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A liberdade desfigurada – a trajetória do sindicalismo no setor público brasileiro

Autor: Arnaldo José França Mazzei Nogueira.

Provavelmente o primeiro estudo publicado no Brasil recente que trata das tendências atuais do sindicalismo no Estado, mostrando os diversos caminhos seguidos pelos trabalhadores do setor público, desde os que praticam um sindicalismo combativo e de classe, até aqueles que se atêm aos limites do puro assistencialismo sindical. O autor mostra, ainda, como o sindicalismo dos trabalhadores públicos conseguiu se estruturar à margem do sindicalismo de Estado (que caracterizou a estrutura sindical desde o getulismo) e seus embates para impedir que se desenvolva uma forma de liberdade sindical desfigurada.

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FICHA DO LIVRO

Título: A liberdade desfigurada – a trajetória do sindicalismo no setor público brasileiro
Autor: Arnaldo José França Mazzei Nogueira

Editora: Expressão Popular

Páginas: 344

Gênero: Sociologia

ISBN: 85-87394-74-6
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Nietzsche e a Verdade

Autor: Roberto Machado.

Ao apresentar os aspectos crítico e afirmativo do pensamento nietzscheano, que vai ao passado para diagnosticar o presente, o autor focaliza sua análise da racionalidade científico-filosófica de Nietszche e explicita suas relações com a arte e a moral, além de fornecer instrumentos conceituais indispensáveis para uma crítica radical aos valores da sociedade contemporânea.

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FICHA DO LIVRO

Título: Nietzsche e a Verdade
Autor: Roberto Machado

Editora: Graal
Páginas
: 116
Ano: 1999
Edição: 1ª
Formato: 14x21cm

Gênero: Filosofia

ISBN: 8570380070
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O Brasil e o capital-imperialismo: Teoria e história

Autora: Virgínia Fontes.

A obra, que faz parte da coleção Pensamento Crítico, da Editora UFRJ, propõe um retorno aos clássicos para compreender o papel desempenhado pelo Brasil nas formas contemporâneas do imperialismo capitalista. Ancorada num referencial marxista, Virgínia revisita e atualiza o trabalho de Lenin sobre imperialismo e recorre a Gramsci para entender, entre outras coisas, a sociedade civil brasileira e o papel de uma burguesia "nacional". As condições de luta de classe no Brasil contemporâneo e o aprofundamento das relações capitalistas brasileiras, que aconteceu sobre um pano de fundo de expropriações intensificadas, também são um pano de fundo do livro.


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FICHA DO LIVRO

Título: O Brasil e o capital-imperialismo: Teoria e história
Autores: Virgínia Fontes

Editoras: EPSJV/Fiocrus e Ed. UFRJ
Páginas: 385
Peso: 585g

Gênero: História - Política - Economia

ISBN: 978-85-98768-52-6

Sobre a autora: Virgínia Fontes é professora aposentada da Universidade Federa Fluminense (UFF), professora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - EPSJV/Fiocruz e da Escola Nacional Florestan Fernandes/MST. É autora de Reflexões Im-pertinentes (Ed. Bom Texto).
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Pedagogia do oprimido

Autor: Paulo Freire.

 O livro apresenta o Método Paulo Freire, a mais importante proposta pedagógica pensada com base na realidade do Terceiro Mundo. Apesar dos mais de vinte anos que o separam da primeiro Método mantém atual a avaliação do papel da educação, o vigor de suas perspectivas e sua aplicabilidade. É, por isso mesmo, obra de referência, imprescindível ao estudo da pedagogia.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Páginas: 256
Ano: 2011
Edição: 50ª Reimpressão
Formato: 14x21cm
Peso: 350 g

Gênero: Educação

ISBN: 9788577531646




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Frente popular, radicalismo e revolução passiva no Chile

Autor: Alberto Aggio.

O período que se inicia em 1938 com a vitória da Frente Popular reveste-se de um significado especial na história chilena. Coroando a modernização do Estado que já vinha desde os anos 20, os "governos radicais" consolidam no Chile um processo singular na história do continente latino-americano, combinado - sob forte manipulação dos mecanismos estatais - desenvolvimento econômico, liberdade política e integração social.

Frente Popular, radicalismo e revolução passiva no Chile, de Alberto Aggio, retoma o período. A ampla pesquisa realizada pelo autor estruturada sobre sólido arsenal teórico faz deste livro um instigante contraponto às concepções neoliberais contemporâneas que estão sendo aplicadas em vários países da América Latina.

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FICHA DO LIVRO


Título: Frente popular, radicalismo e revolução passiva no Chile
Autor: Alberto Aggio

Editora: Annablume
Páginas: 230
Formato: 14x21cm

Gênero: História Geral - América Latina

ISBN: 85-7419-075-6
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Os filhos da lona preta

Autora: Maria Cecília Manzoli Turatti.

Principal movimento social da história recente do Brasil, o MST suscita fortes paixões e grandes controvérsias. Por essa razão, as avaliações sobre o seu significado na sociedade brasileira tendem a polarizar-se em extremos opostos. Nem a diabolização nem a apologia do MST contribuem, entretanto, para a correta compreensão de suas potencialidades e de suas insuficiências enquanto instrumento de luta dos trabalhadores que procuram vencer a situação de anomia que os impede de exercer um papel primordial na história do Brasil.

A cuidadosa pesquisa da antropóloga Maria Cecília Manzoli Turatti foge desta armadilha. Sem esconder sua simpatia pela causa e pelo sofrimento dos Sem Terra, Os filhos da lona preta mergulha no cotidiano de acampamentos com o objetivo de buscar a identidade dos acampados com o MST e com a luta pela reforma agrária.
(Plínio de Arruda Sampaio Jr.)

FICHA DO LIVRO



Páginas: 128

Gênero: Antropologia

ISBN: 85-98325-20-1

Sobre a autora: Maria Cecília Manzoli Turatti nasceu em Andradas-MG em 1975. Formou-se em Ciências Sociais (1996) pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), onde fez o seu mestrado em Antropologia Social (1999) e prepara o seu doutoramento na mesma área.

Mais informações:

Índice
Apresentação
Introdução
Escolhas
Por que o acampamento?
A chegada do pesquisador e seus dilemas
O espaço-tempo da pesquisa
Matrizes teóricas e técnicas
Etnografia
O acampamento Zumbi II
Aspectos gerais dos acampamentos paulistas
Estudo Antropológico
Um momento de passagem
Um processo histórico em curso
O movimento: formas de organização
e convicções políticas manifestas
Hierarquia, poder e submissão
A sociabilidade forçada
A mística como “cimento” ideológico
Conflitos internos e tarefa histórica
Referências Bibliográficas
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Por uma Sociologia Pública

Autores: Ruy Braga e Michael Burawoy.

A sociologia pública é o tema desta coletânea que propõe sua difusão e esclarecimento dos leitores de um conceito novo as ciências humanas, através do constante diálogo entre o acadêmico e a sociedade. O debate, as defesas e as proposições de uma sociologia pública são os objetos de trabalho de Michael Burawoy, sociólogo norte-americano consagrado, e Ruy Braga, jovem e destacado sociólogo brasileiro que representa uma geração promissora. Neste livro, os organizadores discorrem a respeito de uma sociedade civil acossada pelos mercados e pelo Estado, colocando a disciplina em contato com diversos públicos por meio de uma conversação permanente.

Por uma sociologia pública
contém reflexões instigantes sobre a sociologia e as ciências sociais. Dessa forma, o leitor é convidado a conhecer as onze teses polêmicas e estimulantes de Burawoy sobre a sociologia pública, sua proposta de quatro tipos interdependentes e complementares de sociologia: profissional, crítica, pública e para políticas públicas. A leitura de Braga apresenta uma revalorização da obra de Marx, confrontada com as teorias sociológicas contemporâneas no que diz respeito à problemática da sociologia pública. Ele e os colegas Marco Santana, Leonardo Mello Silva e Sylvia Garcia dão contribuições inovadoras para pensar a sociologia pública do trabalho e o engajamento à luz de pistas abertas por Burawoy, a partir de olhares brasileiros

Dessa forma, este livro abre novas possibilidades para articular o pensamento sociológico e a ação social. O termo Sociologia pública tende a ficar cada vez mais conhecido, tanto no espaço acadêmico como no restante da sociedade mais abrangente. A sociologia pública, seria, portanto, o campo da interlocução da sociologia com o público, com os diferentes públicos, e é daí que ela receberia sua validação social, é aí justamente que ela informaria, discutiria, entraria em contato, exerceria um papel civilizatório.

FICHA DO LIVRO



Páginas: 288

Gênero:

ISBN: 978-85-98325-93-4

Sobre os autores:
- Ruy Braga é professor do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP), diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania (Cenedic) e secretário de redação da revista Outubro.
- Michael Burawoy é professor do Departamento de Sociologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley.
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Geografia histórica do Brasil


Capitalismo, território e periferia.

Mostrar a especificidade desta abordagem, indicando os fundamentos teórico-metodológicos que a sustentam, é o objetivo do presente livro que renega de início a idéia de ser a geografia uma ciência “excepcional”, epistemologicamente diferente de todos os demais campos do conhecimento científico. Também não se assume a soberba de colocá-la como um corolário do saber gerado por todas as disciplinas com as quais ela dialoga. Tem-se a perspectiva geográfica como própria e alimentando-se de um grande diálogo interdisciplinar, sendo peculiar em sua essência e múltipla em suas aplicações. Nesse sentido, a diversidade é interna e externa ao campo disciplinar, o que torna bastante complexa sua explicitação teórica. A obra que aqui se introduz constitui um exercício e uma tentativa de tratar tal matéria, fornecendo uma argumentação coerente acerca do tema.

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FICHA DO LIVRO


Editora
: Annablume
Páginas: 152
Formato: 10,5x18 cm

Gênero: Geografia

ISBN: 978-85-391-0007-1

Mais Informações:
Sumário

Capítulo1 - Ocidentalismo e História da Geografia Brasileira

Capítulo 2 - Geopolítica da instalação portuguesa no Brasil

Capítulo 3 - Território, região e formação colonial
3.1 Apontamentos em torno da Geografia
3.2Histórica da Independência Brasileira

Capítulo 4 - Introdução à afirmação da territorialidade estatal no Brasil

Capítulo 5 - O sertão: um “outro” geográfico

Capítulo 6 - A construção do território no Brasil
6.1História, planejamento e infra-estrutura

Capítulo 7 - Na trilha o purgatório. Política e modernidade na Geografia Brasileira Contemporânea
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O bairro Reforma Agrária e o processo de territorialização camponesa

Autora: Larissa Mies Bombardi.

"Este livro é uma descrição precisa e amorosa da vida camponesa. Não me lembro de haver lido nada tão inspirador sobre o mundo rural, desde que me caiu às mãos, muitos anos atrás o romance de Knut Hamsun O crescer da terra. No entanto, o trabalho de Larissa Mies Bombardi não é ficção, mas ciência da boa, ancorada em sólidos fundamentos teóricos e rigoroso trabalho de campo. [...] Seus primeiro grande mérito é estabelecer a relação entre as várias dimensões da realidade camponesa, a fim de poder apreendê-la em sua totalidade. Questiona desse modo as abordagens reducionistas e funcionalistas que prejudicaram tanto a pesquisa quanto a docência sobre o mundo rural. [...] O livro traz ainda elementos empíricos importantes para o debate sobre a posição da agricultura camponesa no processo de desenvolvimento capitalista. Na base de que “contra o fato não há argumento”, Larissa registra a persistência e o crescimento de uma comunidade viva e progressista de camponeses no interior de uma das regiões mais desenvolvidas do capitalismo brasileiro.
Quem sabe, porém, contribuição ainda maior do que esta para o conhecimento da nossa realidade rural tenha sido o relato de aspectos fundamentais e tantas vezes esquecidos, tanto pelos adversários como por certos defensores da reforma agrária: a criação de condições objetivas para o florescimento da igualdade, da solidariedade e da cidadania democrática.” (do prefácio de Plínio de Arruda Sampaio)

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FICHA DO LIVRO


Título: O bairro Reforma Agrária e o processo de territorialização camponesa
Autora: Larissa Mies Bombardi

Editora: Annablume
Páginas: 396
Formato: 16x23cm

Gênero: Geografia - Questão Agrária

ISBN: 85-7419-399-2

Sobre a autora: Larissa Mies Bombardi é professora do Departamento de Geografia da USP.
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A essência humana como conquista

Autor: Romulo P. Pizzolante.

O sentido da autenticidade no pensamento de Martin Heidegger.

Para Heidegger não somos apenas criaturas reais, concretas, mas a possibilidade de realização do real. Somos seres potenciais, e dependemos de como nos colocamos no mundo, dependemos de nossas relações com os outros, e sobretudo de como encaminhamos e nos dirigimos a nós mesmos. É nesta direção que Heidegger dispõe sobre a autenticidade como o modo de ser em que o sentido da própria existência se abre para o homem; é a consciência de si mesmo que dá lugar ao desfiar de seu próprio existir, de seu próprio destino. É, portanto, através do pensar que o homem pode coincidir com sua essência, encontrando aí sua autenticidade.

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FICHA DO LIVRO


Título: A essência humana como conquista
Autor: Romulo P. Pizzolante.

Editora: Annablume
Páginas: 151
Formato: 14x21 cm

Gênero: Filosofia

ISBN: 978-85-7419-889-7

Mais Informações:

Sumário

Apresentação

Os desafios de Sísifo, Fernando Santoro

Capítulo 1
Da-sein
Ser-no-mundo
Verdade e liberdade
Identidade e diferença

Capítulo 2
O inautêntico
Angústia
Morte
O autêntico

Capítulo 3
A filosofia como urgência
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Direito à terra no Brasil

Autora: Márcia Maria Menendes Motta.

A gestação do conflito - 1795-1824.

Quase não se passa um dia sem que o noticiário brasileiro registre problemas envolvendo o uso da terra no Brasil. Essa questão nos remete a situação brasileira no final do século XVIII, em que a historiadora Márcia Motta enfoca as polêmicas em torno do direito à terra e de sua história.

No centro dos problemas políticos brasileiros, a questão agrária nem sempre recebeu a atenção acurada dos historiadores. As sesmarias, criadas em Portugal face às carências agrícolas e às transformações do poder real e implantado no Brasil posteriormente, sustentou a constituição do domínio metropolitano e da sociedade colonial. Tiveram, porém, um significado distinto de um lado e de outro do Atlântico, no reino e nas conquistas, na metrópole e na colônia americana

Os problemas das relações sociais da terra e das bases fundiárias da nossa história são tratados por muitos como mera herança colonial, já a estrutura fundiária brasileira, com suas especificidades, revela o trajeto contraditório das instituições que, transplantadas de Portugal, modificaram-se na Colônia. Além do mercado interno, o “renascimento agrícola”, através do incremento da produção de exportação, impulsionou as demandas de terras. Dessa forma, houve uma profunda reconfiguração das relações fundiárias. Porções de terra, ocupadas por livres pobres, tornaram-se objeto de disputas. Acentuaram-se as demandas, as polêmicas sobre as medições e as controvérsias sobre a ocupação produtiva, como base das confirmações. Intensificaram-se, também, as discussões sobre a legitimidade da lei, apontada como entrave à plena propriedade, dentro dos princípios liberais

Direito à terra no Brasil é o resultado de ampla pesquisa documental e do diálogo erudito com a bibliografia. Problematiza, dessa forma, com maestria, o período 1795-1824, momento em que o sistema sesmarial – até então o fundamento da apropriação das terras – foi questionado e finalmente suspenso.
FICHA DO LIVRO

Editora: Alameda
Páginas: 288
Formato: 16x23cm
Peso: 342g
Gênero: História - Questão Agrária

ISBN: 978-85-98325-91-0

Sobre a autora: MÁRCIA MOTTA é doutora em História pela Unicamp. Desde 1992 é professora da UFF. Coordena o Núcleo de Referência Agrária da mesma instituição e é também pesquisadora da Companhia das Índias. Em 2005 publicou o “Dicionário da Terra”, agraciado, em 2o lugar, no Prêmio Jabuti, na categoria Ciências Humanas, em 2006. Em 2008 publicou a segunda edição de seu livro: “Nas Fronteiras do Poder”, pela EDUFF, inaugurando a Coleção Terra. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq.
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De volta aos anos 60

Autor: Pierre Bergounioux.

Uma viajem pelo fim do ideal revolucionário.

Este livro propõe uma nova leitura para o modo como o mundo se articula hoje: são os fatos da história recente que, estranhamente, se parecem (ou se convertem) em algo sem origem, quase mítico, fazendo de seu texto o balanço de uma miragem, a miragem de toda uma geração. Não é apenas Cuba ou o saudosismo revolucionário o assunto do escritor neste ensaio. Mais do que um balanço emotivo, seus textos mapeiam o desarranjo criado a partir das transformações decorrentes dos acontecimentos políticos, da modernidade tecnológica do século 20 e do ocaso do universo rural, que enfrenta a cada dia seu próprio desaparecimento.


FICHA DO LIVRO

Editora: Alameda
Páginas: 58

ISBN: 85-98325-19-8

O autor: Pierre Bergounioux é crítico, romancista e ensaísta, entre suas obras estão: Un peu de bleu dans le paysage (Verdier, 2001) e Jusqu’à Faulkner (Gallimard, 2002).
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Brecht no Brasil - Experiências e influências

Autor: Wolfgang Bader (org).

Neste livro é avaliada a repercussão de Brecht nas diferentes atividades e níveis da vida cultural brasileira. Os autores analisam a chegada de sua obra ao Brasil, o interesse pelos aspectos de sua múltipla linguagem, as adaptações, o contexto político, as influências no teatro, no cinema e na crítica.

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Obs: Livro da primeira edição, de 1987. Apresenta sinais de envelhecimento.


FICHA DO LIVRO

Título: Brecht no Brasil - Experiências e influências
Autor: Wolfgang Bader (org)

Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Ano: 1987
Páginas: 339
Formato: 14x21cm

Gênero: Teatro

ISBN: 8521904819
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O Beagle na América do Sul

Autor: Charles Darwin.

Charles Darwin nasceu em Shrewsbury em 1809 e, aos 22 anos, em 1831, sua formatura em Edinburgh e em Cambridge, deu inicio ao que seria a viagem de uma vida, a bordo de Beagle, rumo à América do Sul. Neste livro, descreve suas visitas e expedições e tece comentários sobre geologia e história natural num estilo vivo e imediato, mostrando-nos um naturalista que faz pacientes observações sobre as curiosidades de cada região.


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FICHA DO LIVRO

Título: O Beagle na América do Sul
Autor: Charles Darwin

Editora: Paz e Terra
Ano: 1996
Edição
: 2ª
Páginas: 72
Formato
: 10,5x13,5cm

Gênero: Ciências

ISBN: 8521902077
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Bandidos

Autor: Eric J. Hobsbawm.

Nesta obra magistral que deu origem a um novo campo de pesquisa na História - o banditismo social - Eric Hobsbawm explora as perspectivas políticas do banditismo e sua história no contexto do poder e do controle por parte dos governos e do Estado. O bandido social - Pancho Villa, Lampião, Robin Hood, entre outros - é aqui explicado como um rebelde potencial: o elemento social que, estando fora do alcance do poder e sendo ele mesmo detentor de poder, resiste a obedecer. Os estudos aqui apresentados são essenciais para os professores de história, antropologia e política, e para os estudantes e leitores interessados em compreender a história social dos bandidos. 4ª Edição revisada e ampliada.

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FICHA DO LIVRO

Título: Bandidos
Autor: Eric J. Hobsbawm

Editora: Paz e Terra
Ano: 2010
Edição
: 4ª - Revisada e ampliada
Páginas: 280
Formato: 16x23cm

Gênero: História Geral

ISBN: 9788577531196
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A aventura antropológica - teoria e pesquisa

Autor: Ruth Cardoso (Org).

Este livro procura aprofundar a análise de problemas de ordem conceitual ou de procedimentos de investigação, ampliando o debate sobre metodologia e pesquisa em Antropologia. Como e x plica Ruth Cardoso na introdução: "A pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir". Textos de Eunice R. Durham, Eder Sader, Maria Celia Paoli, Alba Zaluar, Ruth Cardoso, Luiz Fernando Dias Duarte, José Guilherme Cntor Magnani e Guita G. Debert.

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FICHA DO LIVRO

Título: A aventura antropológica - teoria e pesquisa
Autor: Ruth Cardoso

Editora: Paz e Terra
Edição: 4ª
Páginas: 158
Ano: 2004
Formato: 14x21cm

Gênero: Antropologia

ISBN: 8521901550
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Arquitetura kitsch: suburbana e rural

Autores: Dinah Guimaraens e Lauro Cavalcanti.

Os autores partem de algumas definições básicas do kitsch para elaborar uma conceituação estética e sociológica do fenômeno, em confronto com o que seria considerado "cultura oficial", e em relação dialética com as manifestações de vanguarda. 3ª Edição revista e ampliada.


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FICHA DO LIVRO


Título: Arquitetura kitsch: suburbana e rural
Autores: Dinah Guimaraens e Lauro Cavalcanti

Editora: Paz e Terra
Páginas: 148
Formato: 14x21cm
Edição: 3ª - Revista e ampliada

Gênero: Arquitetura

ISBN: 8577530027
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1789 - O surgimento da Revolução Francesa

Autor: Georges Lefebvre.

Grande síntese da Revolução Francesa. Na formulação clara de Lefebvre para o movimento revolucionário de 1789, encontramos as origens de uma das mais importantes linhas de interpretação da história da França.

Prefácio e posfácio de Albert Soboul. Tradução de Claudia Schilling.


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FICHA DO LIVRO

Título: 1789 - O surgimento da Revolução Francesa
Autor: Georges Lefebvre

Editora: Paz e Terra
Edição: 2ª
Ano: 2008 (2ª Reimpressão em 2011)
Páginas: 324
Formato: 14x21cm
Peso: 300g

Gênero: História Geral

ISBN: 9788521905141

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Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem

Autor: Michael Taussig.

Um estudo sobre o terror e a cura.

Taussig busca determinar a relação do mito e da magia com a violência colonial, por um lado, e, por outro, com a cura e o modo como ela pode mobilizar o terror, a fim de subverter essa violência. Para tanto, ele se debruça sobre os apavorantes relatos de torturas e massacres a que eram submetidos, por volta de 1910, os índios da região do rio Putumayo, na Colômbia, pelos integrantes das companhias e x ploradoras de borracha. Analisa os rituais xamânicos praticados atualmente rio acima com o Yagé ou Ayahuasca, planta alucinógena cultivada naquela região. Estudo interdisciplinar em que as teorias de Benjamin e Brecht, entre outras, são utilizadas como meios de aproximação de uma experiência cultural distinta.

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FICHA DO LIVRO

Título: Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem
Autor: Michael Taussig

Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Páginas: 482
Ano: 1993
Formato: 17x23cm

Gênero: Antropologia

ISBN: 8521900023
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Violência e Psicanálise

Autor: Jurandir Freire Costa.

Tematizar a violência torna-se uma tarefa urgente para a Psicanálise, visto que ela faz parte do nosso cotidiano. A expansão e os efeitos sociais desse fenômeno obrigam o pensamento psicanalítico a rever questões relegadas a segundo plano ou dadas como resolvidas. Este trabalho pretende fornecer elementos que sirvam de apoio ao debate e à reflexão crítica sobre o assunto.


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FICHA DO LIVRO

Título: Violência e Psicanálise
Autor: Jurandir Freire Costa

Editora: Graal
Páginas
: 192
Ano: 2003
Edição: 3ª
Formato: 14x21cm

Gênero: Psicologia

ISBN: 8570380585
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O Educador: Vida e Morte

Autor: Carlos Rodrigues Brandão (Org).

Este livro reúne artigos que convergem, todos eles, em um ponto: a situação crítica de ser educador no Brasil. Mais do que estudar questões vagas ou muito restritas da educação brasileira, os autores apresentam escritos absolutamente atuais sobre questões fundamentais: o lugar, o sentido de prática e as condições políticas do trabalho do educador.
Organizado por Carlos Rodrigues Brandão, o livro conta com textos de Marilena Chauí, Paulo Freire, Rubem Alves, Miguel Arroyo e Ildeu Coelho.

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FICHA DO LIVRO

Título: O Educador: Vida e Morte
Autor: Carlos Rodrigues Brandão (Org)

Editora: Graal
Páginas
: 138
Ano: 2002
Edição: 12ª
Formato: 14x21cm

Gênero: Educação

ISBN: 8521903065
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As tarefas revolucionárias da juventude

Autores: Vladmir Ilich Lenin, Fidel Castro Ruz e Frei Betto.

Os textos resgatam para a atualidade a importância de a juventude dedicar-se ao estudo e ao conhecimento científico, vinculando-os às soluções para os problemas do povo. Ou seja, dedicar-se ao verdadeiro objetivo da revolução social: formar um homem novo, com uma nova consciência, valores e prática social diferentes.

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FICHA DO LIVRO

Título: As tarefas revolucionárias da juventude
Autores: Vladmir Ilich Lenin, Fidel Castro Ruz e Frei Betto.

Editora: Expressão Popular

Páginas: 72

Gênero: Política

ISBN: 85-87394-11-8
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Luiz Gama – o libertador de escravos e sua mãe libertária, Luíza Mahin

Autor: Mouzar Benedito.

Pouco se conhece da história de importantes escravos que lutaram ativamente pela libertação de todos, como é o caso da culta e combativa escrava Luíza Mahin, que participou da revolta dos malês (1835) e da Sabinada (1837), e do seu filho, Luiz Gama, o abolicionista que, já no século 19, lavraria um dos mais ousados e libertários pareceres da nossa História: “O escravo que mata o senhor, seja em que circunstância for, mata sempre em legítima defesa”.

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Páginas: 80

Gênero: Biografia

ISBN
: 85-7743-004-9
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Carlos, a face oculta de Marighella

Autor: Edson Teixeira da Silva Junior.

Carlos,
a face oculta de Marighella, é um livro necessário e oportuno. Necessário porque, nos tempos atuais a figura francamente altruísta do comunista Carlos Marighella precisa ser conhecida pelas novas gerações induzidas, quase sempre para o caminho do individualismo pragmático. E oportuno porque restabelece a realidade dos fatos contra a visão maniqueísta construída pela ideologia dominante, cujo papel consiste em fazer passar a todos a idéia de que os que se insurgem são desviantes, marginais ou simplesmente agitadores contumazes, desordeiros enfim.Este livro repõe a figura exemplar desse combatente pelos direitos sociais das camadas populares. E manteve-se íntegro o tempo inteiro de sua vida dedicada à causa da revolução, integridade que inclui o jeitão caloroso com que se relacionava com os outros, companheiros ou não de uma jornada marcada pelas adversidades, mas também por alegrias que sabia compartilhar com aqueles que se beneficiavam de sua amizade. E, o trazer essa face oculta, porque deliberadamente ocultada pela visão distorcida da ida na clandestinidade, esta visão preconceituosa, profundamente contrária ao seu espírito franco e generoso, o autor desfaz a imagem do político profissional como alguém destituído de sensibilidade para com os seus semelhantes. A ternura de que falava Che a propósito das tarefas de um revolucionário está plenamente presente nas atitudes de vida desse belo personagem tão bem biografado neste livro

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FICHA DO LIVRO



Páginas: 416

Gênero: Biografia

ISBN
: 978-85-7743-112-0
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O capital e a devastação da Amazônia

Autor: Fiorelo Picoli.

O livro apresenta as dinâmicas ambiental e social dos grupos econômicos que, em sucessivas migrações, vão para a Amazônia à procura de trabalho ou da expansão de seus negócios.Para o autor, este processo que vem desde de 1946 até os dias atuais, se segmenta da seguinte forma: de 1946 a 1964, com o Estado direcionando recursos para valorizar o capital na região; de 1964 a 1985, com a política de "integração nacional" para organizar os projetos agropecuários e o comércio; de 1985 a 1994, com a política de integração das reservas ambientais idealizadas pelo programa "nossa natureza"; 1995 até os dias atuais, com a sua internacionalização para a extração dos recursos florestais e minerais. Esta divisão temporal acompanha os diferentes contextos históricos e direcionamentos políticos que determinaram, em cada momento e forma, a intensificação da devastação da maior reserva natural do planeta.


FICHA DO LIVRO

Páginas: 254

ISBN: 85-773-002-2

Mais informações:

O livro está dividido em quatro partes:

A primeira parte trata da expansão capitalista promovida pelo Estado ditatorial nos anos de 1960, interligada com as estratégias do mundo capitalista e às necessidades do mercado mundial. O contexto geopolítico da Lei de Segurança Nacional e a internacionalização do espaço geográfico estão no centro das políticas expansionistas.

A segunda parte identifica os atores que fazem a história da Amazônia brasileira - as vítimas da expansão capitalista - e a forma como foi realizada a expropriação dos povos originários, dos posseiros, dos garimpeiros e da força de trabalho, e a destruição dos ecossistemas do Pantanal, do Cerrado e da Floresta Amazônica.

A terceira parte apresenta o perfil dos empresários madeireiros, que coordenam e fazem a acumulação de capital nesse setor. Um diagnóstico geral das madeireiras e sua representação econômica no comércio nacional e internacional, porporcionada pela extração predatória dos recursos naturais da floresta tropical.

A quarta parte estuda o conceito de exército industrial de reserva e as formas de exploração da mão-de-obra na região.
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Geografia, tradições e perspectivas - a presença de Pierre Monbeig

Autores: Amalia Inés Geraiges de Lemos e Emerson Galvani (orgs).

A coleção Por uma Geografia Latino-americana apresenta, nesta ocasião, o livro Geografia, tradições e perspectivas publicado em dois volumes: A Presença de Pierre Monbeig (volume 1) e Interdisciplinaridade, meio ambiente e representações (volume 2).

Este primeiro volume reúne artigos que expõe leituras e reflexões sobre a obra de Pierre Monbeig, um dos membros das missões francesas de fundação da Universidade de São Paulo, que viveu no Brasil de 1935 a 1946, bom como artigos baseados em investigações e debates voltados para a história territorial e a cartografia histórica ibero-americana.

Trata-se de mais uma oportunidade de apresentar nossas pesquisas para, assim, contribuir na identificação de problemas e na elaboração de novas interpretações. Renovamos dessa maneira o nosso compromisso com a análise da geografia passada e presente e com a imaginação de caminhos para o futuro.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO:




Páginas: 3221


Gênero: Geografia

ISBN: 978-85-7743-136-6
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