antonio Candido, que diz: “Em Machado, juntam-se por um momento os dois processos gerais da nossa literatura: a pesquisa dos valores espirituais, num plano universal, o conhecimento do homem e da sociedade locais. Um eixo vertical e um eixo horizontal, cujas coordenadas delimitam, para o grande romancista, um espaço não mais geográfico ou social, mas simplesmente humano, que os engloba e transcende.”
Assim, este livro investiga as características locais e universais das personagens, as linhas narrativas, as ricas imagens que se intercruzam e se remetem mutuamente, e um conjunto extraordinário de relações que Machado construiu com muita astúcia e muita inovação.

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FICHA DO LIVRO

Título: O chocalho de Brás Cubas
Autor: Paul Dixon

Editora: Nankin Editorial e Edusp
Ano: 2009
Páginas: 160

Gênero: Poesia

ISBN: 978-85-7751-037-5
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Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão

Autor:

Essa obra é resultado de um trabalho realizado por uma equipe em um seminário do College de France e dirigido por Michel Foucault. Embora, à primeira vista, o tema e o objetivo dessa obra pareçam estranhos ao interesse da escola de ensino médio, ela proporciona aos alunos: leitura instigante sobre um crime ocorrido no séc. XIX; conhecimento do que é um dossiê; exemplo metodológico para análise e estudos de casos; discursos de origem, forma, organização e função diferentes: o do juiz de paz, do procurador, presidente, tribunal do júri, ministro da Justiça, dos médicos, aldeões e o de Esquirol.


FICHA DO LIVRO


Editora: Graal

1ª Edição: 1977
9ª Reimpressão: 2010
Páginas: 294

Gênero: Filosofia

ISBN: 9788570380777

Tradução: Denize Lezan de Almeida
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