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Terra e Modernidade - a reinvenção do campo brasileiro

Autor: Sérgio Sauer.

A marca forte desse trabalho é o esforço de diálogo intenso com as teorias sociais contemporâneas, especialmente no que se refere à discussão sobre modernidade/pós-modernidade e às relações entre o local e o global. No conjunto de ensaios que compõem o livro, o autor procura mostrar que o tema do acesso à terra, longe de ser residual pode e deve ser compreendido à luz dos debates teóricos atuais, se quisermos perceber suas modulações e implicações. Como Sauer ressalta, "a modernidade - historicamente um conceito relacional identificado com a cidade - produz representações sociais e valores que perpassam os itinerários de vida e influenciam a reconstrução da identidade das pessoas que lutam pelo acesso à terra. Os processos sociais possibilitam, no entanto, releituras e re-apropriações destes valores, criando oportunidades e perspectivas de vida que se diferenciam do modo de vida moderno". (Leonilde Servolo de Medeiros)




FICHA DO LIVRO:

Autor: Sérgio Sauer
Editora: Expressão Popular
Páginas: 192

Gênero: Questão Agrária

ISBN: 978-85-7743-149-6
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Movimento Camponês - trabalho e educação

Autora: Marlene Ribeiro.

Este trabalho, fruto da pesquisa de pós-doutoramento de Marlene Ribeiro, só foi possível - nas condições e com as características que ela apresenta - pelo compromisso ético-político com os movimentos sociais que buscam a transformação da sociedade vivdo por Marlene Ribeiro, uma intelectual militante que, por se entregar por inteiro, expressa seus sentimentos junto ao rigor da análise acadêmica.

As reflexões propostas nesse livro ajudam a pensar até onde a educação liberal, de caráter público, ainda pode significar um espaço para a liberdade, a autonomia e a emancipação desses sujeitos políticos coletivos, e até onde esses mesmos sujeitos precisam romper com essa educação para reinventar suas práticas de educação livre, autônoma e emancipada.

O livro de Marlene constitui-se em uma leitura indispensável aos sujeitos que constituem os movimentos sociais populares do campo e da cidade e de todos aqueles que com eles atuam e com eles se educam; ao lerem esse livro estes sujeitos entenderão que a educação e emancipação dos trabalhadores só podem ser obra da classe social fundamental que vive da venda de sua força de trabalho.

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FICHA DO LIVRO:


Autora: Marlene Ribeiro.


Páginas: 456



ISBN: 978-85-7743-137-3
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A história da luta pela terra e o MST

Autora: Mitsue Morissawa.

Um livro escrito para jovens, mas que deve ser lido por todos aqueles que desejam conhecer a luta pela terra em toda a história da humanidade: desde quando a terra era de todos até sua apropriação privada. Uma obra fundamental para se entender a estrutura agrária brasileira, as políticas públicas elaboradas e o surgimento dos diversos movimentos camponeses, entre messiânicos, espontâneos e organizados. A trajetória do MST é contada de modo didático, seguindo sua construção histórica, delineando suas linhas políticas, seu modo de fazer as lutas, seu jeito de se organizar, seus desafios e suas conquistas.

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FICHA DO LIVRO


Editora: Expressão Popular
Páginas: 256
Peso: 670 g.


ISBN: 85-87394-25-8


Outras Informações: Selecionado pela Fundação Biblioteca Nacional - programa Livro Aberto.
Livro Adotado em Cursos de História.
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A Questão Agrária no Brasil - vol 1

Autor: João Pedro Stédile (Org.)

O debate tradicional: 1500-1960

Neste volume, reunimos os principais pensadores que, de certa forma, debateram a questão agrária na década de 1960, aglutinados em quatro vertentes do pensamento crítico. A primeira vertente é a corrente de pensamento hegemonizada pelo PCB, na época o principal partido de esquerda. Entre os pensadores que defenderam a corrente oficial do partido estão Nelson Werneck Sodré, Alberto Passos Guimarães e Moisés Vinhas. A segunda foi a corrente dissidente, representada pelas teses de Caio Prado Júnior. Membro atuante do partido, Caio Prado teve com o mesmo discordâncias fundamentais na interpretação da questão agrária, na interpretação da formação histórica do Brasil e na idéia do que seria a revolução brasileira. A terceira corrente foi a "escola cepalina" que, por influência de seu fundador e principal intelectual, Raul Prebisch, transformou-se, nas décadas de 1950 e 1960, num centro de pesquisa e de difusão de estudos e interpretações do nosso continente. No Brasil, as figuras mais proeminentes desse órgão foram Celso Furtado e Ignácio Rangel.

Por último, uma quarta vertente que, do ponto de vista da interpretação, era semelhante e sofria influências da "escola cepalina", mas, do ponto de vista político, estava articulada na chamada esquerda do PTB, liderada por Leonel Brizola. O texto incorporado é de Paulo Schilling. Aqui reunimos vários textos para proporcionar aos leitores subsídios para uma melhor compreensão dos profícuos debates travados, naquele período histórico, sobre a questão agrária e suas interpretações.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Expressão Popular
Páginas: 304
Peso: 370 g

ISBN: 85-87394-68-1
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A Questão Agrária no Brasil - vol 2

Autor: João Pedro Stédile (Org.)

O debate na esquerda: 1960-1980

Este livro, o segundo volume da coleção, complementa as análises sobre a natureza da questão agrária desde o período colonial até a década de 1960. São textos que podem ser considerados as reflexões de pensadores no campo da esquerda.

A reflexão de Andre Gunder Frank acompanha todo o processo visto no volume I. Frank foi o primeiro, numa perspectiva marxista clássica, a fazer uma crítica às teses do PCB da existência do feudalismo na agricultura brasileira.

Ruy Mauro Marini, um dos pensadores e elaboradores da teoria da dependência, critica o fato de Caio Prado esperar que as relações sociais capitalistas se estendessem por toda a agricultura e que a questão da terra fosse resolvida antes pelo capitalismo. E, de certa forma, desprezar o papel do campesinato e das massas trabalhadoras.

Paulo Wright une teoria e ação política. A Ação Popular, organização política na qual militava, teve grande atuação política entre o campesinato. O texto revela o esforço teórico que era feito na época, mesmo nas piores condições de clandestinidade e de luta política.
Octavio Ianni descreve as novas relações sociais existentes na agricultura brasileira e demonstra como o capitalismo predominava.

A pesquisa e as teses de Jacob Gorender sepultam qualquer interpretação feudal e constroem um novo conceito de interpretação da existência de um modo de produção colonial, capitalista, baseado na organização das fazendas em plantation.

Mário Maestri, em seu ensaio, explica como foi a formação do campesinato brasileiro, do ponto de vista do modo de produção, a partir da falência da plantation e do modelo agroexportador escravocrata.

Por último, um texto que foi a ponte entre o passado anterior à ditadura militar de 1964 e os anos de 1980: "A Igreja e os problemas da terra no Brasil" é uma contribuição à interpretação da realidade agrária brasileira e suas relações sociais e de produção. Descreve como os capitalistas se utilizam da propriedade da terra para se apropriarem da renda da terra e como a concentração da propriedade da terra é base das relações sociais injustas no meio rural brasileiro.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Questão Agrária no Brasil - vol 2
Autor
: João Pedro Stédile (Org)


Editora: Expressão Popular
Páginas: 320

Peso: 382 g.

Gênero: Questão Agrária

ISBN: 85-87394-72-X
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A Questão Agrária no Brasil - vol 3

Autor: João Pedro Stédile (Org.)

Programas de reforma agrária: 1946-2003

Este volume, terceiro da coleção, é uma coletânea dos diversos projetos e programas políticos que setores sociais, classes e partidos políticos ofereceram à sociedade brasileira, como interpretação e solução do problema agrário. Durante o período pós-escravidão (1888-1930), com a crise do modelo agroexportador, deu-se início à formação do campesinato brasileiro. O campesinato consolidou-se no século 20 como classe social; e o proletariado rural se proliferou enquanto um contingente social. Surgiram, então, as primeiras demandas elaboradas em forma de teses políticas, nos programas das mais diferentes forças sociais e políticas.

A primeira manifestação real a concluir que o Brasil tinha um grande problema agrário foi realizada pelo PCB, na Constituinte de 1946, e defendida por Luiz Carlos Prestes. Depois, a manifestação programática da igreja católica em defesa da reforma agrária, a partir de uma ótica conservadora, foi feita pelo bispo mineiro de Campana, em 1950. Nos anos de 1960, tivemos o florescimento de inúmeros programas e teses políticas em defesa da reforma agrária.

Reproduzimos os principais documentos. Do PTB de Coutinho Cavalcanti ao de Leonel Brizola; das iniciativas do governo Goulart, até o golpe militar, que produziu a primeira lei de reforma agrária: o Estatuto da Terra, de 1964. O debate só foi retomado com o processo de redemocratização do país, quando a Contag, em 1979, aprova teses críticas ao governo militar e se retoma o debate da reforma agrária. Seguiu-se o surgimento dos novos movimentos sociais no campo, entre eles o MST.

Publicamos as teses defendidas por esse movimento na sua fundação, em 1984. Depois, a hegemonia do debate e das idéias em torno do que deveria ser uma reforma agrária foi compartilhada pelo PT e pelo MST. Para evidenciar, publicamos as suas principais propostas: do PT em 1989 e depois em 2002, o que permite ao leitor analisar as mudanças que aconteceram. E do MST, a atualização do documento programático de sua fundação realizada no congresso de 1995. O livro termina com a Carta da Terra, o último documento expressivo da década de 1990, elaborado em 2003, como expressão da vontade unitária de todas as forças sociais que atuam no meio rural brasileiro.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Questão Agrária no Brasil - vol 3
Autor
: João Pedro Stédile (Org)


Editora: Expressão Popular
Páginas: 240

Peso: 287 g.

Gênero: Questão Agrária

ISBN: 85-87394-71-1
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A Questão Agrária no Brasil - vol 4

Autor: João Pedro Stédile (Org.)

História e natureza das Ligas Camponesas – 1954-64

Este livro, o volume IV da coleção "A questão agrária no Brasil", faz uma homenagem às Ligas Camponesas, que foi o principal movimento das massas camponesas de 1954 a 1964 no Brasil. Primeiramente, destacamos o trabalho realizado por Clodomir Santos de Morais, em cuja bagagem vamos encontrar a experiência de sua prática política, como líder que foi das Ligas.
A recuperação de suas anotações e memória tornou possível a elaboração, a distância no tempo (de 1969) e no espaço (no seu exílio na Suíça), de uma minuciosa "História das Ligas Camponesas do Brasil".

Em seguida, temos um texto da historiadora e socióloga, professora Bernardete W. Aued, que examina, com distanciamento e com base em pesquisas, o que foi esse movimento social, suas contradições internas e as influências que recebeu.

O terceiro texto é de Joseph A. Page, conhecido estudioso de assuntos brasileiros, escrito alguns anos após o desfecho golpe militar/destruição das Ligas, que teve o mérito de contextualizar, em termos socioeconômicos, o que esse "fenômeno" representou no período, inclusive da perspectiva do imperialismo estadunidense e sua relação com um país dependente, nos oferecendo a oportunidade de entender melhor as revoltas dos camponeses e a terrível repressão que se abateu sobre eles.

Por último, um recente trabalho (de 2004) do jornalista pernambucano Vandeck Santiago, que, estimulado pela repercussão que a herança histórica das Ligas Camponesas ainda provoca no Nordeste, mesmo quatro décadas após sua destruição, interpretou, com olhos do século 21, o que representaram e representam essas lutas, ajudando-nos a compreender a sua importância.
Nos Anexos, vamos encontrar alguns documentos históricos, como o estatuto das Ligas e textos publicados no jornal "A Liga", que serviam basicamente para seus quadros e seus apoiadores na cidade.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Questão Agrária no Brasil - vol 4
Autor: João Pedro Stédile (Org)


Editora: Expressão Popular
Páginas: 244

Peso: 270 g.

Gênero: Questão Agrária

ISBN: 85-87394-78-9
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A Questão Agrária no Brasil - vol 5

Autora: Sonia Regina de Mendonça.

A classe dominante agrária: natureza e comportamento – 1964-1980

Este volume que ora apresentamos, da coleção que pretende recuperar a história da questão agrária no Brasil, nos traz um estudo sobre as classes dominantes no meio rural brasileiro.

De autoria da professora Sônia Regina Mendonça, especialista no assunto, este excelente texto analisa o comportamento dessas classes num período especial - de 1964 a 1990 - quando será implantada, por meio de um golpe, a ditadura militar e quando os movimentos camponeses serão derrotados em sua confrontação desproporcional com essa ditadura.

Um profundo estudo sobre a natureza e o comportamento das principais organizações políticas da classe dominante no meio rural, como a SNA – Sociedade Nacional de Agricultura, a SRB – Sociedade Rural Brasileira e, especialmente, a UDR – União Democrática Ruralista, e seus representantes. A autora analisa também as relações promíscuas entre as classes dominantes e o Estado brasileiro, particularmente no que se refere a sua influência nos rumos da política agrária e agrícola.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Questão Agrária no Brasil - vol 5
Autora: Sonia Regina de Mendonça.


Editora: Expressão Popular
Páginas: 208

Peso: 247 g.

Gênero: Questão Agrária

ISBN: 85-87394-79-7
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Pedagogia do Movimento Sem Terra

Autora: Roseli Salete Caldart.

O título nos leva a perceber que a história da educação está intimamente vinculada à consolidação de uma cultura política pública, do direito à terra, ao conhecimento, do direito de sermos e de vivermos dignamente. Como interpretar o MST como experiência educativa? Que aprendizado o Movimento traz? Que matrizes pedagógicas recupera? Que papel é colocado para a escola e para os educadores? Essas são algumas das questões centrais deste trabalho. Livro adotado em cursos de Magistério e de Pedagogia.

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FICHA DO LIVRO

Título: Pedagogia do Movimento Sem Terra
Autora: Roseli Salete Caldart.


Editora: Expressão Popular
Páginas: 440

Peso: 510 g

Gênero: Educação

ISBN: 85-87394-53-3
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Escola Itinerante - na fronteira de uma nova escola

Autora: Isabela Camini.

Este livro é fruto não apenas de um grande trabalho de pesquisa da autora, mas, sobretudo de sua prática pedagógica junto às Escolas Itinerantes do MST. O processo de elaboração deste livro envolveu a coleta de dados e a devida reflexão, que se efetivou sob o contexto histórico dos últimos 12 anos, período em que se concretizaram as atividades pedagógicas dessa escola, presentes nos Estados do Rio Grande do Sul e do Paraná.

Como deve ser a escola que atende aos interesses e ideais da classe trabalhadora do campo e da cidade? Essa é a principal questão colocada pela autora, e é a partir dessa preocupação sobre a atual forma da escola - um produto histórico e que, apesar de disputada em seus objetivos e conteúdos por nós, atende fundamentalmente aos interesses das classes dominantes - que ela passa a discutir a experiência das escolas itinerantes dos acampamentos do MST. Após situar os compromissos históricos que geraram a atual forma escolar, ela se detém na prática pedagógica desenvolvida nas escolas itinerantes, que é uma re-invenção da escola segundo os interesses das classes trabalhadoras do campo, nos limites das contradições de nossa época histórica. A autora nos mostra como as escolas itinerantes vão reconstruindo a prática pedagógica escolar através de sua estreita ligação com o meio, com a realidade atual vivenciada pelos estudantes, palco das contradições de suas vidas.

A auto-organização dos educandos - crianças, jovens e adultos - é um dos princípais temas trabalhados pela autora, refletido a partir da experiência acumulada historicamente pela classe trabalhadora, sobretudo as tentativas de recriação da escola soviética no desenvolvimento da revolução russa.

O presente livro atesta a força, a seriedade e a criatividade presentes nas escolas itinerantes do MST e recupera com isso a importância de as classes trabalhadoras avançarem na construção de suas escolas em busca de uma nova sociedade.


 

FICHA DO LIVRO

Editora: Expressão Popular
Páginas: 296
Peso: 358g

Gênero: Educação

ISBN: 978-85-7743-122-9
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Caminhos para transformação da escola

Autora: Roseli Salete Caldart (Org).

Esta publicação integra as comemorações dos 15 anos de atividades educacionais do Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa Agrária (Iterra), completados neste ano de 2010. Apresentamos aqui um conjunto de reflexões sobre os caminhos da transformação da escola, que vem sendo produzido desde o nosso percurso de práticas e debates no âmbito dos cursos de formação de educadores do campo, particularmente dos que trabalham nas áreas de Reforma Agrária. Para esta obra selecionamos as produções vinculadas à Licenciatura em Educação no Campo, curso de graduação que estamos desenvolvendo como projeto experimental em parceria com a Universidade de Brasília e o Ministério da Educação, através de uma turma específica iniciada em setembro de 2007.
São co-autores: Andréa Rosana Fetzner, Romir Rodrigues e Luiz Carlos de Freitas.

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FICHA DO LIVRO

Título: Caminhos para transformação da escola
Autora: Roseli Salete Caldart (Org).


Editora: Expressão PopularPáginas: 241

Gênero: Educação

ISBN: 9788577431649
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A Escola-Comuna

Autor: Moisey M. Pistrak.

O presente livro é um documento histórico da maior importância sobre os esforços dos pioneiros da Revolução Russa de 1917 ante a colossal tarefa de recriar o seu sistema educacional. Ele fornece uma série de pistas sobre o papel da escola na formação das crianças e jovens e mostra como ela muda sua forma e seu conteúdo quando orientada pelos interesses e objetivos da classe trabalhadora: ou seja, reorganiza sua atuação para formar lutadores e construtores de uma nova sociedade.

Pistrak foi um dos grandes líderes desta empreitada histórica e nos relata, neste livro, os esforços de um grupo de educadores comprometidos com a recriação da nova escola soviética.

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FICHA DO LIVRO

Título: A Escola-Comuna
Autor: Moisey M. Pistrak


Editora: Expressão PopularPáginas: 472

Gênero: Educação - Socialismo

ISBN: 978-85-7743-124-3
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A globalização e o capitalismo contemporâneo

Autor: Edmilson Costa.

 O processo de acumulação do capital oriundo da internacionalização da produção e da internacionalização financeira, mais conhecido como globalização, significa uma nova fase do capitalismo. Com ela, o capitalismo se transformou num sistema completo e maduro, uma vez que antes era completo apenas em relação a duas variáveis da órbita da circulação – o comércio mundial e a exportação de capitais. Ao se expandir por todo o planeta, o sistema capitalista unificou mundialmente o ciclo econômico e possibilitou também a ocorrência de crises mundiais completas. Apesar do enorme desenvolvimento técnico-científico, com a globalização, o sistema se aproxima de um limite de reprodução, tendo em vista que, se o capitalismo desenvolvesse plenamente seu potencial produtivo, levaria a uma crise global de superprodução. Essa contradição explica o fenômeno da financeirização da riqueza que se apresenta como o contraponto funcional da incapacidade de o sistema desenvolver plenamente suas forças produtivas. Além disso, o processo especulativo significa uma forma particular de acumulação que o capital pensou ter encontrado para driblar o ajuste de contas com a lei do valor. Ao analisar o processo de especulação financeira, a partir do final da década de 1970, e verificar a trajetória das chamadas finanças estruturadas, o livro constata o crescente descolamento entre as órbitas da produção e das finanças, cujo desenlace não poderia ser outro que a grande crise atual do capital. Em 2002, os sintomas da crise atual já se delineavam: se juntarmos as crises parciais da década de 1990 e a do início do século 21, já se pode prever claramente que estava se gestando no interior do sistema uma crise de grandes proporções.

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FICHA DO LIVRO


Editora: Expressão Popular
Páginas: 216
Peso: 259 g


ISBN: 978-85-7743-091-8
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Direito e Ideologia

Autor: Tarso de Melo.

Um estudo a partir da função social da propriedade rural.

A presente obra faz interessante estudo do direito como instrumento de manutenção da situação econômica e social vigente. Isso porque o Direito, embora por vezes portador de um discurso transformador - como é o caso do artigo 3o. e seus incisos, da Constituição Federal brasileira, que prevêem a construção de uma sociedade livre, justa, e solidária, bem como a erradicação da pobreza e da marginalização e a redução das desigualdades sociais e regionais, serve sim como instrumento para a manutenção do poder econômico pela elite brasileira.

A importância e a distinção da presente obra estão na análise do Direito e das mobilizações sociais, sob a ótica da transformação da realidade, bem como no fato de conjugar a interpretação do Direito e da luta social, insistindo na máxima de que "a luta faz a lei".

Este livro é leitura obrigatória para quem deseja utilizar o instrumento adquirido ao longo dos estudos nos bancos universitários em prol da luta dos camponeses brasileiros, bem como na defesa da interpretação constitucional da sua função social. A posse, conforme bem lembra o autor, na propriedade rural, só pode ser protegida quando cumprir os requisitos do artigo 186, da Constituição Federal.

As lições aqui expostas, diga-se de passagem, com brilhantismo e profundidade, trazem luzes a este tema tão polêmico tão apaixonante: a função social da terra e o Direito como ferramenta de luta para transformar a realidade.
Juvelino Strozake


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FICHA DO LIVRO


Título: Direito e Ideologia
Autor: Tarso de Melo

Editora: Expressão Popular

Páginas: 192

Gênero: Direito

ISBN: 978-85-7743-105-2
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Sobre a prática e sobre a contradição

Autor: Mao Tse-tung.

Sobre a prática e Sobre a contradição, escritos em 1937, são duas das análises mais conhecidas do líder da revolução chinesa. Ambas foram produzidas para combater tendências equivocadas – de direita e de esquerda – que colocavam em risco a prática do Partido Comunista Chinês.

Como parte dos escritos filosóficos do marxismo-leninismo, estes dois textos tinham o propósito de combater as concepções dogmáticas e evitar a repetição dos erros do empirismo, que se alastravam naquele momento e atraíam muitos militantes. Com este pequeno livro, Mao transforma a filosofia em uma poderosa arma para as massas trabalhadoras em sua luta pela emancipação, firmando-se como leitura importante, e mesmo obrigatória, para quem objetiva um pensamento científico e uma ação transformadora.

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FICHA DO LIVRO


Título: Sobre a prática e sobre a contradição
Autores: Mao Tse-Tung

Editora: Expressão Popular

Páginas: 80

Gênero: Marxismo - Política

ISBN: 85-87394-05-3
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Reforma ou revolução?

Autora: Rosa Luxemburgo.

“O capitalismo se torna, cada vez mais, um sistema organizado, capaz de banir conflitos e crises. Para que, então, falar em revolução?” Quem ainda não ouviu essa cantiga, martelada todos os dias pela classe dominante e suas crias? Este texto de Rosa Luxemburgo, publicado em 1900, é uma arrasadora crítica da sempre repetida tese de que a revolução é desnecessária, pois se poderia chegar ao socialismo através de reformas graduais do capitalismo.

Este texto, escrito em 1900, tornou-se fonte de argumentos e de compreensão da dialética marxista à nova realidade que surgia, assim como importante crítica ao revisionismo e à reforma social tida como plataforma da luta de classes.

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FICHA DO LIVRO


Título: Reforma ou revolução?
Autora: Rosa Luxemburgo

Editora: Expressão Popular

Páginas: 136

Gênero: Marxismo - Ciências Sociais

ISBN: 85-87394-04-5
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Para a questão judaica

Autor: Karl Marx.

Redigido no semestre de 1843 (quando o seu autor tinha 25 anos) e publicado em 1844, Para a questão judaica é um dos escritos mais importantes de jovem Marx. O texto de Marx é uma resenha crítica das idéias que Bruno Bauer divulgara pouco antes, analisando a situação dos judeus na Alemanha da época – privados, então, de direitos civis e políticos. Polemizando com o filósofo, o jovem Marx aponta os limites e os equívocos da proposta de Bauer e esclarece por que ele chegou a soluções teórico-políticas contraditórias e insuficientes.

O autor de Para a questão judaica não escreve a partir de uma posição revolucionário –proletária – m 1843, Marx todavia não alcançara essa perspectiva analítica. De fato, quando redige Para a questão judaica, ele é um democrata radical que faz a crítica do liberalismo.

Mas, já então, a crítica de Marx avança numa direção metodologicamente correta, o que lhe permite equacionar problemáticas ainda fundamentais para o nosso século 21 – como, por exemplo, as relações entre a emancipação política e a emancipação humana. E a argumentação do jovem Marx revela-se extremamente atual inclusive diante dos impasses com que hoje se defronta a vigência real do direito burguês à propriedade.

Por estas razões, entre outras, a leitura de Para a questão judaica interessa não só a especialistas, acadêmicos e estudantes das ciências sociais. Interessa a todos os que, diante da crescente barbarização da vida na sociedade capitalista, compreendem que a luta emancipatória também exige qualificação teórica.

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FICHA DO LIVRO


Título: Para a questão judaica
Autores: Karl Marx

Editora: Expressão Popular

Páginas: 88

Gênero: Marxismo - Filosofia - Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7743-106-9
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A Origem da família, da propriedade privada e o estado

Autor: Friedrich Engels.


 O livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado foi escrito por Engels em dois meses: de fins de março a fins de maio de 1884. Ao rever os manuscritos de Marx, ele descobriu um resumo detalhado do livro de L. H. Morgan A sociedade antiga. Marx havia feito esse resumo em 1880-1881, acompanhando-o de um grande número de notas críticas e de opiniões próprias ou complementos retirados de outras fontes. Ao escrever o livro – “em certa medida, como o cumprimento de um legado de Marx” –, Engels utilizou amplamente essas observações; além de algumas conclusões e dados concretos do livro de Morgan e de numerosos e variados dados suplementares extraídos das suas investigações sobre problemas da história da Grécia, de Roma, da antiga Irlanda, dos antigos germanos etc. Nos anos de 1860 a 1880, a “ciência da família” estava dando seus primeiros passos. A obra pioneira havia sido O direito materno (1861) de Bachofen, obra que expõe, pela primeira vez, a hipótese de que nas sociedades primitivas, durante um certo período, teria predominado o matriarcado: a ascendência social e política das mulheres sobre os homens. Na sequência: O casamento primitivo (1865) de Mac Lennan; Origem da civilização (1870) de Lubbock; e A sociedade antiga (1877) de Lewis Morgan. O grande mérito dessas obras foi a constatação de que a família tinha história e que, ao longo dos séculos, tinha conhecido diferentes formas. A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884) resgata, desde o início dos tempos, a análise materialista do desenvolvimento da civilização, classificando os tipos de família em consanguíneo, punaluano e monogâmico. Do livro de Morgan, extrai a divisão da sociedade antiga em três épocas – selvagem, barbárie e civilização –, segundo os progressos obtidos na produção dos meios de subsistência; e que formas principais de casamento correspondem aproximadamente aos três estágios: ao estado selvagem, o matrimônio por grupos; à barbárie, o matrimônio sindiástico; e à civilização, a monogamia com os complementos do adultério e da prostituição. A análise deste texto é peculiar e essencial para se compreender que, a partir do declínio de uma estrutura familiar primitiva – organizada em grupos de interesses comuns, vivendo numa propriedade comum a todos, sem o comércio e sem o acúmulo de riquezas –, foi se formando a sociedade moderna.
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FICHA DO LIVRO

Título: A Origem da família, da propriedade privada e o estado
Autor: Friedrich Engels

Editora: Expressão Popular
Páginas: 302
Peso: 351 g.


Gênero: Marxismo - Filosofia - Ciências Sociais


ISBN: 978-85-7743-313-3

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Contribuição à crítica da filosofia do direito de Hegel - introdução

Autor: Karl Marx.

Um dos eixos centrais da metodologia de Marx é a “centralidade do presente” para o conhecimento dos fenômenos históricos. Com essa expressão, entende-se a história como um processo em permanente desenvolvimento e o presente como momento privilegiado para se entender o passado. É a anatomia do homem que permite conhecer a anatomia do macaco – e não o contrário. É também a existência do capitalismo plenamente consolidado que possibilita ao estudioso olhar para as sociedades pré-capitalistas e captar os sinais indicativos da desintegração daquela formação social e anunciadores das possibilidades de desenvolvimento futuro. Não se trata, evidentemente, de projetar o presente no passado, o que faria da história um presente permanente, uma entidade atemporal. O que interessa a Marx é atentar para o processo histórico como um fluxo formado por continuidades e descontinuidades, em que o mais desenvolvido serve para compreender o menos desenvolvido e as tendências que anunciam a sua transformação.

Pode-se aplicar o mesmo princípio para a compreensão do desenvolvimento do pensamento do próprio Marx. O Capital é a obra em que o pensamento marxiano realiza-se plenamente. É a partir desse ponto mais desenvolvido de sua trajetória que se pode entender o sentido de sua trajetória intelectual. O presente texto deve ser lido nesse registro: como um importante momento de inflexão em que o autor dá um passo à frente, superando parcialmente o caráter abstrato e filosofante de seus textos anteriores e anunciando os novos rumos que tomará a produção científica da maturidade.

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FICHA DO LIVRO

Título: Contribuição à crítica da filosofia do direito de Hegel - introdução
Autores: Karl Marx

Editora: Expressão Popular
Páginas: 56

Gênero: Marxismo - Filosofia - Direito

ISBN: 978-85-7743-159-5

Mais informações: Introdução de Celso Frederico.
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Dicionário da Educação Profissional em Saúde - Segunda edição revista e ampliada

Autores: e Julio César França Lima.

Esta publicação, organizada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz), apresenta verbetes que descrevem e problematizam concepções acerca de educação profissional em saúde, da organização do sistema de saúde brasileiro, do processo histórico do trabalho em saúde, entre outras. Esse conjunto de temas perfaz um documento inédito e de relevância indiscutível para gestores, docentes, pesquisadores, estudantes e trabalhadores do SUS que se dedicam à construção de um sistema de saúde mais justo, solidário e de qualidade para todos os brasileiros.

Organizado como um dicionáro, este livro apresenta a explicitação e aprofundamento de conceitos e termos relativos às áreas de Trabalho, Educação e Saúde. Em alguns verbetes, aprofunda termos recorrentes no campo da Educação Profissional em Saúde; em outros, explora conceitos que surgiram recentemente para definir práticas e fenômenos originais do mundo do trabalho em geral e da saúde, em particular. Em sua segunda edição, a obra traz 23 novos verbetes, além da revisão de alguns conceitos da primeira edição.

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FICHA DO LIVRO


Título: Dicionário da Educação Profissional em Saúde - Segunda edição revista e ampliada
Autores: e Julio César França Lima

Editora: EPSJV/Fiocruz
Páginas: 478

Gênero: Saúde - Educação

ISBN: 978-85-987-36-6
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História da Sexualidade - Vol. 1 - A vontade se saber

Autor: .

A sexualidade tem sido bruscamente censurada, reprimida pela sociedade, depois de ter vivido em liberdade de palavras e atos? Segundo Foucault, a sociedade capitalista não obrigou o sexo a esconder-se. Ao contrário, desde o século XVI e principalmente a partir do último século, o sexo foi incitado a se confessar, a se manifestar. É justamente o poder que nos convida a enunciar nossa sexualidade por meio das diversas instituições e saberes, como peça essencial de uma estratégia de controle do indivíduo e da população, que é característica da sociedade moderna.

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FICHA DO LIVRO


Editora: Graal

1ª Edição: 1988
20ª Reimpressão: 2010
Páginas: 176
Peso: 200 g

Gênero: Filosofia

ISBN: 9788570380821

Tradução: Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque
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Cinema Cubano

Autora: Mariana Villaça.

Este livro aborda a política cultural em Cuba entre 1959 e 1991 a partir da trajetória do Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos (Icaic). A historiadora Mariana Villaça examina os dilemas que envolviam as complexas e tensas relações arte/política ou, no caso cubano, arte/revolução. Através de um extenso levantamento baseado nos documentos institucionais, na revista Cine Cubano, em depoimentos, críticas e, principalmente, filmes, é possível discutir e compreender esse polêmico assunto em um dos períodos mais emblemáticos da América Latina contemporânea.

A singularidade está presente no fato de trazer à tona os resultados mais tangíveis dos filmes. A busca de caminhos novos permitiu a construção de uma filmografia que atendesse às demandas trazidas pela Revolução: diretores e críticos debateram o neo-realismo, o free cinema, os limites do realismo socialista, a nouvelle vague, o Cinema Novo, o nuevo cine latinoamericano e a ideia de um cinema popular. Os filmes são produtos da ação dos cineastas que operavam no interior do Icaic, formando aquilo que a autora denomina “micro-circuitos culturais”. As obras constituem o espaço privilegiado de manifestação do estético, investigados no sentido de avaliar os projetos ideológicos que lhes deram suporte, dessa forma, a relação entre contexto e obra somente pode ser definida pelo historiador se ele examina como o sentido de um filme foi produzido. Em todos os casos trazidos pela autora, as ficções e os documentários pontuam os dilemas dos intelectuais cubanos, as dificuldades de elaboração dos monumentos imagéticos pretendidos pelo Icaic, indicam as tensões com o seu presente.

Cinema Cubano permite ao leitor entrar em contato com a história do próprio cinema moderno. Por isso ele representa uma valiosa contribuição para os estudiosos interessados nas relações entre cinema e História ou, de maneira mais ampla, arte e política.



FICHA DO LIVRO


Título: Cinema Cubano

Ano: 2010
Edição: 1ª
Páginas: 440

Gênero: História - Cinema - Cuba

ISBN: 978-85-7939-043-2
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