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A Poesia Completa

Autor: Machado de Assis.

As poesias de Machado de Assis já mereceram algumas edições, desde 1901, aquela organizada pelo próprio poeta, mas nada que se compare à escala da publicação de sua prosa, especialmente contos e romances. Como sabido, Machado escolheu o que ele considerava o melhor e excluiu muitos poemas, que foram depois recuperados e incorporados por editores e editoras, formando afinal um conjunto que vem sendo chamado de Poesias Completas, embora se constate que continuam mais ou menos incompletas...

Com esta edição – produto de esforços comuns da Edusp e da Nankin Editorial – os pesquisadores, estudiosos e poetas do Brasil e de alhures terão acesso à Poesia Completa em edição plenamente confiável, com tudo o que até hoje foi encontrado e publicado, ou não.

Completa este volume uma considerável fortuna crítica da época das publicações dos livros de poemas de Machado, contribuição esclarecedora da repercussão então alcançada. Vale notar que Machado de Assis cuidou com carinho e atenção de sua poesia, diferentemente do que certa tradição crítica, meio atrabiliária, veio a firmar, como se ele fosse apenas um mau poeta, ou nem de fato poeta fosse...

Organização: Rutzkaya Queiroz dos Reis.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Poesia Completa
Autor: Machado de Assis

Editora: Nankin Editorial e Edusp
Ano: 2009
Páginas: 752

Gênero: Poesia

ISBN: 978-85-7751-051-1
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O Estado, o poder, o socialismo

Autor: Nicos Poulantzas.

O autor põe em questão as tendências de autoritarismo crescente do Estado no mundo ocidental e nos países socialistas, e discute a viabilidade de um socialismo definitivamente comprometido com o desenvolvimento da liberdade e com o real poder e autonomia das bases políticas.

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FICHA DO LIVRO

Título: O Estado, o poder, o socialismo
Autor: Nicos Poulantzas

Editora: Graal
Páginas
: 272
Ano: 2000
Edição: 4ª
Formato: 14x21 cm

Gênero: Política - Sociologia

ISBN: 8570380178
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Introdução à teoria e à prática dialética do direito brasileiro

Autor: Alberto Liebling Kopittke.

A experiência da RENAP (Rede Nacional de Advogados Populares).
Este trabalho revive a força do pensamento de Roberto Lyra Filho, um dos mais importantes expoentes do pensamento crítico sobre o Direito, que floresceu em conjunto com a redemocratização do país. Lyra teve o mérito de socorrer-se de Hegel para, no plano da teoria do Direito, reconstruir uma leitura aberta e não dogmática do marxismo.

O pensamento dialético enseja uma compreensão viva das potencialidades da ação humana, que, ao não se vincularem às meras necessidades do mundo natural, permanecem abertas à totalidade. A relação intersubjetiva considerada como fundamento do Direito organiza uma parte dessa totalidade de forma consciente.

É desse ponto de partida que se pode compreender o Direito como um campo aberto para a afirmação ou para a desconstituição de direitos, ao longo do processo histórico.

O contraponto naturalista-economicista do neoliberalismo, mesmo que o seu discurso baseado no consenso de Washington tenha se desmoralizado com a crise do sub-prime, permanece vivo. Como força subjetiva aparentemente natural do capital, seus epígonos consideram os direitos um empecilho a sua livre movimentação especulativa.


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FICHA DO LIVRO


Título: Introdução à teoria e à prática dialética do direito brasileiro
Autor: Alberto Liebling Kopittke
Editora: Expressão Popular

Páginas: 96

Gênero: Direito

ISBN: 9788577431618
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O Socialismo no século 21 - há vida após o neoliberalismo?

Autor: Atílio A. Boron.

 
Este livro fala sobre as vicissitudes do capitalismo na América Latina. Seu ponto de partida é a constatação, depois de mais de um século, de haver sido instaurado como modo de produção dominante nas suas principais economias e, apesar de ter experimentado períodos de elevadas taxas de crescimento econômico, nossos países continuam mergulhados no subdesenvolvimento. Essas principais economias – Argentina, Brasil, Chile e México – continuam lutando com os tradicionais problemas do passado como, entre outros, pobreza, indigência e exclusão social crescente, extrema concentração de riqueza e renda e “democracias” mais aparentes que reais, nas quais estão ausentes os mais elementares direitos dos cidadãos.

Depois de muitas décadas de sacrifício e de perversa exploração, períodos de repressão e derramamento de sangue, o capitalismo demonstra que não é o caminho para o desenvolvimento desses países, mas exatamente o contrário: é o caminho mais seguro para perpetuar o subdesenvolvimento.

O capitalismo não é uma receita que se pode tornar universal, muito menos eterna. A realidade é que, depois de pouco mais de cem anos, apenas um país pôde atravessar as fronteiras que dividem o desenvolvimento do subdesenvolvimento, e é esse o caso excepcional da Coreia do Sul.

Mas por que será que ninguém mais repetiu essa façanha?A resposta que aqui se busca fundamentar é que ninguém mais poderia repetir tal façanha porque as condições que permitiram a passagem do subdesenvolvimento para o desenvolvimento pela via capitalista ao longo do século 20 desapareceram.

Assim, este livro busca contribuir no sentido de evitar a continuação desse sistema injusto e irreformável, que coloca a humanidade à beira de sua própria destruição. Com esse intuito, examina as perspectivas de um futuro não capitalista para a América Latina por meio de um socialismo do século 21, um socialismo renovado, que capitaliza e amadurece com as experiências das revoluções socialistas do século passado.

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FICHA DO LIVRO

Páginas: 136
Peso: 175 g

Gênero: Marxismo - Política

ISBN: 978-85-7743-170-0
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O Valor do socialismo

Autor: Adolfo Sanchez Vazques.

 O valor do socialismo, agora lançado em português, apresenta um conjunto de ensaios que, elaborados ao longo de mais de três décadas (1967-1999) de combate teórico e político, tematizam questões e problemas muito variados. Nos textos aqui recolhidos, a inteligência lúcida, madura e sábia de Sánchez Vázquez se emociona com o sacrifício de Che Guevara, perquire a teoria do direito de Pashukanis, indaga sobre a relação entre democracia e socialismo, propõe uma nova abordagem do pensamento utópico, detém-se na problemática da transição ao socialismo, debate a natureza do projeto socialista, analisa a experiência da Revolução Cubana e discute o colapso melancólico do “socialismo real”.

Os textos aqui apresentados, porém, não constituem uma antologia aleatória. Redigidos em linguagem clara e direta, eles compõem um painel que, certamente diferenciado, vincula-se estruturalmente graças a um fio condutor: a referência aos clássicos do marxismo, não para argumentar na defesa de ideias pretensamente intocáveis, mas para estimular a reflexão e a crítica de projetos sociais e realidades políticas na direção da sua transformação emancipatória. E é mediante a reflexão fundada e a crítica radical, numa quadra histórica em que a esquerda mundial parece se imobilizar entre a perplexidade e o desencanto, que Sánchez Vázquez reafirma o valor do socialismo.


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FICHA DO LIVRO


Páginas: 188
Peso: 239 g

Gênero: Marxismo - Política

ISBN: 978-85-7743-169-4
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Debates e Sínteses do Seminário Fundamentos da Educação Escolar do Brasil Contemporâneo

Autores: Lúcia Maria Wanderley Neves, Marcela Alejandra Pronko e Marco Antonio C. Santos (Orgs).

Debates e Sínteses do Seminário Fundamentos da Educação Escolar do Brasil Contemporâneo

Este livro apresenta a transcrição editada das palestras, debates e sínteses produzidas no Seminário Fundamentos da Educação Escolar do Brasil Contemporâneo, promovido pela EPSJV em 2006. Os textos referem-se, portanto, à fala dos seguintes palestrantes: Miriam Limoeiro Cardoso, Roberto Romano, Leda Paulani, Marcio Pochmann, Virgínia Fontes, Carlos Nelson Coutinho, Gaudêncio Frigotto e Antônio Joaquim Severino.

O livro traz encartados dois DVDs com trechos das conferências e discussões do evento. Para que possam ser utilizados como material educativo, apoiando a formação de trabalhadores e docentes, os DVDs foram editados a partir de quatro grandes temas: ‘Sociedades Capitalistas Contemporâneas’, ‘Brasil hoje Política’, ‘Brasil hoje Economia’ ‘Conhecimento, Ciência e Tecnologia’ e ‘Educação e Escola’. O livro integra a Série Caderno de Debates.



FICHA DO LIVRO



Editora: EPSJV/Fiocruz
Páginas: 170
Ano: 2007


ISBN: 978-85-98768-20-5
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O mercado do conhecimento e o conhecimento para o mercado

Autoras: Lúcia Maria Wanderley Neves e Marcela Alejandra Pronko.

Resultado da pesquisa 'Determinantes Epistemológicos e Sóciohistóricos das Atuais Mudanças nas Políticas Educacionais Brasileiras Destinadas à Formação para o Trabalho Complexo', financiada pela Fiocruz e pelo CNPq, este livro busca identificar e analisar as políticas para a educação tecnológica e superior, a política de pós-graduação e a política de ciência e tecnologia como determinantes do processo de formação para o trabalho complexo no Brasil de hoje.



FICHA DO LIVRO


Editora: EPSJV/Fiocruz
Páginas: 202
Ano: 2008
Peso: 329


ISBN: 978-85-98768-34-2

Mais informações:

Sumário
Prefácio
Apresentação
Introdução - A Formação para o Trabalho Complexo: uma abordagem teórico-metodológica
1. Configuração Histórica e Mudanças da Formação para o Trabalho Complexo no Brasil Contemporâneo
2. Os Organismos Internacionais e as Mudanças na Formação para o Trabalho Complexo no Brasil de Hoje
3. As Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Formação para o Trabalho Complexo no Brasil de Hoje
Referências
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Poemóbiles

Autores: Augusto de Campos e Julio Plaza.

No Brasil, a experiência de livros-objeto nasce nitidamente do encontro entre poetas e artistas visuais nos períodos Concreto e Neoconcreto (final dos anos 50 e começo dos anos 60). A poesia concreta foi fundamental para sublinhar aspectos formais e sonoros das palavras, fazendo com que se descolassem da sintaxe tradicional, inventando uma outra sintaxe poética-visual para o texto. Como desdobramento das ideias desse período, os livros-objeto de Augusto de Campos e Julio Plaza são excelentes exemplos.

Objetos-poemas tridimensionais que se moviam à manipulação, POEMÓBILES é o resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.

Caixa com 12 poemóbiles.

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FICHA DO LIVRO

Título: Poemóbiles
Autores: Augusto de Campos e Julio Plaza

Editora: Demônio Negro

Gênero: Poesia - Literatura Brasileira

Sobre os autores: AUGUSTO DE CAMPOS (São Paulo, 1931) é poeta, tradutor, ensaísta e um dos criadores da poesia concreta. Sua principal produção poética está reunida em VIVA VAIA (1979), DESPOESIA (1994), NÃO (2003). Em colaboração com Julio Plaza publicou também CAIXA PRETA (1975), REDUCHAMP (1976/2009).

JULIO PLAZA (Madrid, 1938 - São Paulo, 2003), artista multimédia, pesquisador de meios eletrônicos, exposições em diversos países autor de livros de artista, pesquisado/ em tradução intersemiótica. Autor de JULIO PLAZA-OBJETOS (1969), POÉTICA-POLÍTICA (1976), ARTE E VIDEOTEXTO (XVII bienal de São Paulo), V-IDEOGRAFIA EM VIDEOTEXTO (1983) sobre tradução intersemiótica (1985).
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A Gramática do Tempo: para uma nova cultura política


Este volume trata da reconstrução da tensão entre regulação social e emancipação social como condição para voltar a pensar e querer a transformação social emancipatória. Com base no que é designado por “epistemologia do Sul”, propõe-se um pensamento alternativo de alternativas. Ante o colapso do contrato social da modernidade ocidental capitalista e colonial e a proliferação de fascismos sociais, é necessário reinventar a democracia, a cultura política e o próprio Estado. Em alternativa à democracia de baixa intensidade que hoje domina são propostas formas de democracia de alta intensidade, através das quais é possível expandir os espaços públicos, tanto estatais como não estatais. As análises neste volume centram-se em articulações entre os espaços-tempo local, nacional e global."


FICHA DO LIVRO


Editora: Cortez
Páginas: 512
Formato: 16x23 cm
Peso
: 782 g


ISBN: 9788524912429
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Discursos sustentáveis

Autor: Enrique Leff.

Discursos sustentáveis desenvolve uma reflexão sobre a crise ambiental, a crise de água e as mudanças climáticas; sobre a economia ecológica e a racionalidade ambiental; a globalização econômica, a complexidade ambiental e o diálogo de saberes, com novas texturas e sonoridades.
O discurso teórico e filosófico adquire novas matizes poéticas e literárias para trazer o pensamento crítico mais próximo do sentimento íntimo, a razão teórica mais próxima da paixão pela vida, pela solidariedade com os outros, pela utopia de um mundo sustentável.



FICHA DO LIVRO

Autor: Enrique Leff

Editora: Cortez
Páginas: 296
Peso: 455 g
Formato: 16x23 cm
Gênero: Meio Ambiente

ISBN: 9788524916496

Mais informações:

Prelúdio, Calos Galano;
Abertura;
1. Da insustentabilidade econômica à sustentabilidade ambiental;
2. Economia ecológica, racionalidade ambiental e sustentabilidade;
3. Decrescimento ou desconstrução da economia: rumo a um mundo sustentável;
4. Racionalidade e futuro: prospectivas e perspectivas do desenvolvimento sustentável;
5. Sustentabilidade, diversidade cultural e diálogo de saberes;
6. Diálogo de saberes, saberes locais e racionalidade ambiental na construção da sustentabilidade;
7. A água como bem comum ou bem privado; 8. Diálogo das águas e diálogo dos saberes;
9. Mudança climática, energia e desenvolvimento sustentável;
10. O turismo diante dos desafios da mudança climática e da sustentabilidade;
11. As universidades latino-americanas na encruzilhada da globalização e da sustentabilidade;
12. A educação ambiental nas perspectivas da sustentabilidade;
13. A complexidade ambiental;
14. Complexidade, racionalidade ambiental e diálogo de saberes;
15. Os desvelos da felicidade: a educação na era da crise ambiental;
16. A esperança de um futuro sustentável: utopia da educação ambiental;
17. Pensamento ambiental latino – americano: patrimônio de um saber para a sustentabilidade;
18. Globalização e sustentabilidade: um encontro entre a literatura e a filosofia.
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Interações plurais – a comunicação e o contemporâneo

Autores: Eduardo de Jesus e Mozahir Salomão (orgs).

Os artigos reunidos nesta publicação possibilitam uma objetiva visada no estado da arte das reflexões dos grupos de pesquisa e estudos da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas. Os trabalhos apresentados se abrem em um amplo leque de investigações sobre os sentidos e significados e suas imbricadas lógicas de circulação e impactação social. O livro faz emergir, de diferentes olhares e modos de observação, inquietações e percepções sobre a comunicação na contemporaneidade. Resultam desse encontro multitemático perspectivas diferenciadas de compreensão do processo comunicacional no mundo atual, processo esse que, tal como a própria linguagem, é marcado pela presença imperiosa do fenômeno midiático na construção dos sentidos.


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FICHA DO LIVRO


Título: Interações plurais – a comunicação e o contemporâneo
Autores: Eduardo de Jesus e Mozahir Salomão (orgs)

Editora: Annablume
Páginas: 450
Formato: 14x21 cm

Gênero: Comunicação

ISBN: 978-85-7419-840-8

Mais informações:

Sumário sintetizado

Campo comunicacional e interfaces
- Campo comunicacional e saber comunicacional em interfaces - Maria Ângela Mattos
- O saber comunicacional e as interfaces nos projetos experimentais da PUC Minas - José Francisco Braga, José Milton Santos, Maria Ângela Mattos
- Mídia e (in)transparência dos processos jornalísticos - Teresinha Maria de Carvalho Cruz Pires
- Comunicação pública e capital social: dimensões e interfaces - Heloiza Matos

Comunicação no contexto organizacional: aspectos teórico-conceituais

- Comunicação no contexto organizacional: aspectos teórico-conceituais - Ana Luisa de Castro Almeida, Ana Thereza Nogueira Soares, Ivone de Lourdes Oliveira
- Constituição do campo da comunicação no contexto organizacional: interfaces e construção de sentido - Ivone de Lourdes Oliveira
- Comunicação e organizações sob a influência da complexidade e do risco: uma análise conceitual - Ana Thereza Nogueira Soares
- Comunicação Organizacional: a comunicação como variável e como metáfora organizacional - Adriana Machado Casali

Jornalismo: estudos e teorias
- Monitoramento da imprensa: pesquisa, reflexão e experimentação pela qualidade e pela ética no jornalismo - Ananias José de Freitas
- A cobertura dos jornais mineiros sobre a violência: primeiros resultados de uma pesquisa - Ananias José de Freitas e Lorena Lopes
- Formação universitária: experiência acadêmica em pesquisa sobre a violência e a cobertura jornalística - Lorena Lopes
- Notas sobre o uso da crítica de mídia no ensino de ética jornalística - Rogério Christofoletti

Comunicação e redes hipermidiáticas
- Processos Colaborativos em Redes Sociotécnicas: indagações, suposições, riscos - Carlos Henrique Falci e Geane Alzamora
- Boca a boca high-tech: os blogs e as relações público/privado - Francisco Coelho dos Santos
- Blogging in the wind: Interfaces, coevoluciones y tecnologías conversacionales - Carlos A. Scolari
- A diversificação das mediações sociais na internet e a emergência de informações culturais variadas: outros jornalismos - Mariana Barcelos e Raquel Araújo

Poéticas Audiovisuais contemporâneas
- Poéticas do dispositivo: notas sobre um percurso conceitual - Eduardo de Jesus
- A propósito do dispositivo cinematográfico como escritura forte: uma análise do jogo de Lars Von Trier em Dogville - Roberta Veiga
- Espacios interactivos en instalaciones de vídeo - Iliana Hernández García
- O ensaio como gesto, novamente - João P. Dumans

Comunicação e Literatura
- Literatura, mídia, passagens - Márcio Serelle
- Jornalismo literário: perspectivas para a construção de um conceito - Márcio Serelle e Mozahir Salomão
- O Cheiro do Ralo: o romance com odor fílmico - Glória Gomide
- A verdade entrevista: a cena aberta de Jorge Furtado, Guel Arraes e Regina Case - Luiz Antonio Mousinho

Cultura e cidade
- Cidade, comunicação e cultura: fronteiras e convergências - José Márcio Barros
- Fotografia e encontro: dispositivo de memória - Renata Alencar
- Entre a casa e a cidade: trânsitos e tensões estéticas em espaços de alteridade - Fernanda Goulart
- Mobilidades na/da cidade: signos fugazes e novos territórios estéticos - Renata Alencar e Tailze Melo
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Gênese de 'Deus e o Diabo na Terra do Sol'

Autora: Josette Monzani.

Muita confusão se criou em torno da máxima glauberiana - "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça" - como se houvesse aí implicada a idéia de elementar improviso, pouca atenção ao trabalho de preparação dos filmes. Tomá-la à letra, de forma redutora, é esquecer a enorme auto-exigência e o angustiado trabalho de criação de um cineastra realizador de obra complexa, em que "idéia" envolve um rico processo de reflexão e de ensaio nos caminhos de expressão, e "câmera na mão" significa abraçar uma nova estética de construção do olhar e da "mise-en-scène" que se ajusta à escassez de recursos e faz, de um problema, um motivo de criação.
A pesquisa de Josette é documento definitivo deste trabalho cheio de mediações, cujos saltos e reviravoltas não dispensam um movimento subterrâneo de maturação, como podemos observar na série dos roteiros produzidos por Glauber Rocha e analisados pela autora nesta obra.

Apresentação de Cecília Almeida Salles; Prefácio de Ismail Xavier.

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FICHA DO LIVRO


Título: Gênese de 'Deus e o Diabo na Terra do Sol'
Autora: Josette Monzani

Editora: Annablume
Páginas: 332
Formato: 16x23 cm

Gênero: Cinema

ISBN: 85-7419-595-2
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Pentecostais e neopentecostais na política brasileira

Autor: Saulo Baptista.

Esta obra trata do comportamento de pentecostais e neopentecostais no cenário político nacional. A novidade dessa pesquisa foi desnudar estratégias e práticas de igrejas que atuam de forma corporativa para conquistar o poder, principalmente nos parlamentos brasileiros, com eficácia e efetividade que podem causar inveja a alguns partidos políticos.

Foram selecionadas as duas maiores igrejas do campo pentecostal e neopentecostal, respectivamente, a Assembléia de Deus, em suas diferentes versões, e a monolítica Igreja Universal do Reino de Deus. Em algumas passagens comparece, também, a Igreja do Evangelho Quadrangular. A abordagem permitiu estabelecer comparações entre esses atores institucionais, com a aplicação de recursos teóricos da sociologia e da ciência política. Foram examinadas formas de escolha de candidatos, táticas eleitorais e comportamento dos eleitos dessas igrejas no exercício do mandato.

Trata-se de texto útil, portanto, para os que se interessam pelo processo democrático brasileiro, considerando seus desdobramentos face ao ingresso desses novos atores coletivos. De igual modo, é uma obra que se dirige aos próprios personagens do livro, para que estes confrontem suas práticas com os vícios e virtudes da cultura política brasileira, na qual estão inseridos.

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FICHA DO LIVRO


Título: Pentecostais e neopentecostais na política brasileira
Autor: Saulo Baptista

Editora: Annablume
Páginas: 432
Formato: 16x223 cm

Gênero: Política

ISBN: 978-85-7419-931-3
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Matéria gráfica: ideia e imagem

Autora: Jacqueline Aronis.

Matéria gráfica: ideia e imagem é um livro de artista. Trata-se da tese de doutorado da gravurista Jacqueline Aronis na ECA-USP sob orientação de Evandro Carlos Jardim, é uma reflexão da autora sobre seu trabalho. Jacqueline concebeu também todo o projeto gráfico da obra, que contém desenhos em páginas duplas que se desdobram em paisagens imaginadas/sonhadas e uma conversa sobre arte e gravura entre Jacqueline Aronis e Leon Kossovitch. A edição limitada de 120 exemplares foi realizada pela Annablume e cada exemplar é acompanhado de uma gravura original assinada pela artista.

Jacqueline Aronis, artista plástica, é doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Fez Curso de Especialização em Gravura no Programa de Pós-Graduação da Slade School of Fine Art, University College London, Inglaterra.

Principais exposições: Brazilian Printmaking Pratt Institute, Nova York, EUA; Grabadores Brasilleños Contemporáneos, IAGO, Oaxaca, México; Graphik, G.E.B., Berlim, Alemanha; Galeria Gravura Brasileira, São Paulo; Gravura Jovem, MAC-USP, São Paulo.

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FICHA DO LIVRO


Título: Matéria gráfica: ideia e imagem
Autora: Jacqueline Aronis

Editora: Annablume
Páginas: 192
Formato: 15x22,5 cm

Gênero: Arte

ISBN: 978-85-391-0110-8
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Patrimônio cultural: conceitos, políticas, instrumentos

Autor: Leonardo Barci Castriota.

O patrimônio cultural constitui hoje um campo em rápida expansão e mudança. Nunca se falou tanto sobre a preservação do patrimônio e da memória, nunca tantos estiveram envolvidos em atividades ligadas a ele, nunca se forjaram tantos instrumentos para se lidar com as preexistências culturais. Entramos no século XXI com o patrimônio ocupando um papel central na reflexão não só sobre a cultura, mas também nas abordagens que hoje se fazem do presente e do futuro das cidades, do planejamento urbano e do próprio meio-ambiente. Patrimônio Cultural: Conceitos, políticas, instrumentos vem cobrir uma lacuna na bibliografia em língua portuguesa, oferecendo uma ampla abordagem à área do patrimônio cultural. Escrito em linguagem clara, o livro aborda com rigor e profundidade uma gama de temas ligados ao patrimônio, das filosofias a ele subjacentes até os recentes projetos de reabilitação em curso no Brasil e no mundo, das paisagens culturais à preservação dos acervos documentais.

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FICHA DO LIVRO


Título: Patrimônio cultural: conceitos, políticas, instrumentos
Autor: Leonardo Barci Castriota

Editora: Annablume
Páginas: 380
Formato: 17x24 cm

Gênero: Arquitetura

ISBN: 978-85-7419-987-0

Mais informações:

Sumário

Parte 1 – Conceitos

O fim da tradição, a reinvenção da tradição: narrar e construir num mundo em transformação
Tradição e modernidade: diferentes aproximações
História da arquitetura e preservação do patrimônio: diálogos

Parte 2 – Políticas

Alternativas contemporâneas para políticas de preservação
Conservação e valores: pressupostos teóricos das políticas para o patrimônio
Vicissitudes de um conceito: o lugar e as políticas da memória
Nas encruzilhadas do desenvolvimento: a trajetória da preservação do patrimônio em Ouro Preto (MG)
Intervenções sobre o patrimônio urbano: modelos e perspectivas
Democracia e participação: planos diretores e políticas do patrimônio

Parte 3 - Instrumentos

Inventários urbanos como instrumentos de conservação
O registro cultural e os desafios do patrimônio imaterial
Conservação integrada e revitalização: o Projeto Lagoinha
Paisagem cultural e técnicas agrícolas tradicionais: preservação e sustentabilidade no Serro (MG)
O desafio da preservação documental: a recuperação do acervo do Laboratório de Foto-documentação Sylvio de Vasconcellos
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Os Brasil central: 12.000 anos de ocupação humana no médio curso do rio Tocantis

Autor: Walter Fagundes Morales.

Este livro resulta de estudos arqueológicos realizados no médio curso do rio Tocantis, mais especificamente na bacia do córrego Água Fria. Buscou-se identificar os sistemas de assentamento dos grupos sociais que ocuparam essa área ao longo do tempo e a forma como as comunidades que ali viveram organizaram suas vidas e desenvolveram suas atividades cotidianas. Foram realizados levantamentos sistemáticos em âmbito regional e intervenções nos 38 sítios arqueológicos identificados, sítios estes presentes desde as barrancas arenosas e as cascalheiras junto ao rio Tocantis, até as alcantiladas escarpas de arenito da extensa serra do Lajeado, onde os abrigos com grafismos rupestres são uma constante.

Como resultado final elaborou-se um modelo interpretativo sobre a organização e uso deste espaço desde há 12.000, quando tem início a ocupação da área por pequenos grupos de caçadores e coletores, até o advento das populações agricultoras que viviam em grandes aldeias. Se por um lado, suas conclusões contribuem para as discussões sobre as rotas de povoamento antigo e o surgimento, deslocamentos e crescente complexidade sociopolítica que teria ocorrido entre as sociedades agricultoras do Brasil Central e das regiões vizinhas, por outro dão cor a um passado pré-colonial ofuscado pela pátina do tempo.



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FICHA DO LIVRO

Título: Os Brasil central: 12.000 anos de ocupação humana no médio curso do rio Tocantis
Autores: Walter Fagundes Morales

Editora: Annablume
Páginas: 298
Formato: 16 X 23 cm

Gênero: Arqueologia

ISBN: 978-85-7419-837-8

Mais informações:

Sumário sintetizado

Prefácio: Pedro Ignácio Schmitz

Apresentação

1 Introdução
1.1 O Programa de Resgate Arqueológico da UHE Lajeado
1.2 A bacia do córrego Água Fria: um estudo de Arqueologia Regional no médio curso do rio Tocantis

2 O contexto regional de ocupação
2.1 O período antigo
2.2 O período intermediário
2.3 O período recente
2.4 O período histórico: a sociedade Xerente

3 Contexto ambiental
3.1 A bacia do rio Tocantis
3.2 O médio curso do rio Tocantis
3.3 A área de pesquisa: a bacia do córrego Água Fria

4 Orientação teórico-metodológica
4.1 A arqueologia regional
4.2 A análise espacial intra-sítio

5. Métodos e técnicas de pesquisa
5.1 Compartimentos ambientais da bacia do córrego Água Fria
5.2 As prospecções na bacia do córrego Água Fria
5.3 A pesquisa arqueológica nos sítios identificados
5.4 A análise das indústrias líticas
5.5 A análise das indústrias cerâmicas

6. Os sítios arqueológicos da bacia do córrego Água Fria
6.1 Compartimento 1: os sítios da planície de inundação e terraços do rio Tocantins
6.2 Compartimento 2: os sítios das colinas amplas e rampas da cidade de Palmas
6.3 Compartimento 3: os sítios da base da serra do Lajeado
6.4 Compartimento 4: os sítios do alto da serra do lajeado

7. A bacia do córrego Água Fria: um modelo de organização e uso do espaço
7.1 As indústrias arqueológicas e as análises intra-sítio
7.2 Os sistemas de assentamento
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Incubação de empreendimentos de economia solidária: uma aplicação da psicologia da participação

Autora: Débora Nunes.

Incubação de Empreendimentos de Economia Solidária: Uma aplicação da pedagogia da participação considera empreendimento de economia solidária (EES) como aquele que gera renda aos seus associados, baseando-se na propriedade coletiva ou associada dos meios de produção, na autogestão e na participação em redes. Dessa forma o livro de Débora Nunes é divido em quatro partes: a primeira tem uma abordagem predominantemente teórica e histórica; a segunda, uma abordagem principalmente prática; a terceira resgata alguns livros importantes que ajudaram a construir as idéias que se difundiram no Brasil em torno do tema da economia solidária, sintetizando-os. A quarta, por fim, é uma breve conclusão que se caracteriza como “provocativa” por discutir a possibilidade de existência de uma incubadora ideal e a emergência do mundo pós capitalista. A necessidade de escrever este livro, portanto, se origina na observação e nas pesquisas que mostram a ampliação crescente do número de EES no Brasil e de suas dificuldades em viabilizar-se econômica e associativamente.
“Eis finalmente um manual de incubação de cooperativas populares, completo, oferecendo uma ampla visão histórica do projeto socialista, que hoje se consubstancia cada vez mais na economia solidária, um histórico do ressurgimento desta última, a partir da globalização selvagem, possibilitada pelo triunfo do neoliberalismo. A abordagem histórica é sempre a mais didática por oferecer uma visão abrangente do encadeamento de causas e efeitos e por isso serve como introdução indispensável à compreensão do papel singular que a economia solidária desempenha no panorama de crise que envolve a esquerda hoje em dia, em quase todos os países.” (Paul Singer)


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FICHA DO LIVRO

Título: Incubação de empreendimentos de economia solidária: uma aplicação da psicologia da participação
Autora: Débora Nunes

Editora: Annablume
Páginas: 350
Formato: 16x23 cm

Gênero: Economia

ISBN: 978-85-7419-985-6

Mais informações:

Sumário
Apresentação - Paul Singer
Prefácio - Nilton Vasconcelos Junior

Parte 1 – Contexto histórico e teórico

Capítulo 1 - A Economia Solidária como projeto de sociedade
1.1. Antes de começar, um porém
1.2. Ensinamentos gregos
1.3. Dos gregos à Idade Média
1.4. O Renascimento e o Iluminismo
1.5. A Revolução Francesa e a luta dos povos pela emancipação
1.6. O mundo industrial e a reação à suas misérias
1.7. Sindicatos e partidos: a necessidade histórica da união
1.8. A proposta da economia solidária
1.9. A economia solidária e a questão ambiental
1.10. Novas perspectivas: uma sociedade civil global que decide seu destino?

Capítulo2 - História da organização da Economia Solidária
2.1. No Brasil
2.2. Os grandes eventos fundadores do FBES
2.3. O Fórum Brasileiro de Economia Solidária e os fóruns estaduais
2.4. A discussão sobre formação em economia solidária
2.5. A Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes)
2.6. O Conselho Nacional de Economia Solidária
2.7. Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária no Brasil
2.8. A articulação dos atores/atrizes da economia solidária no mundo
2.9. A Rede Intercontinental para a Promoção da Economia Social e Solidária (Ripess)
2.10. A Economia Solidária na América Latina
2.11. Na América do Norte
2.12. A Economia Solidária na Europa
2.13. A Economia Solidária na África
2.14. A Economia Solidária na Ásia

Capítulo 3 - Incubação e extensão universitária
3.1. A extensão universitária no Brasil
3.2. A incubação de EES como atividade extensionista
3.3. Uma amostra do funcionamento de incubadoras brasileiras
3.4. Pesquisa-ação: base metodológica da incubação universitária

Capítulo 4 - Incubação e Pedagogia da participação
4.1. Influências teóricas da pedagogia da participação
4.2. O intelectual orgânico gramsciano
4.3. A comunicação de intercompreensão de Habermas
4.4. A pedagogia do oprimido de Paulo Freire
4.5. A busca do reconhecimento de Todorov

Parte 2 – Aspectos cotidianos da incubação

Capítulo 5 – Os princípios: a incubação humanizadora
5.1. Humanização e coisificação
5.2. “Escutatória” ou a arte de escutar

Capítulo 6 - As etapas através de um caso
6.1. Passos da metodologia de incubação do EPADE/UNIFACS
6.2. Indicadores de monitoramento e avaliação

Capítulo 7 - Os atores do processo de incubação
7.1. Os(as) assessores(as) técnicos(as)
7.2. Os(as) estagiários(as)
7.3. Os orientadores(as)
7.4. O(a) assessor(a) comunitário(a)
7.5. O funcionamento operacional da equipe de incubação
7.6. A incubação aproximada
7.7. Os diferentes aspectos profissionais da incubação
7.8. Os(as) membros dos empreendimentos de ES
7.9. Os(as) líderes nos empreendimentos de ES
7.10. Os(as) consumidores(as)

Capítulo 8 - As relações humanas nos empreendimentos de ES
8.1. A questão da hierarquia
8.2. Os regramentos da autogestão, a confiança e as instâncias de decisão
8.3. Maioria, maioria qualificada, consenso
8.4. A influência da vida comunitária ou das relações familiares
8.5. As dificuldades na comunicação interpessoal
8.6. Entendimento e resolução de conflitos
8.7. A incubação no fio da navalha: entre a tutela e o abandono
8.8. Militância dos incubadores e pragmatismo dos incubados?
8.9. Desvios de conduta no ambiente da economia solidária: é possível tolerar?

Parte 3 – Alguns autores e livros de referência

Capítulo 9 - Minibiografias e Sínteses de alguns livros essenciais
9.1. Os autores
9.2. Os livros

Capítulo 10 - Síntese do livro A revolução das redes: a colaboração solidcomo uma alternativa pós-capitalista à globalização atual (de Euclides André Mance – 1999)
10.1.Conceitos e modelo geral proposto
10.2 Partindo do que já existe
10.3 Perspectivas

Capítulo 11 - Síntese do livro Economia dos setores populares: entre a realidade e a utopia de Gabriel Kraychete e outros – 2000)

Capítulo 12 - Síntese do livro Globalização: desafios socioeconômicos, éticos e educativos: uma visão a partir do Sul (de Leonardo Boff e Marcos Arruda – 2000)

Capítulo 13 - Síntese do livro A Economia solidária no Brasil: autogestão como resposta ao desemprego (de Paul Singer e André Ricardo de Souza – 2000)

Capítulo 14 - Síntese do livro Introdução à economia solidária (de Paul Singer – 2002)
14.1. Cooperativismo de consumo
14.2. Cooperativismo de crédito
14.3. O Grameen Bank
14.4. As cooperativas de compra e venda
14.5. As cooperativas de produção
14.6. A Mondragón Corporação Cooperativa (MCC)

Capítulo 15 - Síntese do livro Produzir para viver: os caminhos da produção não-capitalista (de Boaventura Santos e outros – 2002)

Capítulo 16 - Síntese do livro Vinte anos de economia popular solidária: trajetória da Cáritas Brasileira dos PACs à EPS (de Ademar de AndradeBertucci e Roberto Marinho – 2003)

Capítulo 17 - Síntese do livro A outra economia(organizado por Antônio David Cattani – 2003)

Capítulo 18 - Síntese do livro Economia solidária: desafios para um novo tempo (compilação de Seminário Internacional de mesmo nome – 2003)

Capítulo 19 - Síntese do livro A economia solidária: uma abordagem internacional (de Genauto Carvalho de França Filho e Jean-Louis Laville – 2004)

Parte 4 – Conclusão provocativa

Capítulo 20 - Reflexões sobre uma “incubadora ideal” e sobre o mundo pós-capitalista
20.1. Alguns requisitos da incubadora ideal
20.2. O mundo pós-capitalista
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A letra da ley

Autor: Glauco Mattoso.

Este volume, o quarto da série "Mattosiana", compreende dois ciclos de sonetos temáticos.

A primeira parte glosa as aplicações da chamada "lei de Murphy", tal como fora adaptada à cultura brasileira na famosa trilogia assinada por Millôr Fernandes, que se refere a Mattoso nestes termos: "Glauco, primoroso no que faz, irreverente a ponto de até a mim me chocar algumas vezes, dono de uma biografia definitivamente off-record -- marginal, homossexual e cego -- mas perfeita para consagração intelectual, me desfaz qualquer dúvida. Eu admiro!"

A segunda parte faz uma releitura da contracultura musical, verbetando os principais intérpretes e compositores do gênero mais anárquico e, ao mesmo tempo, mais comercial da história das artes: o rock.


Venda sob encomenda.
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FICHA DO LIVRO

Título: A letra da ley
Autor: Glauco Mattoso

Editora: Demônio Negro
Páginas: 111
Formato: 14x21 cm

Gênero: Poesia - Literatura Brasileira

Mais informações:

SONETO PARA DEPOIS [2287]

Não há melhor momento do que o dia
de hoje p'ra deixarmos p'ra amanhã
aquilo que ninguém, de fato, iria
fazer jamais, em consciência sã.

Assim se diz de quem nunca foi fã
de encargos e problemas, quando adia
indefinidamente aquela vã
e inútil decisão que tomaria.

Millôr, que, como Murphy, o caso aponta
do cara preguiçoso além da conta,
parece sugerir que ele é baiano...

Mas ele é brasileiro: eu mesmo, cego,
do suicídio nunca me encarrego
e vou deixando... Nem marquei um ano...

SONETO AO RAPPER [204]

De cor, mulato, pardo, negro, preto.
O branco é simplesmente branco, e só.
Você quer mais respeito, não quer dó.
Quer ser um cidadão, não quer o gueto.

No Sul, no Pelourinho, no Soweto,
lutando contra o falso status quo
da máscara, a gravata e o paletó:
A letra é mais comprida que um soneto.

Seu canto já foi blues, quase balada;
Foi soul, foi funk e reggae; agora é bala
perdida em tiroteio de emboscada.

Xerife do xadrez, você não cala:
leva a periferia pra parada,
de sola entra no som da minha sala.
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A Estrela da Manhã: Surrealismo e Marxismo

Autor: Michael Löwy.

O surrealismo permanece vivo. Ele é imortal, se o entendermos como sendo a manifestação em nosso tempo do próprio espírito da poesia. É isso que os ensaios de Michael Löwy, reunidos sob o título A ESTRELA DA MANHÃ, comprovam. Trata-se de uma resposta apaixonada aos críticos que não só apressadamente atestaram a morte do surrealismo, estabelecendo o ano de 1969 como a data de seu final, como àqueles que jamais conseguiram enxergar as relações intrínsecas do movimento com o marxismo e o romantismo revolucionário. Especialista em romantismo (compreendido aqui no sentido de protesto contra a modernidade capitalista), marxista e surrealista militante, Löwy dedica-se nesse livro a uma série de análises sobre diferentes personalidades e reflexões que se situaram na encruzilhada dessas inspirações. Esses estudos restabelecem as “afinidades eletivas” entre o surrealismo dos fundadores do movimento, aquele de André Breton e Benjamin Péret, com o marxismo e o anarquismo, fontes divergentes (mas complementares aos olhos dos marxistas libertários) de contestação à ordem burguesa estabelecida. O grande mérito do autor é determinar as particularidades da dimensão política do surrealismo, que jamais renunciou a “unir em uma mesma aliança a revolta e a revolução, o comunismo e a liberdade, a utopia e a dialética, a ação e o sonho”. Ele consegue ultrapassar, assim, a velha dualidade ressentida entre os movimentos estéticos e políticos. Michael Löwy também retorna ao romantismo revolucionário de Walter Benjamin e de Guy Debord, assinalando suas ligações com o surrealismo e o marxismo libertário. Para o autor, foi a partir dos trabalhos desses pensadores que o romantismo deixou de ser visto como uma corrente da cultura do século XIX e passou a ser entendido como uma estrutura mental inerente à própria modernidade – surgida com a Revolução Industrial e que perdura até hoje – e que por essência é anticapitalista. Demonstrando o inegável parentesco dos românticos revolucionários com os movimentos culturais de vanguarda – o surrealismo visto como uma “cauda do cometa” romântico – Löwy retoma o radicalismo subversivo dos surrealistas para agitar o “estado de insubmissão, de negativismo, de revolta que tira sua força positiva erótica e poética das profundezas cristalinas do inconsciente, dos abismos do desejo, do poço mágico do princípio do prazer, das músicas incandescentes da imaginação”. A ESTRELA DA MANHÃ é ricamente ilustrado com obras recentes de artistas amigos de Michael Löwy pertencentes ao Grupo de Paris do movimento surrealista e de diversos países do mundo, o que reafirma a continuidade desta estética. Michael Löwy nasceu em São Paulo em 1938, filho de imigrantes judeus de Viena. Estudou ciências sociais na USP e doutorou-se na Sorbonne com Lucien Goldmann. Vive em Paris desde 1969, onde trabalha como diretor de pesquisa do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Crítico contumaz da ordem econômica mundial, Löwy tem participado ativamente dos movimentos antiglobalização e do Fórum Social de Porto Alegre. Entre suas obras traduzidas no Brasil destacam-se: Método dialético e teoria política; Para uma sociologia dos intelectuais revolucionários; Ideologia e ciência social; As aventuras de Karl Marx contra o Barão Münchhausen; Marxismo e religião na América Latina; Redenção e utopia; O romantismo na contramão da modernidade (com Robert Sayre), Marxismo, modernidade e utopia, Romantismo e messianismo.


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FICHA DO LIVRO

Título: A Estrela da Manhã: Surrealismo e Marxismo
Autor: Michael Löwy

Editora: Civilização Brasileira
Páginas: 144

Gênero: Marxismo - Crítica Literária - Arte

ISBN: 852000573X
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O Pagador de Promessas

Autor: Dias Gomes.

Dias Gomes narra nesta peça o emocionante calvário do simplório Zé-do-Burro - para cumprir promessa feita a Iansan, pela cura de seu burro, ele divide seu sítio com os lavradores pobres e carrega pesada cruz de madeira no percurso de sessenta léguas, com o objetivo de depositá-la no interior da igreja de Santa Bárbara, em Salvador. Iansan se confunde com Santa Bárbara na visão popular, mas por certo não é um mito cristão, motivo mais que suficiente para que as autoridades eclesiásticas se opusessem à entrada do herói no sagrado recinto. Zé-do-Burro não esmorece. Sua obstinação, sua fé, a conduzem a uma dos mais empolgantes desfechos do teatro brasileiro contemporâneo - e universal. ´O pagador de promessas´ serviu de tema ao filme do mesmo título.

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FICHA DO LIVRO

Título: O Pagador de Promessas
Autor: Dias Gomes

Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 173

Gênero: Literatura Brasileira - Teatro

ISBN: 8528603172
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Pequenas criaturas

Autor: Rubem Fonseca.

O livro de contos de Rubem Fonseca foca nos detalhes, nas pequenas grandezas do cotidiano e seus atores anônimos. Entre os trinta contos curtos, a história de um aposentado que precisa escolher entre uma cadeira de rodas e uma dentadura, de um garoto coagido pela namorada a fazer uma tatuagem com o nome dela no pênis e uma mulher que descobre que as esmolas não conseguem mais aplacar sua consciência culpada.

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FICHA DO LIVRO

Título: Pequenas criaturas
Autor: Rubem Fonseca

Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288

Gênero: Literatura Brasileira

ISBN: 8535902236
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